Pessoas que acompanham nosso site

A maravilhosa e inefável graça de Deus - Comentários Adicionais

A MARAVILHOSA E INEFÁVEL GRAÇA DE DEUS
(Lição 03 - 15 de Outubro de 2017)

TEXTO ÁUREO
”Porque tudo isto é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças, para a glória de Deus.” 2 Co 4.15

VERDADE APLICADA
A graça é o ato misericordioso de Deus pelo qual Ele oferece salvação e vida eterna a todos os pecadores.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
 APRESENTAR uma definição acerca da graça e contrastá-la com a lei;
► MOSTRAR como a graça se desenvolve na vida cristã;
► REVELAR quem éramos, quem somos, e nossa responsabilidade devido à graça.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Ef 1.3 – Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo,
Ef 1.4 – Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em caridade,
Ef 1.5 – E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade,
Ef 1.6 – Para louvor e glória da sua graça, pela qual nos fez agradáveis a si no Amado.

INTRODUÇÃO
Deus criou o homem para ser a imagem de Deus na terra, mas a queda do mesmo tornou-se abandonado pela sua própria consciência, pela qual ficou contaminada pela natureza do pecado herdado, estabelecendo assim, a lei da pena da morte. O homem perdeu a gloria de Deus, a Santidade de Deus e o direito de viver eternamente puro. Com isso não significa que Deus se esqueceu do homem, em cada período de tempo, ou seja, “dispensações” Deus usa formas de dirigir-se ao homem e estabelecer meios de reconciliar-lhe novamente a Ele.  Até que, após passar por várias dispensações inclusive a dispensação da lei, que foi estabelecida apenas a um povo, começando pela chamada e promessa dada a Abraão passando ao seu filho Isaque e em seguida Jacó e seus doze filhos, em um período de 1.500 anos, “segundo os estudiosos”. Nessa promessa feita a Abraão Deus Já havia traçado um plano futuro para o homem (Ex 19; 23) (Lc 22; 20) dizendo que através de Abraão todas as famílias da terra seriam abençoadas. Isso se realiza na graça, que é Cristo e sua morte na cruz.

1. COMPREENDENDO A GRAÇA DE DEUS
A revelação da graça de Deus trouxe algo sublime à vida do homem, é um dos períodos que abrange todos os povos, é uma dispensação mundial, inclui tanto judeu quanto gentios. A responsabilidade do homem durante a graça é arrepender-se dos seus pecados, crerem em Jesus e entregar sua vida a Ele, assim será cumprido e restituído o propósito eterno de Deus, só então o homem torna novamente moldado ao caráter e semelhança de Deus e volte a desfrutar de uma salvação plena junto a Deus (Jo 3;18). Na graça temos o Espírito Santo que habita conosco, Ele é o nosso consolador, é aquele que convence o homem de que, ele é um pecador e que precisa de um libertador (Jo14; 16-26). Todas as diferenças externas foram abolidas, todos nós tornamos irmãos e filhos do mesmo pai, toda a humanidade está inserida na graça, basta querermos, a senha o Senhor nos deu com seu próprio sangue na cruz do Calvário. Quando o homem aceita essa graça, ele começa a desfrutar das bênçãos espirituais de Deus e a certeza de que seu nome será gravado no livro da vida, isto é, se permanecer firme na graça de Deus, receberá o direito de vida eterna com Deus!

1.1. Uma Definição bíblica a respeito da graça.
Graça é um atributo de Deus, um componente do caráter divino, e sua grande misericórdia. Deus dispôs espontaneamente Sua Graça a uma humanidade pecadora, isso significa outorgar ao homem uma oportunidade de salvação imerecida. A definição da palavra graça, no Grego é “charis” que significa: favor, benção, ou bondade. Mas quando Ela atribui o amor de Deus ao homem como um meio restaurador, seu significado torna-se bem maior que um simples favor ou uma benção, a Bíblia diz que o homem pecou e foi destituído da glória de Deus (Rm 3; 23). A Graça de Deus escolheu perdoar, apagar de vez o pecado do homem. O que merecíamos era a condenação, mas a manifestação da graça em Cristo Jesus, ofereceu a humanidade uma nova chance de salvação, trazendo condição plena de segurança e vida eterna com Deus!  Uma nova aliança entre Deus fez e o homem foi criado, outras alianças já teriam sido feitas com intuito de resolver o problema do homem, mas nenhuma teve um resultado tão perfeito como a graça, essa jamais substitui à antiga, mas pressupõe e lhe confere uma nova dimensão de sentido, reforçando a natureza pessoal de Deus que foi revelada na antiga e definindo tal natureza como abertura a todos os que responderão fielmente entre todas as nações (Zc 8;20-23; Sl 87).

