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Revista Betel - Comentários Adicionais

4º Trimestre de 2016
Outubro a Dezembro
Adoração & Louvor
"A excelência e o propósito de uma vida inteiramente dedicada a Deus"

COMENTÁRIOS ADICIONAIS
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Entendendo o que é adoração - Comentários Adicionais

ENTENDENDO O QUE É ADORAÇÃO
(Lição 01 - 02 de Outubro de 2016)

Texto Áureo
“Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.” Jo 4.24

Verdade Aplicada
Adorar em espírito e em verdade é obedecer ao padrão de Deus para a adoração.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
*DEFINIR o conceito bíblico da adoração;
*OBSERVAR a urgente necessidade de um conhecimento mais profundo sobre adoração;
*ENCORAJAR-NOS ao exercício de uma adoração que agrade a Deus.

Textos de Referência
Jo 4.19 - Disse-lhe a mulher: Senhor, vejo que és profeta.
Jo 4.20 - Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar.
Jo 4.21 - Disse-lhe Jesus: Mulher crê-me que a hora vem em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai.
Jo 4.22 - Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus.
Jo 4.23 - Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem.

INTRODUÇÃO
Entender o que é adoração parece um tanto fácil, já que o assunto está no nosso dia a dia e é uma das essências vida cristã. Entretanto, compreender, o real significado dessa essência é algo bem mais complexo e requer muito mais esforço do que se pode imaginar. A verdadeira adoração tem uma amplitude de muito maior alcance do que aquele que normalmente entendemos. Adorar a Deus como Ele merece e quer é um processo que vai além de um mero culto, evento musical, serviços de cânticos, louvores, etc. A palavra traz em si conotações mais intimas e afetivas. Abrange tudo isto e muito mais. Nela também inclui aquilo que somos, possuímos ou fazemos. Nossa vida já deve ser em si, um ato de adoração a Deus. Essa adoração, no qual vivemos e nos movemos (At 17.27-28), são acima de tudo, atitudes de nosso homem interior, imagem e semelhança do criador (Gn 1.26). É por esta razão que a Bíblia não esgota suas páginas em afirmar que a adoração é o propósito central de nossa existência (Ef. 1.5-6,12-14; Rm 11.36; 14.7-8; Is 43.7,21; Sl 95.6-7).

1. DEFININDO ADORAÇÃO
Na Antiga Aliança, a adoração eram demonstrações exteriores definidas basicamente pela formalidade (Hb 9.1) e por posturas físicas adotadas no ato de adorar (Gn 24.26,48; Ex 4.31; 12.27; Js 5.14; 2 Cr 29.29-30; Ne 8.6; Jô 1.20; 4.22-24; Sl 95.6; 132.7). Com o advento da Nova Aliança, a adoração passou a ser, acima de tudo, uma postura espiritual (Hb 9.9-10; Jo 4.23-24), tendo como base principal, a estrutura espiritual de quem crê, teme, ama e serve ao Deus Altíssimo. Ela se reflete no desejo de comunhão progressiva que temos com Ele e de nossa intenção de cultuá-Lo (Rm 12.1-2; 13.15-18). É uma necessidade interior que leva o ser humano a aceitar, integralmente, a soberania de Deus e o Senhorio de Cristo (Ef 1.6,12,14). Render, servir e reverenciar são apenas três verbos que o nosso comentarista utilizou com o objetivo de definir, de uma forma geral, o que é adoração. No entanto, existem muitos outros verbos e termos, como por exemplo: prostrar-se, inclinar-se, curvar-se, ajoelhar-se, entregar-se venerar, cultuar, louvar, cantar, exaltar, glorificar, enaltecer e etc, que também são utilizados com o intuito de conceituar o que é adoração. Entretanto, dada à sua abrangência, nenhum destes por si só, são suficientes para descrever com precisão o real significado que o termo requer, mas apenas comunicam a ideia do que pode ser, visto que o assunto abarca todos estes e muitas outras mais, simultaneamente.
                                                          
