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29 de março de 2015

Lição 01 - Um Faraó que não conheceu José

UM FARAÓ QUE NÃO CONHECEU JOSÉ
(Lição nº 01 – 5 de Abril de 2015)

Texto Áureo

“E os filhos de Israel frutificaram, aumentaram muito, e multiplicaram-se, e foram fortalecidos grandemente; de maneira que a terra se encheu deles.” Êx 1.7

Verdade Aplicada

Mesmo que tudo seja obscuro e sem sentido, não existe nada neste mundo que o Senhor não veja, não conheça ou não controle.

Objetivos da Lição

  Ensinar como principiou o cativeiro hebreu no Egito e suas implicações;

  Revelar como o Senhor administrou os eventos até o nascimento do libertador;

  Mostrar aos alunos que Deus trabalha com propósitos específicos em tudo o que faz.

Textos de Referência

Êx 1.13 - E os egípcios faziam servir os filhos de Israel com dureza;

Êx 1.14 - Assim que lhes fizeram amargar a vida com dura servidão, em barro e em tijolos, e com todo o trabalho no campo; com todo o seu serviço, em que os obrigavam com dureza.

Êx 1.15 - E o rei do Egito falou às parteiras das hebréias (das quais o nome de uma era Sifrá, e o da outra Puá),


Êx 1.16 - E disse: Quando ajudardes a dar à luz às hebreias, e as virdes sobre os assentos, se for filhos matem-o; mas se for filha, então viva.

Um Faraó que não conheceu José - Comentários Adicionais

UM FARAÓ QUE NÃO CONHECEU JOSÉ
(Lição nº 01 – 5 de Abril de 2015)

COMENTÁRIOS ADICIONAIS


INTRODUÇÃO
Neste trimestre estudaremos a vida de Moisés tendo como base o Livro de Êxodos. Nesta primeira lição, é destacada a aflição pela qual o povo hebreu passou no Egito e a maneira que Deus trabalhou para revelar e mostrar seus propósitos, guardando e salvando o menino Moisés das águas do rio Nilo.

1. O PRINCIPIO DO CATIVEIRO HEBREU
Para conhecermos o principio do cativeiro hebreu é preciso saber como o povo de Israel foi parar no Egito. É por isto que existe uma estreita relação entre o fim do livro de Gênesis e o início do livro de Êxodo. Não que o capítulo 1º de Êxodo seja uma continuidade de Gênesis capítulo 50, pois entre eles há um hiato de pelo menos 200 anos. Mas, porque o leitor de Êxodo é obrigatoriamente levado de volta no tempo, na chegada de Israel com sua família ao Egito, no tempo de José, descrito a partir de Gênesis 46. Embora ainda não se tenha evidências arqueológicas dessa parte da história, os quais comprovam o que vou dizer, existe, porém, algumas razões que justificam nosso entendimento, de que José, Jacó e seus filhos entraram neste país durante a época do domínio hicso (governantes egípcios de origem semitas), no 2º período intermediário (1785 a 1550 a.C) da dinastia egípcia (iniciou com a XV dinastia e findou com a XVII dinastia). Esses faraós se mostravam muitos amigáveis com os estrangeiros, principalmente, os de etnia semita. Foi sob o domínio deles que José alcançou honra e fama e Jacó com seus filhos privilégios na terra do Egito. Embora fossem faraós que tenham governado sempre para o bem dos egípcios, estes não os viam com bons olhos, pois eram para eles invasores e governantes estrangeiros. Quase dois séculos depois os nativos egípcios derrotaram de vez esses reis e se tornaram monarcas absolutos, iniciando assim a XVIII dinastia, a dinastia dos Ramsés (Ex. 1.11). Estes novos reis deram inicio a um reinado de terror sobre suas possessões estrangeiras. Eles não só libertaram os egípcios dos hicsos, como também passaram a subjugar a Núbia, a Palestina e os israelitas. Construíram um império forte e próspero. Olhando pelo ponto de vista político, era natural, que esse novo rei ou novo faraó considerassem os hebreus suspeitos e não confiassem neles, pois além de terem sido estabelecidos no tempo do domínio hicso, foram favorecidos por estes, e ainda por cima, eram etnicamente aparentados. Diante disto preferiu escravizar e oprimir o povo de Israel com grande angústia, a “reconhecer” a importância e as realizações que José efetuou na história do Egito (Ex 1.8). Preferiu fazer os hebreus amargar a vida com dura servidão (Ex 1.14).

1.1. Um povo pastoril
Quando José foi apresentar seu pai e seus irmãos a Faraó e este perguntou aos irmãos de José em que eles trabalharam, logo estes lhes responderam: “Teus servos são pastores, como os nossos antepassados” (Gn 47.3 - NVI). Faraó então lhes deu a terra de Gósen, a melhor parte da terra, para eles morarem e cuidarem dos seus rebanhos (Gn 47.6). Isto significa que eles continuaram a realizar aquilo que eles sabiam e gostavam de fazer. Penso que enquanto José estava vivo e era governador no Egito eles levavam uma vida cômoda e tranqüila. Mas, sendo os egípcios, apesar de um povo bastante avançados em cultura, ciência e sofisticação, eram ao mesmo tempo, atrasados, por adotarem o sistema de castas (sistema que divide a sociedade em várias camadas sociais começando pela família real – que está no topo – até chegar à camada mais baixa, formadas pelos camponeses e escravos – que ficam na base). É possível que com o passar dos tempos eles tenham olhado para os hebreus com um olhar intolerante e desconfiado e isto tenha sido também um fator contribuinte para o novo rei não considerar a história e a importância de José (Ex 1.8).