1.2. A graça é inexplicável
A expressão Graça nos remete o caráter resgatador inexplicável de Jesus Cristo, o Messias profeticamente foi enviado para o deleite de Deus como um filho obediente que se agrada em cumprir o propósito de Deus “Pai.” Os evangelistas fizeram questão de apontar esse aspecto messiânico em Jesus ao registrar a voz de Deus, “Este é meu filho amado em quem me comprazo! (Mt 3; 17) Imagina, a condição do homem sem Deus, condenado eternamente, sem chance nenhuma de salvação? Como se estivesse em um corredor da morte? Assim é o salário do pecado, “morte”, (Rm 6; 23), essa morte não se trata de separação do corpo e do espírito mas sim morte eterna sem Deus, a Graça pagou a conta, ou seja, a dívida do homem para com Deus, negócio esse, que o próprio Deus vendo a incapacidade do homem promoveu a estratégia entregando seu próprio filho para derramar seu Sangue, porque sem derramamento de sangue não há remissão de pecado! (Hb 9;22), mas Jesus Cristo trouxe em si mesmo o perdão e a reconciliação plena com Deus (Ef 2.11-13). Em (Ap 01;13-18) diz que ele foi morto mas que agora vive e tem a chave da morte e do inferno. Em (1Pd 3;18-20) Diz: no qual também foi, e pregou aos espíritos em prisão; os quais noutro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas almas se salvavam pela água, a graça alcançou também essas almas. Esse é o poder inexplicável da graça! A nova aliança tem por base e fundamento a antiga aliança com o povo de Israel e torna possível a nova aliança em Jesus cristo que é a abertura da graça de Deus aos homens. Jesus vive no tempo da antiga “aliança” mas com sua obra salvívica indica uma relação com Deus que se realiza de modo diverso para os judeus e para os cristãos.

1.3. A graça comparada à Lei
A lei foi o “raio-x” usado por Deus para exibir a real condição humana depois da queda adâmica: porque antes da lei já estava o pecado no mundo, mas a onde não há lei o pecado não é levado em conta”. (Rm 8; 13) Então, a lei, através do conhecimento do pecado, veio diagnosticar a “doença” inserida pelo primeiro homem na criação e trazer a morte anunciada por Deus a Adão, quando disse: “Se você pecar certamente morrerá”! Porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele; pois o que vem pela lei é o pleno conhecimento do pecado, a lei porquanto tirou a desculpa que o homem poderia dizer que não sabia e que era inocente, a lei mostrou sua condição, ante a face de Deus, seu estado, frente à santidade de Deus. Que diremos, pois, é a lei pecado? De modo nenhum, contudo, eu não conheci o pecado senão pela lei. E outrora eu vivi sem lei; mas assim que veio o mandamento, eu morri. (Rm 3;20; Rm7;7-9) O mais lindo é sabermos que por meio de Moisés, Deus deu a lei mais elevada e eles deixaram de cumpri-la. Esta consistia de muitos princípios, normas, cerimônias, rituais e símbolos com a finalidade de fazer com que se lembrasse de Deus e da obrigação  para com Ele. Grande parte da lei cerimonial foi cumprida com a morte e a ressurreição de Jesus Cristo, que puseram fim ao sacrifício por derramamento de Sangue. A criação alcançou a cura espiritual e definitiva através de sua obra na cruz. Se a lei é o diagnóstico da “doença” adâmica, a graça de Deus em Cristo, foi, (e é) o remédio infalível de Deus para a situação do homem.

2. O MOVER DA GRAÇA NA VIDA CRISTÂ
Louvemos a Deus pela sua maravilhosa graça, que Ele nos deu gratuitamente por meio do seu querido filho. Esse plano é unir, no tempo certo, debaixo da autoridade de cristo, tudo que existe no céu e na terra. (Ef 4b-10). Podemos desfrutar dessa graça ainda hoje!