1.1. Adorar significa render-se
Um dos conceitos apresentados pelo comentarista no intuito de definir o que é adoração, é que, adorar é um ato de total rendição. A ideia básica é a de submissão, isto é, de reconhecer a nossa inferioridade e aceitar a superioridade de Deus, colocando-nos à Sua inteira disposição, em gratidão e adoração (Hb 12.28). Nas Escrituras o termo original mais utilizado para designar esse ato é “proskuneo” e significa “prostrar-se, inclinar-se a ponto de beijar os pés, submeter-se, render-se, etc” (Gn 24.26; Ex 4.31, 12.27; Js 5.14; 2 Cr 29.29-30; Ne 8.6; Jô 1.20; Sl 95.6; 132.7; Mt 2.2, 11; Mc 15.19; Fp 3.3; Ap 5.14; 11.16; 15.4; 22.8-9). Essa atitude indicava que todo judeu devia manter e administrar sua vida como reconhecimento da soberania e autoridade divina. De fato a rendição é um tributo de submissão que fazemos para o Senhor, e, portanto, uma das formas visíveis de adorar a Deus (Sl 95.6; 2 Cr 29.30; Mt 2.11).

1.2. Adorar significa servir
Outro conceito apresentado pelo comentarista da lição com o objetivo de definir o que é adoração, é que, adorar é um sublime ato de servir. Nas Escrituras a palavra original grega mais utilizada é “latreia” e significa “cultuar, oferecer sacrifícios espirituais” (Rm 12.1). O apóstolo Pedro declara que nós somos templo espiritual edificado para a glória de Deus. Diz ainda, que somos um sacerdócio santo para oferecer sacrifícios espirituais, o que se constitui um serviço de adoração (1 Pe 2.5,9). Adorar a Deus significa não só cultuar, mas serví-lO a todo instante, a todo o momento (Hb 13.15). A ideia é oferecer a Deus tudo o que somos e tudo o que existe em nossa vida: Nossos recursos, nossa inteligência, nossas forças, nosso compromisso, nossa dedicação etc (Hb 13.16-18). Há pessoas que se preocupam em ter uma vida de adoração apenas nas quatro paredes do templo de sua igreja local, esquecendo-se totalmente de que também são templos do Espírito Santo (1 Co 6.19; 2 Co 6.14-18). A adoração a Deus envolve os momentos de culto e de devoção coletiva, mas, envolve também, os instantes de devoção individual, de oração diária, de leitura da Palavra de Deus, testemunhos, etc (1 Co 3.16-17; 1 Tm 3.7).

1.3. Adorar requer atos de reverência
O último conceito apresentado pelo nosso comentarista, é que, adorar a Deus requer reverência. Nas Escrituras a palavra original grega utilizada para representar é “sebein” e significa “reverenciar com temor”. Portanto, adoração consiste também nos atos e atitudes que reverenciam e honram a majestade de Deus (Sl 2.11). O verdadeira adorador tem uma reverente preocupação de fazer o que agrada a Deus (Rm 11.2). Infelizmente, muitos costumam tratar Deus como um ser qualquer e isto tem gerado falta de temor, reverência e respeito quando nos apresentamos diante d’Ele (Hb 12.28; Hc 2.20). A lição ensinada a Moisés no incidente da sarça é necessária e indispensável em nossos dias (Êx 3.5). Grande parte dos cristãos, não fazem diferença entre o santo e o profano, entre o puro e o impuro (1 Co 10.21). Nosso povo precisa ser ensinado a demonstra maior respeito e reverência para com Deus e as coisas sagradas (Sl 89.7; Ec 5.1; Js 5.15).

2. OS PRÉ-REQUISITOS DA ADORAÇÃO
Os pré-requisitos ou requisitos da adoração cristã, além dos mencionados pelo comentarista, estão também intimamente ligados ao grau de conhecimento, de relacionamento e de comprometimento que temos com a pessoa de Deus e de seu Filho Jesus Cristo. Em regra, a verdadeira adoração só é entendida e compreendida quando conhecemos aquele a quem adoramos (Jo 4.22); só é sentida e experimentada quando desfrutamos de um íntimo relacionamento com Ele (2 Co 6.16-18); só é aceitável quando assumimos de coração o compromisso de amá-LO acima de todas as coisas (Rm 12.1-2; Jo 14.23)).