1.2. Um povo numeroso
A promessa divina da fertilidade e da multiplicação tinha sido dada a Abraão (Gn 17.2,6; 22.17), a Isaque (Gn 26.4) e a Jacó (Gn 28.14; 35.11; 48.4). No Egito, a descendência de Jacó se prolifera e se multiplicam. “Dos 70 que entraram com ele (Ex 1.5), agora, tornaram-se numerosos” (Ex 1.7). Apesar de este ser citado como um dos motivos que levaram os hebreus à escravidão (Ex 1.9), o que de fato motivou o cativeiro do povo hebreu foi a mudança na vida política do Egito. Um novo rei, um novo faraó (provavelmente uma nova dinastia – a dinastia dos Ramsés) que não conhecia a José, assumiu o trono (Ex 1.8). Aqui eu quero fazer uma observação: “Não conhecia a José”, não significa dizer que estes fossem contemporâneos e que ambos não os tivessem se conhecido pessoalmente, pois mais de dois séculos se passou de José como governador até a subida desse novo rei. Portanto, a frase: “Não conhecia a José” significa: “não conhecia a história de José”. É possível um governante, não conhecer a história de seu próprio país? Quem não conhecia a história de José, aquele que havia salvado o Egito e os países circunvizinhos de perecer na fome? Penso que a problemática aqui não está necessariamente no fato de “conhecer”, mas de “reconhecer”, pois é difícil admitir que um governante não “conheça” a sua própria história. Isto me leva a acreditar que esse novo rei, na verdade até conhecia a história de José, porém, o momento político no qual ele estava assumindo o trono, pouco o fez importar quem foi ou o que tinha feito José. Naquele momento somente o temor que sentiam por causa do crescimento e da possibilidade dos hebreus se juntarem com os seus inimigos e se voltarem contra eles, foi quem falou mais alto (Ex 1.9-10). Assim, para detê-los tiveram a brilhante ideia de tornar o povo de Israel escravos (Ex 1.11), e, para frear o crescimento, ordenou que todos os meninos hebreus recém-nascidos fossem mortos (Ex 1.15-16, 22). Mas, enquanto faziam o máximo para castigar e destruir Israel (Ex 1.10-14) Deus os fazia multiplicar e preparava os meios de salvação, pois não havia esquecido as promessas feitas ao seu povo (Ex 2.23-25).

1.3. Deus controla os eventos
Deus está no controle de todos os fatos e acontecimentos na história da humanidade. Esta é uma verdade que acreditamos e proferimos inúmeras vezes. Declara-nos a Bíblia que aquele que criou todas as coisas é aquele que também os sustenta e controla todas as coisas (Is 14.24-27; 40.28; Cl 1.16; Rm 11.36, Hb 1.13). Deus tem o perfeito conhecimento e controle de tudo o que acontece na história humana. Tudo que existe e acontece são alvos fixados por Ele, e não há dúvida que Ele levará tudo ao alvo desejado. Isto implica dizer que Deus conhece e controlam todos os eventos e acontecimentos no tempo, espaço e na eternidade (Sl 139; Pv 5.21; 1 Sm 2.3). O povo escolhido do Senhor foi cruelmente oprimido por Faraó. Porém, Deus jamais se esqueceu das suas promessas. Há 400 amos atrás, Deus já havia falado a Abraão o que haveria de acontecer com os seus descendentes na terra do Egito e como eles seriam libertados (Gn 15. 13-18). No tempo certo o Senhor viu a aflição do seu povo (Ex 2.24) e no momento adequado enviou um libertador para livrá-los da opressão (Gn 15.13-18; Ex 12.40-41). Os aparentes conflitos de datas entre a promessa e o cumprimento são apenas didáticos, visto que quando Deus falou a Abraão Ele arredondou de forma genérica o número para 4 gerações (Gn 15.16). Uma geração nos tempos bíblicos era a idade de um homem quando nascia seu primeiro filho – no caso de Abraão 100 anos (Gn 21.5). A Bíblia diz que Deus vela por cumprir a sua Palavra (Jr 1.2). Se você é alvo das promessas de Deus. Não tenha pressa. Deus está no controle e quando o relógio marcar o momento certo, você verá se cumprir o que Deus Falou. Jesus disse: “Os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão” (Mt 24.35 - NVI).

2. GUARDADO DE FORMA SOBRENATURAL
Guardados pela mão divina Moisés foi salvo da morte e posteriormente chamado para exercer uma missão muito especial: ser o libertador da nação de Israel do jugo da escravidão egípcia. A epístola aos hebreus declara: “Pela fé Moisés, recém-nascido, foi escondido durante três meses por seus pais, pois estes viram que ele não era uma criança comum, e não temeram o decreto do rei” (Hb 11.23 - NVI). Por mais outro milagre divino, Moisés continuou sendo criado e cuidado pela própria mãe (Ex 2.3-10). Esse relato do livramento sobrenatural de Moisés na infância já era uma prenuncia da extraordinária e maravilhosa libertação que Deus iria outorgar a Israel no Egito. Livramento este que Deus mais tarde efetuaria por meio do próprio Moisés (Ex 14.29-30).     