2.1. A graça nos ensina
A graça nos trouxe ensinamentos gloriosos e benéficos para nossa vida cristã, Ela não anula a educação cristã que a igreja deva possuir para desfrutar de tão grande perdão que por Ela somos perdoados. Educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente séculos, sensata, justa e piedosamente, (Tt 2. 12) “E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados, em que noutro tempo andaste segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestade do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência. Entre o quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e era por natureza filhos da ira, como os outros também” (Ef 2; 1-3). A graça de Deus foi manifestada para trazer vida ao homem morto pelo pecado, quando dizemos que estamos dentro da graça e não temos mudança de vida, enganamos a nós mesmo, se estamos em Cristo devemos mostrar isso em nós através dos frutos do Espírito que é capaz de refrear a dependência emocional e pecaminosa e andar como ovelhas que conhece bem a voz do seu pastor, (1 Co 5;17 e Jo 10; 14)  qualquer gloria terrena e efêmera contradiz o Espírito da graça que é “ Cristo Jesus” e teve o propósito de atrair a todos através do seu sangue. (Jo 1; 11-12). Na lei, o pacto era “BILATERAl, ou seja, o homem deveria cumprir toda a sua parte (Gl 5;3) era o famoso “pagar o preço”, em graça nessa nova aliança o acordo é UNILATERAL, ou seja, Deus cumpriu a parte dele e a nossa também (Ef 2;9), pois este era o seu prazer e a sua vontade, mas não significa que assim vivamos uma vida manipuladas pelos prazeres mundanos. O apóstolo Paulo em sua primeira carta aos Tessalonicenses nos diz que podemos examinar todas as coisas, mas só podemos reter o que é do bem (I ts 5;21)

2.2. A graça nos fortalece
Como a graça desenvolve e nos fortalece em nossa caminhada e trajetória cristã? Para que isso aconteça Jesus fez se conhecer a todos, mostrando que é nele que encontramos força para que possamos viver e crescer Nele, isso não significa que estamos isento de lutas e perseguições, e que devemos anular a nossa vida pessoal, mas descobrir uma nova dimensão de vida mais profunda dinâmica e feliz. Devemos praticar o cristianismo, e deixar que a graça torna-se uma dimensão de compromisso que nos leva a um referencial que norteia a nossa vida cristã.  Assim sentiremos motivados por Ela e primamos pela excelência espiritual e refletimos como luz do mundo e como o sal da terra (Mt 5. 13-16) Quando estamos fortalecidos com a graça de Deus temos uma visão diferente em nossa vida cristâ, ela nos faz enxergar as coisas de ângulos diferentes e com mais realidade. Alguém disse que a vida cristã é como a experiência do homem que estava na capital dos Estados Unidos, Washington. Um dia ele encontrou um monumento que, de perto, tinha a constituição gravada, más à medida que afastava, notava que formava a face de George Washington. À medida que avançamos para a graça, à medida que caminhamos com o Senhor, mudamos a nossa maneira de ver e viver a vida cristã e a certeza da nossa salvação, À proporção que nos aproximamos, sentiremos fortalecidos por essa graça maravilhosa!