2.1. O Novo Nascimento
A verdadeira adoração é prestada a Deus somente por aqueles que nasceram de novo. Na verdade, por causa de sua situação decaída, o homem por si só jamais seria capaz de adorar a Deus. Embora todos os homens possuam consciência de Sua existência (Rm 1.19-20), esta “consciência” não o habilita a prestar uma adoração aceitável. Ao contrário, a Bíblia e a própria história prova que os homens decaídos chegam aos mais diversos disparates religiosos (Rm 1.21-26), menos ao conhecimento real de Deus. O homem corrompido pelo pecado estará propenso muito mais a produzir imagens e deuses falsos para si (Rm 1.23), do que prestar uma adoração aceitável ao Senhor (Rm 12.1). O fato é que nenhum homem jamais buscaria ao Deus vivo se o Senhor primeiro não o chamar. Por isso, todos os que se achegam a Deus foram antes procurados por Ele, e justificados pelo sangue de Jesus, e assim, habilitados a comparecer diante de sua face gloriosa. Em seu estado decaído, o homem, não poderia sobreviver na presença de Deus nem só por um instante. É por essa razão, que a conversão é um requisito indispensável para a verdadeira adoração. Somente um coração convertido e regenerado pode adorar a Deus de forma agradável e aceitável.

2.2. A quebra dos ídolos
Na adoração, quebrar os ídolos do coração é algo mais complexo e difícil do que deixar de adorar imagens. Com o novo nascimento, fomos visivelmente libertos da adoração de imagens, entretanto, muitos crentes ainda não deixaram os ídolos do coração, isto é, ídolos que não podemos ver ou apalpar. E, são esses ídolos não visíveis ou tangíveis os mais difíceis de serem quebrados (Êx 32.21). Nunca seremos adoradores por excelência, enquanto o mundo, outras pessoas ou coisas (grupos musicais, cantores, projetos, status sociais, carro, casa, dinheiro, filhos, esposas, própria vida, etc) tomarem o lugar de Deus em nossa vida (Tg 4.4-5; Mt 6.24; 2 Co 6.16-18). Nunca seremos usados da forma como poderíamos ser usados, enquanto não derrubarmos os altares que existem em nossas vidas (Tg 4.8). Há muitos crentes que vão à igreja, para ver o cantor ou o pregador, seus “ídolos gospel”, e, como paparazzi têm ainda a coragem de atrapalhar o culto tirando fotos ou filmando suas “estrelas”. Estão adorando a Deus ou as personalidades? Há também, muita gente na igreja amando mais a si mesmo e/ou ao que possui do que a Deus, chegando ao ponto de termos dentro da igreja muitos “senhores” e poucos “servos”. A verdadeira adoração só tem sentido em nossa vida quando fazemos aquilo que agrada a Deus em detrimento àquilo que agrade a nós mesmo e/ou aos outros. O egoísmo não é mais predominante. Ele visa viver para o louvor e glória de Deus. Portanto, não apoia sua fé em coisas materiais ou materiais, mas sim na Palavra de Deus (Gl 2.20; Hb 12.28-29).

2.3. Um coração sincero
Adorar é agir em sinceridade de coração. O coração de um verdadeiro adorador deve ser puro, sincero, justo e cheio de amor. Deus quer que lhe adoremos com um coração autêntico e genuíno e não só de lábios ou da boca para fora (Mt 15.7-9). Quando nos apresentamos para adorar, Deus olha a postura do nosso coração (Amós 5.21-24). O escritor aos Hebreus também nos dá uma boa dica ao escrever: “Aproximemo-nos com coração sincero, com a plena certeza da fé, com o coração purificado da má consciência e tendo o corpo lavado com água limpa” (Hb 10.22). Não adianta mostrar espiritualidade só nos cultos, diante do pastor e da igreja ou em casa e na sociedade, sem apresentar bom testemunho de cristão (1 Tm 3.7). Antes de se apresentar para adorar a Deus é preciso primeiro tirar a mascara da hipocrisia e da mentira! Nossa adoração não deve ser uma mera atividade ritual (Is 1.11-17; Am 5.21-23), deve ser sincero, de coração, com participação da mente e da vontade de obedecer (Rm 12.1; Ef 5.19; Cl 3.16).