2.1. Quem poderia impedir o futuro?
Preocupado com o crescimento dos hebreus, Faraó tentou impedir o crescimento do povo e o agir de Deus dando uma ordem à parteiras no Egito para que todos os meninos israelitas recém-nascidos fossem mortos. Não obtendo êxito nesta primeira tentativa, Faraó voltou à cena macabra, ordenando agora aos egípcios que todos os meninos dos hebreus fossem lançados no rio Nilo, a fim de que fossem afogados (Ex 1.15-22). O inimigo até que tentou, mas foi vencido com suas próprias armas, pois Faraó acabou sendo usado por Deus para alimentar e educar Moisés, o futuro libertador de Israel (Ex 2.5-10). Os propósitos de Deus são eternos e imutáveis e se cumprirão no seu tempo determinado. Ninguém pode mudar ou impedir os propósitos de Deus, pois eles são estabelecidos na sua eternidade (Sl 33.11; Pv 19.21; Is 14.24; Jó 23.13).   

2.2. Sifrá e Puá
Pouco se sabe a respeito destas duas mulheres citadas aqui na preservação dos hebreus (Ex 1.15-20). As únicas coisas que se relatam delas é que eram parteiras hebréias e que se chamavam: Sifrá (que significa “beleza”) e Puá (que significa “esplendida”). Foi lhes dado uma ordem da parte de Faraó para matar todos os meninos recém-nascidos. Porém, elas, temendo a Deus, preferiram ignorar essas ordens do rei e deixaram viver os meninos (Ex 1. 15-17). A Bíblia não diz, mas por ser a nação de Israel muito numerosa, é provável que existissem outras parteiras sob o comando delas.      

2.3. A morte deu lugar à vida


Frustrado na primeira tentativa de destruir os meninos hebreus, faraó volta à cena com outro plano macabro, lançar todos os recém nascidos, do sexo masculino, no rio Nilo para que fossem afogados e mortos ou quem sabe comidos pelos crocodilos (Ex 1.22). Isto mostra o quanto esse rei era cruel e maligno. Porém, o menino Moisés, mais uma vez foi salvo, porque seus pais eram tementes a Deus. Precisamos de pais verdadeiramente cristãos para que possam zelar e preservar a vida de seus filhos. A fé nas promessas de Deus nos leva a agir de forma corajosa (At 7.20).

Em breve postaremos o restante dos comentários adicionais

Pr. Osmar Emídio de Sousa


24 de março de 2015

Recompensas da Fidelidade - Comentários Adicionais

RECOMPENSAS DA FIDELIDADE
(Lição nº 13 – 29 de Março de 2015)

COMENTÁRIOS ADICIONAIS

Introdução
Fidelidade, um atributo de Deus imutável, contido nas Escrituras Sagradas de forma veemente para a humanidade usufruir e desfrutar dessa dádiva celestial. Porem; em todo tempo Deus sempre fez questão de envolver o homem em seus projetos e, de forma fidedigna age para que o projetado se concretizasse na historia da humanidade. Assim como o Senhor, nós também precisamos agir e praticar a fidelidade a Deus de forma categórica, esse atributo compartilhado ao ser humano. Certamente que as recompensas por parte de Deus são as mais diversas, não somente as do por vir, mas as que já recebemos de antemão por meio de Cristo Jesus nosso Senhor e Salvador.

1. RECOMPENSAS TEMPORAIS
O homem segundo o coração de Deus, Davi; em sua intima fidelidade ao Senhor expressa de forma clara e precisa da seguinte forma: “Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e todos aqueles que nele habitam.” (Sl 24.1). Essa sem duvida é uma das mais belas expressões que retrata o reconhecimento a Deus como soberano em tudo e a todos. Dessa forma vemos alguém que mesmo em posição elevada diante dos homens, atribui tudo ao Senhor e reconhece que sem a sua fidelidade a Deus nada seria em sua vida. Pois a fidelidade a Deus é quesito indispensável para agradar e ser agradado. O nosso Deus é zeloso e requer dos seus essa observância, embora fôssemos agraciados muitas vezes sem merecimento com as bênçãos oriundas de Deus que exala fidelidade por toda parte.

1.1.   Prosperidade que vem do Senhor
“A raiz etimológica do termo prosperidade vem de um entendimento acerca da mesma de ‘Não lhe faltar nada’, ou seja, quando recebemos essa benção vinda de Deus, Ele está nos dizendo, Não lhe faltará nada, pois sei o que precisa” O Senhor sabedor de nossas necessidades primarias logo providencia o necessário para a manutenção dos seus e derrama na medida suficiente (Mt  6.33; 1 Co 15.19).

1.2.   Confiança nas relações sociais

A fidelidade tem tornado-se algo tão desejada e algo pouco praticado por muitos... Isso mostra a necessidade de cada um fazer alto analise pessoal e ver onde necessitam de reparos e voltar no local onde há déficit. Certamente somos cidadãos do reino de Deus, porém de passagens em terra estranha. Mas o que necessitamos é compreender que o mundo nos observa tanto para criticas, quanto pra analise comportamental.  A fidelidade é fator de fundamental importância para Deus, e nos proporcionam confiança, e comunhão como cheiro suave e agradável ao Senhor.

1.3.   Poderá ter sua esfera de ação ampliada
Falar sobre fidelidade parece fácil e que todos dominam o assunto, a ponto de ganhar espaço nos vidros de carros pelas ruas “Deus é fiel, vc é”? Mas o que em grande parte vivenciamos é o inverso. Estamos em meio uma geração onde se busca mais os interesses pessoais e imediatos do que os coletivos vindouros, pois bem, a recompensa por parte de Deus àqueles que vivem essa fidelidade já os alcançou mediante o sangue derramado na cruz do calvário de Cristo. Daí em adiante somos abençoados por tudo aquilo que o Senhor nos proporciona, mas sabemos que o bem maior já nos foi dado antecipadamente.

2.  RECOMPENSAS ESPIRITUAIS
Certamente que as bênçãos do Senhor nos seguirá por onde quer que andarmos, e nos seguirão por toda a vida, relevante do ouro e prata, são as recompensas espirituais por parte de Deus aos seus servos fieis. Pois bens, matérias não são termômetros para medir o tanto que tu és abençoado.  Porém, os dons espirituais é sem duvidas uma maneira de identificarmos a grandiosidade do Senhor, forma de recompensa para aqueles que o serve com vida dignamente.

2.1.   Experimentará a constante presença do Senhor
Quando experimentamos a Santa presença do Senhor sobre nossas vidas não queremos mais nos afastar, a presença de Deus sobre as nossas vidas precisa ser visível de forma a glorificar e exaltar Seu Santo nome. O nosso Deus busca intimidade conosco e assim permite aproximação constante e duradoura, a ponto de enviar Seu Filho amado para nos reconciliar consigo, pois nos preparou morada eterna junto de si nas mansões celestiais (Jo 14).

2.2.   Será socorrido no tempo da angústia
Quando fomos alcançados pela graça de Deus, por intermédio de Seu filho Jesus e nosso Senhor e Salvador, logo tivemos privilégios inerentes a filhos e esses com amparo privilegiado. Somos socorridos e a todo instante, ate de forma que não compreendemos.  Igualmente o Salmista afirma “Que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida...” (Sl 23.6). Quando a fidelidade por parte do servo, logo esse é revestido de poder e autoridade e discernimento da boa e agradável vontade do Senhor a ponto que não anda mais errante e temeroso as adversidades de vida ou amedrontado as problemáticas do dia-dia. Pois compreendeu que “Maior é o Que esta conosco, do que o que esta no mundo...” (1 Jo 4; 2 Cr 32.8).

2.3.   Terá a aprovação de Deus quanto ao ministério
Se almejas ser servo de Deus, exercer alguma atividade na Igreja, excelente obra deseja, porém para tal se faz necessário a observância de alguns requisitos fundamentais e indispensável a fé crista. A fidelidade na sua totalidade é sem duvida a obrigatoriedade para aqueles que são chamados por Deus ao ministério. Algo que o Senhor conhece bem em cada um dos seus, é o caráter e sua personalidade, porem, Ele mesmo aperfeiçoa e capacita, para que tenhamos condições favoráveis e possíveis de exercer tal oficio. Lembrando que nada cai de pára-quedas na vida eclesiástica e ministerial. (1 Tm 3.1;  At 6.3).

3.  RECOMPENSAS FUTURAS
O reino dos céus é tomado por esforço, e assim precisamos prosseguir neste intuito de um dia irmos morar no céu. Pois aqui estamos passagem e rápidas. Nosso alvo precisa ser unicamente morar no céu juntamente com Jesus.

3.1.   Receberá a vida eterna no presente
A ida às mansões celestiais nos proporcionará estarmos por toda a eternidade na morada de Deus, será tão glorioso que todas as duvidas serão esclarecidas mesmo sem as perguntá-las. Teremos corpos glorificados e cantaremos louvores ao nosso Criador. A vida eterna é uma promessa real, aos fieis de Deus que aqui estão e os que por aqui estiveram.  É fato consumado para gloria de Deus! (Rm 6).

3.2.   Receberá a vida eterna no futuro
”As coisas que o olho nunca viu, o que o ouvido nunca ouviu, e não subiu ao coração do homem são as que Deus preparou para os que o amam.” (1 Co 2.9) Nada nesta terra, seja ela com o maior valor financeiro, ou luxuoso, poderá ser comparado ao que tem reservado para você por parte de Deus. Teremos ausência de sofrimentos, ausência de dores, de decepções ou coisas do tipo, lá teremos vida e vida eterna para glória de Deus nas alturas.

3.3.   Receberá galardões
Os galardões serão recompensas por parte de Deus aos seus fieis por terem se dado ao grande trabalho de diversas naturezas por ter cumprido com fidelidade ao ”Ide” de Seu filho Jesus. Pessoas que abriram mãos de seu conforto a fim de proporcionar a terceiros a oportunidade de vivenciar a graça de nosso Senhor e Salvador Jesus sobre suas vidas. Compartilhando o amor que de graça receberam e que de graça deram aos famintos e necessitados que perecessem por toda parte. (Lc 2).

CONCLUSÃO
Jesus não vem buscar bens, carros, casas, títulos, objetos, Jesus vem buscar a sua Igreja, eu, vc, nós. Então que continuamos a servi-lo em Espírito e em verdade e que sejamos agradecidos pela imensa fidelidade e misericórdia oriundas de nosso Deus para com a humanidade. “Mas, se andarmos na luz, como Ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado. Sem fidelidade não há novo nascimento autentico, e se não é convertido, não desfrutará das recompensas de Deus no porvir. Deus vos abençoe em Cristo Jesus nosso Senhor. (1 Jo 1-7).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Bíblia NVI, Bíblia palavra chave, Bíblia RC

COMENTÁRIOS ADICIONAIS:

dC. gILDAN SOARES DOS SANTOS

23 de março de 2015

Lição 13 - Recompensas da Fidelidade

RECOMPENSAS DA FIDELIDADE
(Lição nº 13 – 29 de Março de 2015)

TEXTO ÁUREO
“Disse-lhe o Senhor, muito bem, servo bom e fiel, foste fiel no pouco sobre o muito te colocarei, entra no gozo do teu Senhor.”Mt 25.21


Verdade Aplicada

Conscientizar que o homem fiel será abençoado nesta vida e, por fim, alcançará vida eterna.


Objetivos da Lição

 Reconhecer que a recompensa de Deus ocorre nas esferas espirituais, materiais e futuras;

 Conscientizar que precisamos ser fiéis a Deus no pouco;

 Entender que a maior recompensa de Deus para os fiéis é a vida eterna.


Textos de Referência

Mt 25.19 Depois de muito, voltou o senhor daqueles servos e ajuntou contas com eles.

Mt 25.20 Então se aproximando o que recebera cinco talentos, entregou outros cinco, dizendo: Senhor me confiou-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que ganhei.

Mt 25.21 Disse-lhe o senhor: Muito bem servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.


Mt 25.22 E aproximando-se também o que recebera dois talentos, disse: Senhor, dois talentos me confiaste, aqui tem outros dois que ganhei.

17 de março de 2015

Fidelidade em tempos de crise - Comentários Adicionais

FIDELIDADE EM TEMPOS DE CRISE
(Lição 12 – 22 de Março de 2015)

TEXTO ÁUREO
Se te mostrares fraco no dia da angústia, é que a tua força é pequena.” Pv 24.10

VERDADE APLICADA
Inevitavelmente, todo ser humano poderá ser visitado por manifestações súbitas, seja no plano físico, psicológico ou espiritual, que demandará dele uma fé além das palavras.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Desfazer o falso pensamento de que o justo não enfrenta crises e contratempos;
Compreender que por mais que coisas ruins afluam contra o justo, no fim tudo dará certo;
Instruir como agir e como reagir às vicissitudes existenciais da vida.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Jó 1.17 - Falava este ainda quando veio outro e disse: Dividiram-se os caldeus em três bandos, deram sobre os camelos, os levaram e mataram aos servos a fio de espada; só eu escapei, para trazer-te a nova.

Jó 1.18 - Também este falava ainda quando veio outro e disse: Estando teus filhos e tuas filhas comendo e bebendo vinho, em casa do irmão primogênito,

Jó 1.19 - eis que se levantou grande vento do lado do deserto e deu nos quatro cantos da casa, a qual caiu sobre eles, e morreram; só eu escapei, para trazer-te a nova.

Jó 1.20 - Então, Jó se levantou, rasgou o seu manto, rapou a cabeça e lançou-se em terra e adorou;

COMENTÁRIOS ADICIONAIS

INTRODUÇÃO
Atualmente, muito se tem falado na necessidade de permanecer fiel a Deus, e adorar a Ele mesmo diante das crises que surgem em nossas vidas, porém são poucos os que permanecem fiéis ao Senhor diante dos sofrimentos, e alguns nem sabemos os motivos. O autor da revista, sabiamente cita a história de Jó como exemplo de fidelidade em tempos de crises. Apesar de todos os acontecimentos dramáticos em sua vida, este patriarca permaneceu fiel a Deus, ele sabia que a situação que estava passando não era por causa de algum pecado, pois Jó era um homem íntegro, reto e temente a Deus e desviava-se do mal (Jó 1.1), conforme Deus mesmo testemunhou a respeito de seu servo. A fidelidade de que Deus se agrada é a efetuada por Jó, que não se constitui em barganha, em resposta a benefícios recebidos. Ser fiel a Deus é ter uma vida sincera diante de Sua presença, a despeito de todas as adversidades. É o que aprendemos com o exemplo de Jó que, por isso mesmo, é apontado como um dos homens mais virtuosos que houve sobre a face da terra (Ez 14.14).

1. FIEL, AINDA QUE OS RELACIONAMENTOS ESTEJAM AFETADOS
Jó era um homem considerado pela sua integridade e sabedoria, era um homem cercado de amigos. Mas ao enfrentar as adversidades que sobrevieram em sua vida, muitos daqueles que se diziam amigos lhe abandonaram, na verdade nunca foram amigos de verdade; só lhe considerava por causa de sua riqueza, o próprio Jó fala a respeito deles “Os meus amigos são os que zombam de mim; os meus olhos se desfazem em lágrimas diante de Deus” Jó (16. 20). O relacionamento social é de vital importância para todos nós, porém há momentos na vida que ficamos tristes, ao perceber a que pessoa que pensávamos que era amigo se afastou quando mais precisava de uma palavra de consolo, de ajuda e fortalecimento. Os poucos amigos de Jó que lhe visitaram não compreenderam sua calamidade, em vez de ajudar, disseram que seu sofrimento era proveniente de algum pecado, eram sábios na teoria, mas não tinha discernimento das verdades práticas da vida. É na hora da provação que sabemos quem são nossos verdadeiros amigos, “O homem de muitos amigos deve mostrar-se amigável, mas há um amigo mais chegado do que um irmão” (Pv 18.24).

1.1. A intolerância dos familiares
Pensar no sofrimento que Jó passou é pouco, somente quem passa pela experiência é que sabe exatamente a grandeza da dor, Jó não tinha mais a presença dos filhos ao seu redor, sua saúde estava debilitada, estava no fundo poço. A única pessoa que ficou em sua companhia foi sua mulher e no momento que mais precisava de sua ajuda o que ouviu foi conselho desagradáveis. “Então sua mulher lhe disse: Ainda reténs a tua sinceridade? Amaldiçoa a Deus, e morre.” (Jó 2.9). É difícil suportar estas frases de palavras de pessoas estranhas, quanto mais se tratando da própria esposa. Imagino que a esposa de Jó não suportava mais conviver com tanto aflição, foi por isso que disse essas palavras, não significa que ela era má, isso foi só um instante. No momento de desespero nem todos sabem se controlar, sua esposa perdeu a temperança, mas Jó permaneceu firme, ele não se abalou mesmo diante do conselho de sua mulher. Devemos ser tolerante, paciente com nossos familiares em tempos de crises, é nessa hora que eles mais precisam de nossa ajuda, a final é nossa obrigação ajudá-los. Não sabemos o que pode acontecer conosco no amanhã, os problemas pode acontecer com qualquer um de nós e certamente precisaremos da ajuda de nossos familiares e principalmente do Senhor. Nunca podemos deixar de ser fiel a Deus, mesmo diante das crises, Devemos confiar no que a Bíblia diz em 1 Coríntios (10.13): “Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens. E Deus é fiel; ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar. Mas quando forem tentados, ele mesmo lhes providenciará um escape para que o possam suportar”.

1.2. As acusações dos amigos
Ao saberem o que aconteceu com Jó, seus três amigos vieram trazer uma palavra de conforto, de esperança, enfim, vieram se solidarizar-se com ele. No seu diálogo falaram coisas certas, porém não se aplicava a situação de Jó. Eles estavam corretos ao dizer que Deus é justo e que Deus pune o pecado, todavia estavam errados ao pensar que o sofrimento de Jó era devido ao seu pecado. Eles tornaram um princípio certo e aplicaram de forma errônea, ignoraram a experiência nas circunstâncias humanas. Devemos ter cuidados e paciência ao usarmos a Bíblia para condenar aos outros; não podemos julgar a ninguém. “Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; soltai, e soltar-vos-ão”. Lucas 6.37.

1.3. O desprezo dos circunstantes
Jó possuía vários amigos que frequentava seu lar nos dias de riqueza e de honra. Salomão, afirma que para o rico, não faltam amigos, (Pv 14.20). Os amigos de Jó gostavam dele por causa de seus bens, prova disto é quando ele ficou pobre, seus amigos se levantam contra ele, o que realmente acontece em nossos dias, pois as coisas não mudaram muito. Enquanto ele possuía bens era respeitado, admirado e honrado, (Jó 29.7-25). Diante disso, não podemos dizer que Jó possuía amigos de verdade. Jesus no Livro de João (15. 15-20) nos esclarece o que é amizade. Jesus sim é nosso amigo, porque tudo quanto ouviu de Deus nos fez conhecer. E ainda Tiago diz que a amizade do mundo é inimizade com Deus, dessa forma Jó não devia considerar aqueles como amigos sinceros, pois após a perda dos bens seus amigos o abandonaram (Jó 19.13), sendo de todos esquecido. Como diz o sábio Salomão, o pobre não tem amigos e é aborrecível a todos. A amizade feita com base nos valores e princípios humanos é assim mesmo, de forma que devemos, em nossos relacionamentos, saber distinguir os verdadeiros amigos daqueles que são apenas interesseiros. Devemos saber separar as situações, ou seja, saber até onde vai o relacionamento com as pessoas do mundo.

2. FIEL, AINDA QUE AS PERDAS PAREÇAM IRREPARÁVEIS
A sinceridade, a retidão, o temor e a integridade são marcas registradas do verdadeiro crente em Jesus. Era isso que Jó cultivava. Ele condena o materialismo (Jó 31.24,25), a idolatria (Jó 31.26-28), adultério (Jó 31. 9-12), alegrar-se com a desgraça de outros (Jó 31.29), a injustiça e a parcialidade (Jó 31.13; 32.21), o egoísmo (Jó 31. 16-21), a desonestidade e a mentira (Jó 31.5), e muitas outras coisas que define ou pelo menos impõe diretrizes para o bom andamento do relacionamento do crente com Deus. Não é sempre que Deus chega para o diabo e fala pra ele observar determinado crente. Jó manteve-se fiel diante de toda provação, afinal de contas Deus não dá prova maior que a pessoa não pode suportar. Jó frente ao sofrimento permaneceu firme em sua lealdade a Deus. Ele Confiava no Deus que servia, é por isto que ele disse: “Porque eu sei que meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra” (Jó 19.25). Nada o separaria do amor de Deus, nem o dinheiro, nem a doença, nem o pecado que tão de perto nos rodeia, e acima de tudo se desviava do mal, ou seja, era sábio, possuía conhecimento, sabia desviar-se do mal, resistir ao diabo para que o mesmo fugisse dele. Assim era a vida de Jó, o homem que alcançou testemunho de Deus.

2.1. A separação das pessoas que amamos
O relato bíblico do sofrimento do patriarca Jó vai além dos limites que um ser humano pode suportar se não estiver firmado em Deus, Jó perdeu tudo que possuía de forma abrupta, incluindo seus dez filhos no qual ele se preocupava e amava, qual é a pessoa que suportaria tudo isto sem ficar com problemas emocionais? Esta é a especialidade de satanás “O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir” (João 10.10a), satanás veio para roubar toda alegrias em nossas vidas. Jó passou essa dramática experiência sem se abalar psicologicamente porque era um homem que sabia reconhecer que tudo que possuía pertencia a Deus, e reconhecia Sua soberania em tudo em sua vida. Ao saber das tristes notícias, Jó não escondeu seu desgosto, isso não significa que havia perdido sua fé em Deus; ao contrário, suas emoções demonstraram que ele era ser humano, e que amava sua família. Deus criou nossas emoções e não é pecado expressá-las como fez Jó. Se você sofreu uma grande perda, admita seus sentimentos a si mesmo, aos outros e principalmente a Deus e receba de Deus o consolo que está precisando.

2.2. A perda dos bens materiais
Apesar de todos os infortúnios sofridos, Jó demonstra a sua comunhão profunda com o Senhor, mesmo diante de todas as perdas de seus bens, Jó não teve outra atitude senão adorar a Deus e permanecer fiel a Ele. Jó foi um servo abençoado por Deus com prosperidade material, fazendo dele naquela época o "maior do que todos os homens do oriente" (Jó 1.3-5). Sua prole era no total de dez filhos. Sua riqueza era tanta que o satanás disse que se Deus privasse Jó de usufruir seus bens materiais, ele cessaria de servir ao Senhor e ainda, afirma que tudo que Jó tinha daria em troca da sua alma e blasfemaria de Deus. Os primeiros textos do seu Livro Jó Cap.(1.2-4), tratam de sua fortuna. Hoje algumas pessoas se aproveitam deste texto e pregam uma doutrina da prosperidade, dizendo que se é servo de Deus precisa ser rico, entretanto vale lembrar que o pai de Jesus era carpinteiro, portanto de baixa renda, e depois que Jesus inicia seu ministério diz que não tem onde colocar a cabeça. O crente deve ser fiel no pouco e no muito e aprender a dizer como Jó: “Nu sai do ventre da minha mãe e nu voltarei para lá, o Senhor me deu o Senhor tomou, bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1.21). Quão profundas são estas palavras, Jó se coloca na inteira dependência de Deus, não tinha sua vida como preciosa, para ele assim como para Paulo o viver era Cristo (Justificação) e o morrer era ganho (vida eterna).

2.3. A irrefutável realidade das enfermidades
Jó foi um homem que serve como modelo de confiança e obediência a Deus, mas ainda assim, Deus permitiu que satanás o atacasse de forma cruel. Muitas crentes imaginam por serem servos de Deus não poderão adoecer e passar por sofrimentos. Mas embora Deus nos ame, crer Nele e obedecê-lo não nos isenta de calamidades na vida. Reveses, tragédia e tristezas atingem todas as pessoas, independente de serem crentes ou não. Todavia, Deus espera que, durante nossas provas e nossos sofrimentos expressemos nossa fé em Deus ao mundo.

3. COMO MANTER-SE FIEL MESMO ANTE AS INSTABILIDADES DA VIDA
Somente permanecendo firme em Deus a pessoa consegue superar todas as adversidades na vida. A pessoa que deposita toda confiança em Deus consegue passar as provas que estão suscetíveis na vida de qualquer pessoa, incluindo os crentes. “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e o mais ele o fará” (Sl 37.5). A mensagem de Jó é que não podemos perder a esperança em Deus frente às instabilidades da vida. Deus é capaz de resgatar do sofrimento, mas também pode permitir que o sofrimento ocorra por motivos além de nossa compreensão. Em nossos dias passamos por momentos bons e ruins, porém no Senhor somos capacitados a vencer todos os obstáculos, é isso que o apóstolo Paulo diz no contexto de Filipense “Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece” Cap. 4. 11-13.

3.1. Manter convicções estabelecidas
A Bíblia apresenta o estado inicial de Jó, toda a sua prosperidade, porém, em momento algum, diz que o coração de Jó estava voltado para tudo o que possuía, mas, sim, confiava e tinha esperança somente em Deus. Jó era um servo convicto quanto a sua fé, diante de todos os problemas ele não se deixou abalar, estava sustentado pelo Criador que permanece para sempre.

3.2. Não aplicar a teologia da causa e efeito na vida
O Senhor reprovou os três amigos de Jó pela sua falsa teologia da prosperidade e do sofrimento, evidente nas suas acusações contra Jó. Os três principais erros deles foram: (1) Ensinavam um princípio retributivo da prosperidade e do sofrimento - que os justos sempre são abençoados e que os ímpios são castigados. (2) Insistiam que Jó confessasse um pecado que ele não cometera, para livrar-se do sofrimento e receber a bênção divina. Pelo teor do seu conselho, eles tentaram Jó a voltar-se para Deus, visando ao seu proveito pessoal. Se Jó tomasse o conselho deles, teria (a) invalidado a confiança de Deus nele, e (b) confirmado a acusação de Satanás, de que Jó temia a Deus apenas em troca de bênçãos e vantagens. (3) Falaram com arrogância, alegando terem aprovação divina para sua doutrina e teologia falsas.

3.3. Compreender a soberania divina
Jó reagiu às fatalidades que lhe aconteceram com intensas aflições, mas também com bastante humildade submeteu-se a soberania de Deus e continuou a adorá-lo em meio a mais severa adversidade. O livro de Jó demonstra como o crente fiel deve enfrentar os contratempos da vida. Embora possamos enfrentar sofrimentos que não sabemos explicar, devemos orar pedindo graça para aceitar o que Deus permitir que soframos, pedindo também à revelação e compreensão do seu significado. Deus cuidará dos nossos confusos sentimentos e lamentos, se o levarmos a Ele – não com rebeldia, mas com sincera confiança Nele como um Deus amoroso. Em Jó Cap. (40.2) por meio de uma pergunta “Porventura o contender contra o Todo Poderoso é sabedoria? Quem argui assim a Deus, responda por isso”. Deus procura mostrar ao patriarca que Ele é quem governa o mundo, assim, não estava Jó em condições de exigir do Senhor uma prestação de contas ou ensiná-lo a agir, muito pelo contrário, somos nós que devemos ser seus alunos, seus discípulos, seus aprendizes. Jesus mesmo disse que deveríamos aprender dele (Mt 11.29). Portanto, como soberano, é Ele quem manda, é Ele quem dar as diretrizes, nós simplesmente obedecemos. É exatamente o que Jó reconhece de Deus no Cap. (42.2), “Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos podem ser impedidos".

CONCLUSÃO
Esta história serve-nos de conforto espiritual. Pois, se o sofrimento hoje nos parece estranho, amanhã, os resultados que trará para nossa vida será surpreendente. Se as provas são grandes, creia que, o mesmo que ocorreu com Jó, haverá de acontecer com você, também haverá em tua vida um final feliz.

FONTES:
BÍBLIA. Português. Atualizada da tradução de João Ferreira de Almeida, da Sociedade Bíblica do Brasil, 2010.

BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995.

PEARLMAN, Myer Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. São Paulo: Vida, 2006.

REVISTA DO PROFESSOR: Jovens e Adultos. Fidelidade. Rio de Janeiro: Editora Betel – 1º Trimestre de 2015. Ano 25 n° 94. Lição 12 – Fidelidade em tempos de crise.

COMENTÁRIOS ADICIONAIS:
Diácono ANCELMO BARROS DE CARVALHO, Servo do Senhor Jesus.

Email: ancelmobarros@gmail.com

15 de fevereiro de 2015

Curso Teológico Paulo Leivas Macalão

Estão abertas as inscrições para o 2º Curso Básico de Teologia "Paulo Leivas Macalão".  O curso tem duração de 2 anos, com encontros semanais (uma vez por semana) na Igreja. Interessados procurar o irmão ANCELMO na igreja ou ligar para o nº  (61) 8329-8113.
Foto da 1ª Formatura - Dez 2014

11 de novembro de 2013

A Classe Jóias Preciosas inaugura nova sala, com nova mobília e novos materiais didáticos

A Classe Jóias Preciosas inaugurou neste domingo (10/11/2013) sua nova sala, com novas mobílias e novos materiais didáticos. O projeto de restauração e renovação da sala surgiu com a mãe de um aluno, LEILA RAMOS, que ao ver a dificuldade das professoras em ministrar suas aulas, devido à condições do espaço, dos móveis e do material didático utilizado, resolveu fazer alguma coisa para ajudar na restauração e renovação deste pequeno espaço. Ela juntamente com as professoras MANASSÉS TRINDADE e ANTÔNIA DA SILVA NEVES realizaram um bazar numa escola pública, cantinas na igreja e outras atividades no intuito de arrecadar fundos. Também contou com a ajuda e doações de familiares e irmãos da igreja para concluir o projeto. O projeto inclui a restauração da sala (retoques e pintura), troca dos móveis e materiais didáticos. A ideia agora é continuar e fazer o mesmo com as salas dos "Amiguinhos de Jesus" e os "Cordeirinhos". Que Deus abençoa a irmã Leila, Manassés e Antônia pela iniciativa e conclusão deste abençoado projeto. Parabéns a todas!      

Pr. Saulo, dirigente da Igreja, cortando a fita de inauguração
Veja outras imagens na página: "Classe Jóias Preciosas"

3 de outubro de 2013

Dia Nacional da EBD

Nossa Escola Bíblica Dominical, em comemoração ao dia Nacional da EBD,  homenageou algumas classes e alunos destaques do 1º semestre de 2013. Quatro alunos receberam um certificado de Honra ao Mérito, por ter sido NOTA 10, neste primeiro período de 2013. foram eles: Valmir Teodoro, Magna Batista, Vitória da Silva e Izabela da Silva (Não tiveram nenhuma falta). Na ocasião, foram também homenageados o aluno destaque de cada classe: Vitória da Silva Neves (classe Jóias Preciosas, Izabela da Silva Neves (classe Amiguinhos de Jesus), Izadora Batista de OLiveira (classe Cordeirinhos), Izamara Batista de Oliveira (classe Nova Geração), Luana Ramos Lopes (classe Nova Vida), Valcir Gonçalves da Silva (classe Elias), Valmir Teodoro (classe Gideão), Cleidiane Batista de Oliveira (classe Lídia) e Rosa Maria Rodrigues (classe Sarah). As Classes Destaques no Semestre foram: AMIGUINHOS DE JESUS com 71% de FREQUÊNCIA no Semestre 1º semestre e CLASSE SARAH, com 65% de FREQUÊNCIA. PARABÉNS A TODOS.

 

28 de maio de 2013

Ebd e Gincana no Cefis


A EBD realizou neste último domingo (26/05) sua Escola Bíblica no Clube do Cefis. O evento marcou o encerramento da 1ª etapa da Gincana Ebd 2013. Assim, depois da Aula ministrada pelo Pb. Erivelton Paiano, foram realizadas várias brincadeiras valendo pontos. Esteve presente entre alunos e convidados, quase 200 pessoas. Próximo domingo dia 02/06 começa a nova etapa da Gincana e a atividade iniciando esta nova etapa é a arrecadação de óleo de cozinha, para composição das cestas básicas para a viagem missionária no Piaui e para o Camping Ebd 2013. Deus abençõe a todos!
  

 Mais Fotos na página:"Fotos da Ebd no Cefis"