2.3. A graça nos capacita para o serviço
Tudo que fazemos é necessário uma capacitação, um aprendizado, um curso, uma formação acadêmica para que possamos desenvolver o serviço com qualidade e segurança. Jamais alguém se milita á fazer qualquer obra sem saber ou conhecer a determina obra, sem uma didática, uma dinâmica para que seu trabalho seja bem feito e elogiado pelo dono, ou seja, pelo patrão. No serviço de Deus não é diferente, é necessário que exista um esforço na capacidade do serviço, e o próprio Deus capacitou você, “sim você”, com esquema de dons espirituais bem característicos, e de que Ele, o colocou exatamente onde Ele quer que você exerça o serviço, é uma dimensão vibrante que só a graça pode realizar na vida do crente. Não há no mundo maior experiência que cause maior prazer, satisfação e realização do que tornar-se consciente de que somos instrumentos de atuação Divina na vida de outras pessoas, fazendo o serviço para Deus, unicamente capacitada pela graça de Deus! Esta experiência está à espera de todo cristão verdadeiro que esteja disposto a dedicar tempo e reflexão para aprender a palavra de Deus, examiná-la com cuidado e submetê-la a autoridade e revelação da graça de Deus, o efeito da atuação do serviço de Deus é aperfeiçoar o trabalho com gosto e amor, pois sabemos e temos certeza que estamos trabalhando para Aquele que já pagou pra nós. Vários são os serviços que podemos fazer para Deus e podemos encontrar várias oportunidades para fazê-los. O cristão que tem o Espírito de Deus dentro de si possui dons e talentos (I Co 12.7) esses precisa ser exercidos. A prática leva a perfeição. Paulo escreveu ao jovem Timóteo, dizendo-lhe: “reavive o dom de Deus que há em ti” (II Tm. 1.6) à medida que desenvolve a habilidade de um dom, a benção espiritual que ele traz se tornará sempre mais evidente, seja um talento musical, pregar, artístico, liderar, dirigir, organizar, em fim, busque a graça que ela te capacita!

3. A GRAÇA DIVINA E DOUTRINAS ESTRANHAS
Em todo tempo existiu doutrina e fundamentos filósofos que nada tem a ver com o que Deus revelou através de seu Espírito aos homens, procurando manter com o homem uma intimidade pura oferecendo seu amor e segurança eterna para a vida do homem. Más o próprio homem sempre procurou por si só, outros meios vãos e heréticos em nome de sua própria fé, este mal, tem sido a causa de muitas doutrinas de homens que permeiam entre os que se dizem cristãos, mas vivem a mercê de verdadeira confusão, doutrina que não tem nada a ver com a verdadeira graça de Deus. Com esses, a Bíblia nos orientam que dos tais deveremos fugir, pois são lobos enganadores!

3.1. Antinomismo
É um termo literalmente contra a lei. Afirma que não há nenhum princípio moral que, aplicado as circunstâncias da vida nos permita estabelecer em referencias de certo ou errado. Em síntese admite que não haja normas. Distorce a doutrina bíblica da graça e distribui o pensamento de que a graça isenta regras, e que Cristo fez tudo e agora basta crer Nele e tudo pronto. Muitos dizem que o que importa agora é o coração e leva uma vida desenfreada e sem critérios, outros buscam doutrinas heréticas que contradiz o que realmente a mensagem da cruz significa, procurando enquadrar textos isolados dentro de suas próprias vontades. O apóstolo Pedro escreve em sua primeira epistola (I Pd 4;1-5). Ora, tendo Cristo sofrido na carne, armai-vos também do mesmo pensamento; pois aquele que sofreu na carne deixou o pecado, para no tempo que vos resta na carne, já não vivais mais de acordo com as paixões dos homens, mas segundo a vontade de Deus. Porque basta o tempo decorrido para terdes executado a vontade dos gentios, tendo em dissoluções, concupiscências, borracheiras, orgias, bebedices e em detestáveis idolatrias. Por isso difamando-vos, estranham que não concorrais com eles ao mesmo excesso de devassidão, os quais hão de prestar contas àquele que é competente para julgar vivos e os mortos. Outros vivem como se ainda não encontrou uma libertação genuína, vivem a procura de ventos de doutrinas que só traz confusão e distorce a palavra verdadeira a qual Jesus veio manifestar (2 Tm 4;3-5).