3. ELEMENTOS INDISPENSÁVEIS À ADORAÇÃO
Adoração não é um estilo musical é um estilo de vida. É o resultado do encontro da alma com seu Criador. Segundo as Escrituras, a adoração envolve pelo menos três elementos: Os atributos de Deus, as obras de Deus e a nossa gratidão a Deus. Adoramos a Deus pelo que Ele é: Santo, justo, misericordioso, amoroso, bondoso, etc (Sl 99.9; Is 6.3; Sl 135.3-5); Adoramos a Deus pelo que Ele tem feito: Criação, salvação, provisão, etc (Ap 4.11; Sl 95.1-6; Sl 135.6-12); Adoramos a Deus como resultado do reconhecimento de sua grandeza e em resposta a Ele como o supremo doador de tudo o que é bom (Is 49.13; Sl 135.13-21). Nossa adoração não se baseia no que podemos fazer por Deus, mas no que Ele faz por nós. Deixando de adorar, estamos desconsiderando e desrespeitando o Deus merecedor que tão bondosamente age em nosso favor.

3.1. Contemplação: a dádiva esquecida
Segundo a Wikipédia, contemplação em sentido usual e comum significa "admirar e/ou meditar sobre alguma coisa". Em um contexto religioso, no entanto, significa “alcançar Deus através da vivência pessoal”. Deus, Sua natureza e atributos, bem como as obras por Ele criadas, têm algo em comum com a nossa experiência contemplativa. Apesar de pouco conhecido e exercitado a contemplação é uma das mais elevadas expressões de vida intelectual e espiritual. Através dela a vida intelectual e espiritual é plenamente despertada e ativada. Pelo exercício da contemplação adquirimos, por exemplo, consciência da extraordinária grandeza de Deus, da pequenez do ser humano em detrimento dessa grandeza, da origem e gratidão pelo dom da vida, etc. No texto de Salmo 8.3-4, Davi mostra-se extasiado com os esplendores da criação e isto o leva a adorar o seu criador. No Salmo 19.1, o universo, com suas distâncias infinitas, também são reconhecidas como obra dos dedos de Deus. Diante de sua glória insuperável, quem somos nós para conjecturar sobre Ele? Ao observar tudo isto, Davi chegou à conclusão de que Deus é imensuravelmente esplendoroso e o homem um ser sem nenhuma expressão ante a essa grandeza. O crente que deixa de exercitar essa dádiva, tende a empobrecer-se espiritualmente.

3.2. Alegria: o sorriso que não termina no final da música
A alegria propicia o louvor ou o louvor propicia a alegria? O apóstolo Thiago já dizia: “Está alguém alegre? Cante louvores” (Tg 5.13). Em muitas reuniões cristãs a música e algumas outras apresentações levam as pessoas a um “êxtase emocional”, mas não levam ao “Trono de Deus”, porque não trazem em si a presença do Espírito de Deus (Amós 5.23). São apresentações superficiais de cantores ou grupos musicais acompanhados de “dançarinas” e/ou grupos teatrais que trazem como resultado uma geração que aplaudem, pulam, dançam, mas não buscam a santificação e não adoram de verdade. Quando a adoração é verdadeira a principal função do Espírito Santo é ministrar às nossas necessidades espirituais e não emocionais ou pessoais. Sabe aquele sentimento de que tudo faz sentido? É essa a sensação que nós sentimos quando adoramos e servimos a Deus. A Bíblia descreve o regozijo do povo de Deus no correr dos anos e não economiza palavras para mencionar a intensidade e a qualidade dessa alegria. Esta experiência está diretamente relacionada ao contato que temos com Deus, na pessoa do Espírito Santo, que enche o nosso ser, e, portanto não termina no final de uma apresentação musical (Sl 16.11; 9.2; 32.11; 33.1; 43.4; 90.14; 97.12; 119.162; Ec 2.25; Is 51.11; Hc 3.18; 2 Co 8.2; 1 Pe 1.8; Fp 3.1; 4.4; 1 Ts 1.6; Lc 10.20; At 15.3; At 20.35; Tg 1.2).

3.3. Entrega: a adoração incondicional
Na Antiga Aliança os holocaustos eram parte do processo de adoração, representando a entrega total do homem ao seu criador. Entretanto, com a Dispensação da Graça a adoração passou a ter maior significado, pois foram substituídos os símbolos rituais “externos”, pela realidade “interna” da verdadeira adoração (Jo 4.23-24; Rm 12.1-3). Deixou de ser uma representatividade física e passou a ser uma realidade espiritual (Jo 4.20-24). Tornou-se uma disposição interior que leva o ser humano a aceitar e a entregar incondicionalmente à soberania de Deus e ao Senhorio de Cristo. A vida de um crente, portanto, a partir da consumação de obra de Cristo, passou a ser um altar, uma vida de adoração. Se nossa geração de fato quer aprender a adorar, tem que descobrir nas Escrituras o que é que Deus tinha em mente quando chamou e os convidou a adorá-Lo (1 Pe 2.5,9).

CONCLUSÃO
A verdadeira adoração é mais facilmente experimentada do que explicada. No seu bojo ela sempre exaltará o Senhor, transformará o adorador e convencerão os outros da presença de Deus. Os passos a serem tomados para entender a verdadeira adoração são exercícios espirituais e contradizem profundamente nossa natureza e impulsos carnais. Por isso, examinar nossas intenções e avaliar nossas ações deve ser exercícios constantes em nossa vida de adoradores. Além do mais, nosso coração deve ser continuamente guardado contra o egocentrismo a fim de que possamos evitar nossa vontade e fazer a vontade de Deus. Somente adorando ao Senhor do jeito Dele, e não do nosso, é que entenderemos o real sentido da adoração e seremos recebidos e aceitos por Ele.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Revista BETEL DOMINICAL: Jovens e Adultos. Adoração & Louvor – A excelência e o propósito de uma vida inteiramente dedicada a Deus. Rio de Janeiro: Editora Betel – 4º Trimestre de 2016. Ano 26 n° 101. Comentarista: Pastor José Elias Croce. Lição 01 – Entendendo o que é adoração.

Revista JOVENS E ADULTOS: Pontos Salientes da Nossa Fé – Doutrinas essenciais para a prática de uma vida cristã sadia e equilibrada. Rio de Janeiro: Editora Betel – 2º Trimestre de 2013. Ano 23 n° 87. Comentarista: Pastor Valdir Alves de Oliveira.

BÍBLIA. Português. Bíblia de Estudo Matthew Henry. Almeida Revista e Corrigida. Rio de Janeiro. Editora Central Gospel. 1ª Edição, 2014.

CONTEMPLAÇÃO. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Contempla/ > Acesso em 15 de setembro de 2016.

O QUE É CONTEMPLAÇÃO. Disponível em: https://vidacontemplativa.wordpress.com > Acesso em 15 de setembro de 2016.

COMENTÁRIOS ADICIONAIS:

Pr. Osmar Emídio de Sousa. Servidor Público Federal; Bacharel em Direito pela faculdade PROJEÇÃO; Bacharel em Missiologia pela antiga Escola Superior de Missões de Brasília; bacharel em Teologia Pastoral, pela FATAD (Faculdade de Teologia das Assembleias de Deus de Brasília); Pastor credenciado na CONAMAD e superintendente da EBD, na AD316, Subsede da ADTAG.



Lição 01 - Entendendo o que é adoração

ENTENDENDO O QUE É ADORAÇÃO
(Lição 01 - 02 de Outubro de 2016)

Texto Áureo
“Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.” Jo 4.24

Verdade Aplicada
Adorar em espírito e em verdade é obedecer ao padrão de Deus para a adoração.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
*DEFINIR o conceito bíblico da adoração;
*OBSERVAR a urgente necessidade de um conhecimento mais profundo sobre adoração;
*ENCORAJAR-NOS ao exercício de uma adoração que agrade a Deus.

Textos de Referência
Jo 4.19 - Disse-lhe a mulher: Senhor, vejo que és profeta.
Jo 4.20 - Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar.
Jo 4.21 - Disse-lhe Jesus: Mulher crê-me que a hora vem em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai.
Jo 4.22 - Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus.
Jo 4.23 - Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem. 

Lições para acervo da Biblioteca

A Biblioteca da nossa EBD está passando por uma reforma e pretendemos reinaugurar no final do ano. Em nossos levantamentos identificamos que está faltando 4 (Quatro) Edições de Revistas da EDITORA BETEL. Caso você tenha algumas destas edições abaixo e queira ajudar fazendo a DOAÇÃO à nossa BIBLIOTECA, envie-nos para: QN 316, Conjunto 4, Lotes 3/4, Área Especial, Samambaia Sul/DF; ou, entre em contato conosco pelo WatsApp 8354-8309, ou ainda, pelos telefones: 8636-8990 (Oi) e 8354-8309 (Tim). Segue abaixo as lições Jovens e Adultos que faltam em nosso acervo:

Betel Dominical Nº 01
1991
4º Trimestre
Betel Dominical Nº 06
1993
2º Trimestre
Betel Dominical Nº 19
1996
2º Trimestre
Betel Dominical Nº 22
1997
1º Trimestre
 

Homenagem da EBD ao dia do PROFESSOR

No dia 15 de outubro comemoramos o Dia dos Professores! A Escola Bíblica Dominical da AD316 de Samambaia Sul/DF, AGRADECE e PARABENIZA todos esses MESTRES e EDUCADORES CRISTÃOS, pela dedicação e esmero, na FORMAÇÃO de Crianças, Jovens e Adultos para o Reino de Deus.  A EBD316 tem imensa satisfação em cooperar junto com vocês na construção de uma EDUCAÇÃO CRISTÃ SÓLIDA e pautada em valores e princípios bíblicos. Obrigado a todos vocês Professores! Que Deus abençoe os vossos MINISTÉRIOS!!

Escola Bíblica de Férias 2015

ESCOLA BÍBLICA DE FÉRIAS 2015

DATA: 30,31 de Julho e 1º de Agosto de 2015
 Sexta e Quinta 14 ás 17 horas - Sábado de 8h30 às 16h
LOCAL:  AD316 -  Samambaia Sul/DF

A Classe Jóias Preciosas inaugura nova sala, com nova mobília e novos materiais didáticos

A Classe Jóias Preciosas inaugurou neste domingo (10/11/2013) sua nova sala, com novas mobílias e novos materiais didáticos. O projeto de restauração e renovação da sala surgiu com a mãe de um aluno, LEILA RAMOS, que ao ver a dificuldade das professoras em ministrar suas aulas, devido à condições do espaço, dos móveis e do material didático utilizado, resolveu fazer alguma coisa para ajudar na restauração e renovação deste pequeno espaço. Ela juntamente com as professoras MANASSÉS TRINDADE e ANTÔNIA DA SILVA NEVES realizaram um bazar numa escola pública, cantinas na igreja e outras atividades no intuito de arrecadar fundos. Também contou com a ajuda e doações de familiares e irmãos da igreja para concluir o projeto. O projeto inclui a restauração da sala (retoques e pintura), troca dos móveis e materiais didáticos. A ideia agora é continuar e fazer o mesmo com as salas dos "Amiguinhos de Jesus" e os "Cordeirinhos". Que Deus abençoa a irmã Leila, Manassés e Antônia pela iniciativa e conclusão deste abençoado projeto. Parabéns a todas!      

Pr. Saulo, dirigente da Igreja, cortando a fita de inauguração
Veja outras imagens na página: "Classe Jóias Preciosas"

Dia Nacional da EBD

Nossa Escola Bíblica Dominical, em comemoração ao dia Nacional da EBD,  homenageou algumas classes e alunos destaques do 1º semestre. Quatro alunos receberam um certificado de Honra ao Mérito, por ter sido NOTA 10, neste primeiro período do ano. foram eles: Valmir Teodoro, Magna Batista, Vitória da Silva e Izabela da Silva (Não tiveram nenhuma falta). Na ocasião, foram também homenageados o aluno destaque de cada classe: Vitória da Silva Neves (classe Jóias Preciosas, Izabela da Silva Neves (classe Amiguinhos de Jesus), Izadora Batista de OLiveira (classe Cordeirinhos), Izamara Batista de Oliveira (classe Nova Geração), Luana Ramos Lopes (classe Nova Vida), Valcir Gonçalves da Silva (classe Elias), Valmir Teodoro (classe Gideão), Cleidiane Batista de Oliveira (classe Lídia) e Rosa Maria Rodrigues (classe Sarah). As Classes Destaques no Semestre foram: AMIGUINHOS DE JESUS com 71% de FREQUÊNCIA no Semestre 1º semestre e CLASSE SARAH, com 65% de FREQUÊNCIA. PARABÉNS A TODOS.