3.2. Legalismo
Trata-se de outro extremo. Anula a graça e volta lá na doença antes de ser diagnosticada, procurando respostas pelos seus próprios méritos e obras, querendo com isso conquistar a salvação com obras, concentra toda a atenção ao comportamento humano. Muitos hoje, sem o devido conhecimento deste novo pacto, ficam tentando através de obra da lei tudo o que cristo conquistou e já nos concedeu pela graça. Em suma: a graça é totalmente de Deus. O homem não tem nenhuma participação na graça do Senhor e isso para que a glória seja totalmente dele: não vem das obras para que ninguém se glorie. (Ef 2; 9). O profeta Isaias profetizou: mas todos nós somos como imundo, e todas as nossas justiças como trapo de imundícia; e todos nós murchamos como folha, e as nossas iniqüidades como vento nos arrebatam. (Is 64; 6). A figura da velha aliança, ou seja, o legalismo aconteceu como figura e como Deus organizou a vida cristã desde quando ele separou para si um povo, escolhendo Abrão, fazendo promessas, permitido tempo no Egito, depois no deserto, mas o que Deus fez com Israel natural retrata as experiências do Israel espiritual. Deus retirou Israel do Egito passando pelo Mar Vermelho e pelo deserto, onde enfrentou provas e tribulações e pelo rio Jordão, chegando a Canaã. Isso nos fala como figuras, já nos apontando para a graça. “No deserto ele aplicou suas leis”. O Egito tipifica o mundo, quando nos convertemos, saímos de debaixo do jugo e governo do mundo, e passamos para outro governo, ou seja, para outro rei, o Senhor Jesus!

3.3. A falta do uso da disciplina na igreja
A tarefa do pastor é usar a palavra de Deus para purificar e alimentar o rebanho, a igreja primitiva compreendeu que a palavra de Deus e a disciplina é o instrumento de crescimento da igreja. Paulo se dirigiu uma vez aos mesmos presbíteros a quem é endereçada a carta aos Efésios, dizendo-lhes: Agora, pois, encomendo-vos ao Senhor e à palavra da sua graça, que tem poder para edificar e dar herança entre todos os que são santificados (At. 20; 32). E mais uma vez, no final de sua carreira, ele escreveu ao seu filho na fé, o jovem Timóteo, instando com ele a que ensinasse as Escrituras inspiradas, que nos foram dadas a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra (2Tm 3;17). A igreja não é um clube religioso, e nem uma associação polícia, cultural e religiosa. A igreja está inserida na cultura, na política, na religião na sociedade, mas, ela é muito mais que isso. Na carta do apóstolo Pedro (1pd 2; 9a) ele diz: Vós sois geração eleita, sacerdote real, nação santa, povo de Deus. Sendo assim, nunca devemos andar como quem não temos ética moral e bons costumes, somos um povo referência no mundo, como antes já foi citado: somos o sal da terra e a luz do mundo (MT 5; 13) Vós sois o sal da terra; ora, se o sal for insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para ser pisado pelos homens. A igreja não foi criada para ser motivo de critica entre os homens, ela foi criada para atrair os homens para dentro dela, e como fará isso sem uma verdadeira disciplina?

CONCLUSÃO
A definição verdadeira acerca da graça é que, ela nos dá o conhecimento de quem éramos antes de conhecer o grande amor de Deus, que foi revelado através de seu filho na cruz do Calvário, curando o mal que existia antes na alma do homem. Este foi revelado pela lei que não pode abolir este mal, porque pelo próprio homem, jamais teve condição de cumpri-la, mas através do conhecimento pleno da graça vindo depois o arrependimento, esse alcançou o grande favor imerecido, GRAÇA! A permanente fidelidade eletiva de Deus expressa nas alianças precedentes jamais foi repudiada (Rm 9,4; 11,13). A nova aliança não revoga as alianças precedentes, mas leva-as a cumprimento.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
A Beleza de Cristo e o Caráter Cristão - R695b Rodovalho, Rosobson - Edição – Cássio E. M. Barbosa - 7ª edição SBE - Editora Sara Brasil Edições e produções.

Bíblia de Estudo, “Vida” e “Almeida Revista e Atualizada” Escatologia - Paulo Leivas Ma calão - Editora- Visão.

Igreja Corpo vivo de Cristo - Ray C. Stedman - Editora Mundo Cristão - São Paulo-SP

Lição Bíblica, Jovens e Adultos – 2º Semestre, 2001- CPAD.

Lição Bíblica, Jovens e Adultos - Doutrinas Fundamentais da Igreja de Cristo - Rio de Janeiro – RJ, Editora, Betel – 4° Trimestre de 2017 - Ano 27, Nº 105 – Lição 03 – A Maravilhosa e Inefável Graça de Deus.

COMENTÁRIOS ADICIONAIS           
                                         Missionária Gidersi V. B. Viana – 62499, Conadab Ministério de Madureira.

 

Nenhum comentário: