24 de setembro de 2014

LIÇÃO 13 – JESUS, O MODELO INIGUALÁVEL DE LÍDERANÇA

LIÇÃO 13 – 28 DE SETEMBRO DE 2014 - EDITORA BETEL
JESUS, O MODELO INIGUALÁVEL DE LÍDERANÇA

TEXTO ÁUREO                                                  
“Eis aqui o meu servo, que escolhi, o meu amado, em quem a minha alma se compraz. Farei repousar sobre ele o meu Espírito, e ele anunciará juízo aos gentios”. Mt 12.18

VERDADE APLICADA                                                   
Jesus Cristo é o modelo mais perfeito para aqueles que desejam sucesso na vida e em sua liderança.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Definir o que significa uma liderança delegada;
Demonstrar o que é uma liderança servidora;
Apontar o trabalho de um líder cristão como privilégio e responsabilidade.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Is 42.1 - Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem a minha alma se compraz; pus sobre ele o meu Espírito, e ele promulgará o direito para os gentios.
Is 42.2 - Não clamará, nem gritará, nem fará ouvir a sua voz na praça.
Is 42.3 - Não esmagará a cana quebrada, nem apagará a torcida que fumega; em verdade, promulgará o direito.
Is 42.4 - Não desanimará, nem se quebrará até que ponha na terra o direito; e as terras do mar aguardarão a sua doutrina.
Is 42.5 - Assim diz Deus, o Senhor, que criou os céus e os estendeu, formou a terra e a tudo quanto produz; que dá fôlego de vida ao povo que nela está e o espírito aos que andam nela. 
Is 42.6 - Eu, o Senhor, te chamei em justiça, tomar-te-ei pela mão, e te guardarei, e te farei mediador da aliança com o povo e luz para os gentios;
Is 42.7 - para abrires os olhos aos cegos, para tirares da prisão o cativo e do cárcere, os que jazem em trevas.

INTRODUÇÃO
O maior modelo de liderança será sempre Jesus Cristo. Desde sua anunciação já se previa um Messias com qualidades jamais vistas pelos seres humanos. Jesus Cristo é o homem perfeito, o modelo para uma vida saudável, feliz e vitoriosa. Não existe líder que não deseje ser como Jesus. Nesta lição, veremos três pilares principais sobre os quais a liderança messiânica repousou, os quais nos servem de base para o desempenho do papel de liderança.

1. LIDERANÇA DELEGADA
Em várias ocasiões, Jesus demonstrou que sua missão e liderança haviam sido delegadas pelo Pai. Era imprescindível, portanto, que as pessoas cressem nele como alguém vindo de Deus. Séculos antes Ele havia sido apresentado de algumas maneiras que cabia àqueles cidadãos judeus observarem e conferir.

Assim como Deus delegou um trabalho a Jesus e Ele fez conforme combinaram, os líderes atuais devem fazer o mesmo. O dito popular que diz: "quer bem feito faça você mesmo", não está inserido na realidade da igreja e nem tão pouco na vida secular. Na antiga Grécia, os homens considerados sábios, eram aqueles dotados de vários conhecimentos, com o passar dos séculos, perceberam que o homem que se aperfeiçoasse em uma única área seria um especialista naquela área e traria benefício a sociedade. Na igreja não é diferente, cada crente tem sua chamada (I Coríntios 12:28). Com isso, quem prega que haja dedicação na Palavra, quem ensina haja dedicação ao ensino (Romanos 12:07), e assim chegaremos a um corpo sadio, fazendo uma excelente obra dentro da chamada de cada um.

1.1. Ele foi apresentado como servo
Isaías profeticamente apresenta o Messias como “ebed Javé” servo do Senhor. Na verdade a expressão servo nos remete para o caráter da missão resgatadora de Jesus (Mc 10.45). Embora, nos dias atuais, na visão do mundo a ideia de um líder servo não seja agradável, não temos o direito de omitir aos leitores o que a própria Bíblia quer dizer. Por isso, na igreja, se usa muito a expressão “liderança servidora” que comunica uma ideia diferente da proposta mundana. Visto que é a que mais se aproxima daquela determinada por Deus a Jesus, o Messias. Como Ele próprio chegou a dizer: “o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir” (Mt 20.28).

Jesus sempre amou ser o que era. Talvez o que mais nos frustre seja não saber quem somos ou o que fomos destinados a fazer. Ele era acima de tudo um servo feliz, gostava de ser humano, não vivia a reclamar da vida. e, mesmo sendo Deus, não usou de forma alguma a autoridade que possuía para livrar-se dos momentos difíceis e da missão que portava consigo. Ele foi até o fim, como um filho obediente e como um servo fiel.

Como bem dito na lição, um líder servo não agrada, porque ele se diferencia dos padrões mundanos, pois para o mundo o líder serve para dar ordens e cobrar resultados. Como os ensinamentos da Bíblia são contrários ao do mundo, os líderes da igreja atual não estão para serem servidos e sim para servir, assim como foi o exemplo de Jesus.

1.2. Escolhido para o prazer de Deus
O Messias profeticamente foi enviado para o deleite de Deus. Ele é simplesmente um servo obediente que se agrada em cumprir o seu propósito. Esse Servo-Líder foi escolhido e sustentado na sua missão até que todo o seu propósito se cumprisse. Os evangelistas fizeram questão de apontar esse aspecto messiânico em Jesus, ao registrarem a voz de Deus, demonstrando o seu agrado com relação à pessoa de Jesus: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo” (Mt 3.17) Devemos lembrar que, em termos de submissão, não havia diferença entre servo e filho. E Jesus nos ensina tanto a ser filhos quanto servos. Um servo-líder de Cristo deve entender que sua vida existe para o deleite de seu Senhor e não para deleite próprio. Na verdade, grande prazer têm aqueles que obedecem a Deus seja em que aspecto for, principalmente, liderando.

Todo líder precisa ter princípios éticos que estão inseridos na Palavra, para que esse líder possa entender a vontade de Deus e submeter-se a Ele. Os líderes em geral, devem se submeter ao dono da obra, assim como um soldado vai à guerra em defesa de seu país, assim se espera de toda e qualquer liderança.

1.3. Ele foi habilitado para servir
“Pus sobre ele o meu Espírito” (Is 42.1). O Espírito de Deus foi posto sobre o Messias para o serviço. É maravilhosa essa ideia de que um servo-líder de Cristo recebe uma graça adicional, o próprio Espírito de Deus vem habitá-lo, para capacitar-lhe a fazer a sua obra, e liderar na autoridade, e sob a ótica divina. O mais intrigante nisso tudo é que até mesmo Jesus atuou movido pelo Espírito Santo. Observemos agora o que diz Isaías quanto à qualidade do serviço executado por esse servo: “ele promulgará o direito para os gentios” (Is 42.1b). O modelo de serviço cristocêntrico contrasta em muito com o modelo de muitas lideranças, que em vez de servir desejam ser servidos.

Destaque para seus alunos que existem dois tipos de pessoas no que diz respeito a doar: algumas doam para viver, outras vivem para doar. Esses dois tipos de indivíduos não só têm diferentes hábitos de doação, mas também filosofias de vida diferentes. Quem vive para doar sempre está preocupado com a causa e a necessidade, quem doa para viver sempre oferece o suficiente. Jesus era um especialista em viver para doar.

Em todo o ministério de Cristo na terra, Ele estava servindo o povo, multiplicando o pão, curando os enfermos e instruindo o povo. No evangelho de João o povo queria fazer de Jesus rei, mas Ele recusou abertamente, falando que o reino dele não era deste mundo, ao contrário de muitos líderes da atualidade que não exercem o seu ministério dentro da vontade de Deus e querem se tornar rei e desejam somente serem servidos.

2. LIDERANÇA SERVIDORA
Toda liderança tem um objetivo e uma maneira de alcançá-lo. Deus se preocupou em revelar riquíssimos detalhes acerca da tarefa messiânica. Todavia, o espaço não permite uma exposição maior, sendo assim, ateremo-nos ao texto profético de Isaías.

2.1. Ele promulgará o direito
O profeta anuncia que o servo recebe uma investidura régia, pois é o eleito do próprio Deus. Dos versículos 5 ao 7, fala sobre o próprio Javé como criador. Este se dirige ao servo confirmando sua vocação que é orientada para uma libertação. No corpo da mensagem, vemos que o servo traria justiça às nações, teria um alcance mundial, e seria feita, no entanto, sem barulho e sem violência. Ele procederia de maneira calma e mansa para o estabelecimento da justiça no mundo. Nos dias atuais muitos companheiros de caminhada precisam de compaixão e encorajamento para suportar a carga que é parte de suas vidas e não resistindo desanimam. Algumas pessoas que estão em nosso convívio se parecem com esses pavios fumegantes. Por isso, somos todos convocados para animar e fortalecer mutuamente as canas quebradas e os pavios que se apagam. Essa foi a missão de Jesus, essa é a missão de cada líder e cristão.

A lâmpada era um pequeno vaso de barro com óleo, com uma alça para carregá-la e uma mecha de linho mergulhada no óleo de oliva. O texto fala em mecha fumegante se referindo a uma que se estava se apagando. A mensagem se dirigia aos enfraquecidos, a muitos dos que figurativamente eram como a cana. Essas pessoas se pareciam como um pavio fumegante, porque seu último sinal de vida quase já se apagava. Estavam realmente oprimidos e precisando de alguém que os curasse e guiasse suas vidas.

Toda liderança tem o seu objetivo na obra que lhe é proposta, a de Jesus era levar o homem ao arrependimento e se achegar a Deus. Os líderes evangélicos também devem ter essa visão, por meio da pregação do evangelho e das suas atitudes, auxiliando os órfãos e as viúvas nas suas necessidades (Tiago 1:27), conduzi-los a Jesus, esse deve ser o objetivo ideológico de todo e qualquer líder cristão, a prática de uma liderança servidora.

2.2. Servirá com suavidade
A comunicação messiânica seria sem estardalhaço, porém, cumpriria a sua missão de: “em verdade promulgar o direito”. Não haveria clamor, gritos, voz pública, mas haveria direito outorgado às pessoas. Um líder numa organização eclesiástica se defrontará com o momento em que seu papel não será pregar, gritar e clamar, apenas anunciar o direito em Cristo Jesus das pessoas. São verdades que numa conversa em tom suave aumentam a compreensão e trazem um poderoso efeito nas vidas. Embora a gentileza seja suave, será firme o suficiente para acabar com a desumanidade. Interessante é a expressão “pavio que fumega”. As lamparinas tinham pavios de linho cru, que, com o passar do tempo, passavam a produzir menos chama e mais fumaça. Tornavam-se sem utilidade e incômodo, devendo ser descartados. Precisamos de ferramentas que amolem outras ferramentas que já estão desgastadas com o tempo e sendo postas de lado (Is 42.2).

Os servos de Jesus devem realizar as obras sociais, pregar o evangelho, não por obrigação, e sim como uma tarefa prazerosa, fazendo com amor, carinho e alegria a obra do Senhor (Salmos 16:11). Assim, se o crente estiver esgotado de fazer o bem, essa pessoa deve ser ajudada e não ajudar, pois disse Jesus: "Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve (Mt. 11:28, 29 e 30). Fazer a obra de Deus nunca trouxe tristeza, somente alegria.

2.3. Servirá sem agressões
O servir do Messias foi sem agressões, humilhações, e repleto de compaixão. Quem estava quebrado seria restaurado, aquele que estava triste seria consolado, quem estava preso seria livre (Is 61.1). O ministério messiânico foi socorrista para os quebrados, e de cuidado para com os que estavam se apagando, com base na verdade e direito divino. Todos estavam condenados, mas Jesus Cristo trouxe em si mesmo o direito ao perdão e a reconciliação plena com Deus (Ef 2.11-13). Não dá para entender um líder que se apresenta como embaixador de Cristo na terra e vive a pisar, usurpar, humilhar os outros. O líder genuíno traz consigo as características daquele que é seu modelo. Se o modelo for Jesus, veremos o fruto do Espírito. Todavia, se vemos outro comportamento, a fonte da paternidade pode ser outra.

O jeito cristocêntrico de liderar é se considerar servo. É demonstrar compaixão e levar o direito dado por Deus pela fé às pessoas carentes de reconciliação. É importante demais ter uma missão, mais ainda é que juntamente com ela se tenha a ética em conduzi-la.

3. LIDERANÇA RECOMPENSADA
A recompensa do trabalho messiânico está na realização do próprio trabalho e não fora dele. Como um administrador que tem prazer em ver dar certo o seu empreendimento, sendo-lhe isso uma folga e um prazer. Assim Cristo se realiza e se recompensa com a sua organização.

Todos os crentes tem uma recompensa por realizarem uma obra aqui na terra, a Bíblia diz que: "Receberemos aqui na terra e cem vezes mais no porvir"(Mt. 19:29). A nossa vida é passageira, somos peregrinos e forasteiros nessa terra, apenas o legado que deixamos e as obras que realizamos tem valor, assim receberemos de Deus o galardão se tivermos feito para a glória de Deus e não nossa.

3.1. Mediador da aliança
O propósito de uma aliança é firmar laços de fidelidade e confiança. O pacto firmado entre Cristo e a igreja envolve salvação e nova vida. E Cristo nomeou ministros para juntamente com Ele anunciarem essas boas novas (2Co 3.6). O que cabe a cada um de nós? Anunciar quem é Cristo, o que fez, e o que pode fazer. Todos nós fomos chamados para esse fim, e ninguém está isento dessa missão (1 Pe 2.9). Pedro em sua primeira epístola nos alertas para algo interessante. Ele diz que somos “pedras vivas” (1 Pe 2.1). Não existe uma pedra igual à outra, todas elas se parecem, mas possuem pequenos detalhes que as tomam diferenciadas. Nós não somos azulejos. Os azulejos são postos em uma matriz e são todos iguais. Nós somos pedras. Somos parecidos por fora, mas distintos por dentro. Isso implica dizer que não precisamos imitar nada de ninguém, e que todos nós somos úteis em alguma coisa. Uns foram chamados para apontar o alvo, outros para realizar a tarefa.

O homem precisa de um advogado junto a Deus, alguém que seja capaz de intermediar em seus assuntos particulares. Todavia não há outro além de Jesus Cristo que seja capaz de cumprir essa mediação (lJo 2.1). Porém é necessário que os embaixadores de Cristo Jesus anunciem quem de fato ele é. Na verdade, todos foram chamados para tomarem-se anunciadores dessa nova aliança, ninguém está isento dessa missão.

3.2. Luz para os que jazem em trevas
“E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados. Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência. Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também” (Ef 2.1-3). Era assim que Deus nos via, e a missão de Jesus foi nos tirar desse ambiente perdido e de trevas, não somente para vivermos estagnados, mas para dizer aos outros que ainda há esperança. Quando olhamos para trás, para tudo o que realizamos na vida, encontraremos mais satisfação nas alegrias que trouxemos a vida de outras pessoas do que nas ocasiões em que as superamos. As pessoas sempre irão apreciar e admirar alguém que é capaz de ajudá-las a alcançar outro nível, alguém que lhes faça sentir importantes e lhes capacite para alcançar êxito. Líderes existem para apontar o caminho.

3.3. A glória exclusiva
A recompensa do servo é a glória exclusiva do seu Senhor. Qualquer glória terrena é efêmera, e de certo haverá grande honra para aqueles que plantaram para colher na eternidade. A glória de uma vida não está baseada nas realizações, mas sim na certeza de que se viveu para fazer a coisa certa. Jesus disse: “eu para isso nasci e para isso vim ao mundo” (Jo l8.37). Será que estamos conscientes da razão pela qual estamos no mundo? Todos nós deixaremos impressões nos outros que serão lembradas mesmo depois da nossa morte. A pergunta é? Como queremos ser lembrados? Que impressão nós deixaremos em nossos filhos, amigos, parentes e irmãos em Cristo? Ou será que estamos mergulhados num egoísmo tão profundo que nos impede de enxergar tanto a nós mesmos quanto os outros?

Talvez seja difícil entendermos que a recompensa do trabalho seja o privilégio de exercê-lo. O labor é um meio de se trazer o sustento, de pagar dívidas, etc. Mas o trabalho também é um meio de satisfação, tanto é que muitos se deprimem e adoecem quando não conseguem emprego. A obra de um líder com certeza o ferirá inúmeras vezes, mas é dela que vem o seu consolo e recompensa. Por isso, não devemos desanimar. Ao contrário, devemos ser firmes e constantes.

CONCLUSÃO
Jesus é até hoje um enigma para muitas pessoas. Seguir a Jesus não é somente um desafio, mas uma contracultura que nos conduz a viver de um modo diferente e regrado. O que sobressai em Jesus é sua qualidade de vida, sua maneira de agir, sua justiça, verdade, integridade e santidade. E como seguidores, basta-nos apenas seguir seu exemplo de vida: “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também” (Jo 13.15).

Chegamos ao final de mais um trimestre, e percebemos que os líderes da atualidade estão distantes do exemplo de líder deixado por Jesus. Devemos recobrar o juízo e analisar onde está nosso erro e direcionarmos para a vontade de Deus e assim, não sermos pegos desapercebidos. Que Deus abençoe cada servo do Senhor e que todos tenham o desejo de seguir o exemplo do nosso líder maior: Jesus!

QUESTIONÁRIO
1. Qual será sempre o nosso maior modelo de liderança?
R. Jesus Cristo.
2. De que forma Isaías apresenta o Messias?
R. Servo do Senhor.
3. Para quê o messias foi profeticamente enviado?
R. Para o deleite de Deus.
4. Indique uma maneira em que a liderança servidora se manifestou em Jesus:
R. Promulgando o direito.
5. Qual a grande recompensa de um servo?
R. A glória exclusiva de seu Senhor.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Bíblia de Referência Thompson – Tradução João Ferreira de Almeida – São Paulo: Editora Vida, 2007;
Dicionário Larousse Cultural da Língua Portuguesa - editora Nova Cultural.
Revista do professor: Jovens e Adultos. Liderança Cristã. Rio de Janeiro: Editora Betel - 3º Trimestre de 2014. Ano 24 n° 92. Lição 13 - JESUS, O MODELO INIGUALÁVEL DE LÍDERANÇA.
COMENTÁRIOS ADICIONAIS:
Evangelista Aldemir Pinheiro da Silva.
Matrícula: 16470 – CONAMAD (Convenção Nacional das Assembleias de Deus de Madureira).
É membro da Igreja Assembleia de Deus de Madureira – QN 316 Samambaia – Sul (Pr. Saulo Gonçalves).
FORMAÇÃO ACADÊMICA:
- Formado em LETRAS e suas respectivas Literaturas;
- Curso Básico em Teologia (Paulo Leivas Macalão);
- Cursando Bacharel em Teologia (Curso Seifa) em andamento;
- Trabalha na Companhia de Eletricidade de Brasília (CEB).

















17 de setembro de 2014


LIÇÃO 12 – 21 DE SETEMBRO DE 2014 - EDITORA BETEL
        O MAIOR LEGADO DE UM LÍDER

TEXTO ÁUREO                                             
“Chamou Moisés a Josué e lhe disse na presença de todo o Is­rael: Sê forte e corajoso; porque, com este povo, entrarás na terra que o Senhor, sob juramento, prometeu dar a teus pais; e tu os farás herdá-la”. Dt 31.7

VERDADE APLICADA                                                      
Não deixar um legado é como roubar o futuro da próxima ge­ração. Líderes sem legado são líderes sem história.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Mostrar a necessidade de desenvolver uma liderança que vise preparar novos líderes;
 Apresentar algumas qualida­des de um líder catalisador;
  Expor pontos importantes na preparação de um sucessor.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Nm 27.15 - Então, disse Moisés ao Senhor:
Nm 27.16 - Ó Senhor, autor e con­servador de toda vida, ponha um homem sobre esta congregação
Nm 27.17 - que saia adiante deles, e que entre adiante deles, e que os faça sair, e que os faça entrar, para que a congregação do Senhor não seja como ovelhas que não têm pastor.
Nm 27.18 - Disse o Senhor a Moisés: Toma Josué, filho de Num, homem em quem há o Espírito, e impõe-lhe as mãos;
Nm 27.19 - apresenta-o perante Eleazar, o sacerdote, e perante toda a congregação; e dá-lhe, à vista deles, as tuas ordens.
Nm 27.20 - Põe sobre ele da tua au­toridade, para que lhe obedeça toda a congregação dos filhos de Israel.

INTRODUÇÃO
Um pai responsável sempre age pensando em deixar uma herança para seus filhos. Em relação à organização Igreja, um líder deve ver a si mesmo como um pai que busca deixar tesouros para seus filhos (2Co 12.14). Nós seres humanos fomos criados para reprodução (Gn 1.28). Nossa história não termina em nós, daí a necessidade de compreendermos o que significa deixarmos um legado para a posteridade.

Existe uma herança de grande valor que todo líder deve deixar aos seus liderados é sem dúvida o seu legado. Isto foi o que Moisés um homem temente a Deus fez, homem capacitado por Deus para liderar o povo de Israel, era um grande líder, umas das importantes características de Moisés era a capacidade de transformar seus liderados em pessoas ativas, dinâmicas e com habilidades de transmitir suas ideias e compreender seu legado.

1. COMPREENDENDO UM LEGADO
Um líder sábio trabalhará pela sua igreja, departamento ou organização secular para que elas se mantenham depois dele, não se acabe quando ele sair ou venha a falecer. Todo líder cristão que tem Jesus como modelo procura deixar um legado. É claro que para que isso aconteça eficientemente não dependerá apenas do líder, mas de sua equipe, diretoria, e do próprio sucessor.

1.1. O que é um legado
Liderança é algo absolutamente pessoal. Ou se exercita ou se renuncia. Todavia, existe uma terceira coisa que pode ser feita, passá-la a um sucessor. Esse é realmente um dos maiores desafios de nossos tempos. O legado é uma herança que se deixa para alguém quando morre. Legado nada mais é do que deixar alguém pronto para dar seguimento ao que já estava sendo feito, para que tal coisa não seja desprezada e desapareça com o tempo. Todo líder de uma grande organização dirige com o hoje e o amanhã em sua mente. Jesus preparou seus discípulos não apenas para caminhar a seu lado, mas para dar seguimento ao que fazia quando partisse. Jesus não deixou templos nem riquezas para seus discípulos administrarem, mas deixou um pensamento e uma cultura que deveria ser compartilhada através deles e daqueles que a recebessem (Jo 17.20).

Um grande líder pensará numa maneira de manter sua igreja ou organização quando não estiver por perto. Assim, será ousado em inovar buscando adequar-se aos novos tempos e desafios. Poderá também usar de sua influência para preparar o caminho de seu sucessor e até indicá-lo em acordo com sua diretoria ou equipe. Lembremos que, sob a direção de Deus: Moisés, Elias, Jesus e Paulo se utilizaram de suas influências para deixar um sucessor. E os sucessores desses homens se esforçaram para honrar a confiança a eles outorgada cumprindo o seu papel.

A palavra legado vem do latim “legatu” e juridicamente significa: “dádiva deixada em testamento”. Em outras palavras seria: “aquilo que se herda por disposição testamentária ou por via de sucessão”. Já no sentido figurado significa: “aquilo que alguém transmite à sua posteridade”, isto é, aquilo que se passa de geração para gerações, tais como valores, princípios, tradições e etc. Há mais de dois mil anos Jesus demonstrou como liderar, conviveu junto com os apóstolos ensinando a cada um através de seu exemplo de vida, acreditou e valorizou seus discípulos, assim, todos foram transformados para levar seu legado adiante. Jesus é o maior líder de todos os tempos.

1.2. Líderes responsáveis pensam no futuro do povo
A única forma de desenvolver uma ampla liderança e fazer com que a formação de novos líderes faça parte da nossa cultura. Observe que a preocupação de Moisés não era ficar de fora da terra da promessa, sua preocupação era o que aconteceria ao povo, quem o sucederia, quem iria dar continuidade a partir dali (Nm 27.15-17). Líderes passam a visão para as gerações futuras. Por isso, é importante preparar alguém, porque a vida é breve, e a partida é sempre repentina. Qualquer líder que deseje ver sua organização progredir, deve estar disposto a pagar o preço para assegurar um êxito duradouro. Moisés pode partir em paz, porque sabia que Josué honraria seu legado. Mas será que o sacerdote Eli poderia dizer o mesmo? Fica aqui uma pergunta: líderes que não prepararam outros viveram para quê?

Uma importante qualidade do líder é que ele prepara outros para assumirem o seu cargo. Dessa forma, eles podem fazer tudo àquilo que ele próprio faz. Jesus trabalhou para esse fim com os discípulos que escolheu, ensinando-os, treinando-os, repreendendo-os, construindo, mostrando o caminho. É por este motivo que disse a eles esta declaração: “Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim, fará também as obras que eu faço, e outras maiores fará, porque eu vou para junto do Pai.” Jo 14.12. Esta é uma missão importante do princípio de preparação: ensinar os seguidores a fazer as obras do seu mestre.

1.3. Plante para o reino e o reino florescerá
Os líderes passam a compreender a importância de um legado quando são sucedidos por outros que afundam ou destroem aquilo que construíram com amor, suor e muitas lágrimas. Nessa hora a indignação toma conta da vida de um líder. Todavia, deveria pensar em uma coisa importante. Se realmente houvesse feito um bom trabalho naquela igreja ou organização, não importaria quem viesse liderar depois dele. Pois qualquer um que assumisse, estaria apto para levar adiante aquele propósito inicial. E aí que pecamos! Sabemos construir templos, sabemos reformá-los, dar-lhes dimensão e aparência. Mas, infelizmente, deixamos a desejar no tratamento de almas e morremos muitas vezes sem sucessão. Talvez essa reflexão nos faça compreender melhor o significado de um legado, e porque Moisés buscou a Deus pedindo um líder capaz (Nm 27.15-17).

Todo líder um dia deixará sua organização de uma maneira ou de outra. Por uma ascensão ministerial, para atender um chamado urgente, por ser jubilado, e, ainda que se negue a jubilar-se, um dia vai morrer. Por isso, um líder deve estar enfocado na próxima geração. Deve preparar sua organização para enfrentar um futuro inevitável.

2. O PROPÓSITO DE UM LEGADO
Somos capazes de descobrir quantas sementes existem em uma laranja, mas é impossível saber quantas laranjas existem em cada semente. Essa é uma descoberta de quem planta. O que seria das próximas gerações de árvores e de frutos se a semente não fosse plantada? Deixar um legado é exatamente isso, é plantar para que a próxima geração produza muito mais frutos que a anterior. É pensar na perpetuação da espécie. Para isso um líder precisa ser um catalisador. Vejamos:

A liderança de Jesus se destaca pelo fato da continuidade que teve o seu ministério mesmo após a sua morte. O verdadeiro líder precisa aprender que um bom líder é aquele que não somente exerce uma boa liderança em seus próprios dias, mas que estabelece um bom fundamento para que outros possam dar continuidade ao que ele começou.

2.1. Todo grande líder é um catalisador
Cientificamente, o catalisador é uma substância que afeta a velocidade de uma reação, mas emerge do processo, inalterada. O catalisador é um agente transformador que se mantém intocável no curso de sua função. É uma enzima que se reproduz sem nunca ser alterada. Ele é como a matriz de uma produção, que a partir dela tudo se reproduz. Ou seja, o catalisador utiliza o que já existe, precisando apenas do pouco para produzir bastante. Sem enzima catalista a reação biológica mais lenta levaria um trilhão de anos para entrar e um processo de transformação. O maior exemplo de líder catalisador é Jesus Cristo. Ele levou três anos e meio para formar doze pessoas. Nós levaríamos um milhão de anos para fazer o mesmo. E por quê? Por causa de nossa incapacidade de reproduzir. Os catalisadores formam sucessores e não seguidores. Eles não são influenciados, eles confrontam. Havendo catalisadores, ocorrerão mudanças e transformação.

Um líder catalisador não toma a visão para si, ele doa para o povo. Muitos líderes têm fracassado porque em vez de passar a visão querem que o povo sigam suas personalidades. Nossa imagem é passageira, enquanto que a visão é gerações. Nós somos temporários. A visão não. Ela é pessoal, não é nossa, é para os filhos que ainda não nasceram.

2.2. Todo líder catalisador é como um pai
Um pai não cria filhos para si mesmo. Entenda! Não casaremos com nossos filhos, eles não viverão para sempre em nossa casa; um dia deverão seguir seus próprios destinos. Essa é a visão de um catalisador. Ele sabe que deve preparar alguém para alguém. O que esperamos de nossos filhos? O pai não deseja que seus filhos sejam como eles. Os pais trabalham no intento de que seus filhos avancem, progridam e alcancem degraus sempre mais elevados. Para isso devem lhes dar mantimento, vestimenta, educação e prepará-los para enfrentar os desafios da sociedade. Agora a pergunta é: fazemos assim com os nossos filhos espirituais? Cuidamos deles ao ponto de que possam assumir nosso legado e ir em frente? Investimos em vidas? Ou somente pregamos a Palavra achando que isso é tudo?

2.3. Todo líder catalisador é capaz de influenciar
Todo líder catalisador é influente. Ele não busca nada em outro lugar, ele influencia com o que existe em suas propriedades sem deixar que sua propriedade seja alterada. Jesus influenciou o mundo sem jamais ser influenciado. Jesus jamais precisou copiar o modelo de alguém. Ele era o verbo, a ação (Jo 1.1). O fato de saber que Ele habita em nós, nos dá a garantia de que temos em nós a mesma unção que estava sobre Ele. Não precisamos ficar imitando modelos, eles dão certo dependendo da visão, do local, e da pessoa a quem o Senhor quis se revelar. A maior descoberta está no potencial que existe dentro de cada um de nós. Infelizmente nos apaixonamos pelos nossos próprios métodos e modelos de culto. Achamos que estamos fazendo a obra, mas, na verdade, só estamos tendo enfado e cansaço. É tempo de criar! O potencial para criação já nos foi dado, e está vivo dentro de cada um.

O líder catalisador é a pessoa que visa o crescimento de seus liderados. É importante existir líderes catalisadores na organização cristã, são líderes possuidores de visão e incentivadores para o bem da igreja. 

3. PREPARANDO UM SUCESSOR
Os filhos de Israel eram uma enorme congregação que já se contava aos milhões nos dias de Moisés. Sabendo Moisés que, por determinação divina, não duraria muito mais, tomou as providências no sentido de preparar um sucessor. Vejamos como agiu:

Seguindo o exemplo de Jesus que amou e capacitou os discípulos, também o líder deve amar e capacitar os seus liderados. Uma das qualidades essenciais de um líder é preparar sucessores com capacidade e confiança iguais a ele, iguais a Jesus. É isto que o apóstolo Paulo pede em pelo menos 4 vezes que os leitores o imitassem. Em 1 Coríntios 4.14 a 16 fala que "os havia gerado e que fossem seus imitadores". Também em 1 Coríntios 11. 1 e 2, pede que o imitassem como ele imitava a Cristo, e os louvava porque retinham as tradições (ensinamentos) exatamente como ele as havia transmitido.

3.1. Toda sucessão exige orientação divina
É claro que, ao saber que não entraria mais na terra prometida, Moisés se entristeceu muito, afinal tinha investido toda a sua vida naquilo. Ele orou para que Deus reconsiderasse a sua determinação, mas ao contrário, Ele permaneceu irredutível e passou a orientar-lhe no que fazer. Sabiamente Moisés ora ao Senhor, autor e conservador de toda vida, para que desse um líder ao seu povo, para que não ficassem como ovelhas dispersas. Então, o Senhor Deus ordenou a Moisés que tomasse a Josué, filho de Num, homem em que há o Espírito. Evidentemente, que era o Espírito Santo e também alguém que já tinha afinidade com o espírito de Moisés.

Moisés pediu orientação a Deus (Nm 27.15) para designar um líder para Israel que fosse capaz de ajudar a resolver tanto as questões internas como as externas da nação, uma pessoa que pudesse guiar o povo e cuidar das suas necessidades. Então o Senhor respondeu designando Josué como seu sucessor. Os melhores líderes possuem metas e sabem orientar seus liderados quanto à realização dos propósitos. Moisés repassou a Josué todas as orientações para o sucesso da missão.

3.2. Um sucessor deve ser fortalecido e legitimado
Uma das atitudes mais importantes para que Josué viesse a aceitar e a permanecer na liderança foi o seu fortalecimento. Deus diretamente ordenou que Moisés fizesse todo um trabalho para o estímulo de Josué. Ele deveria ser apresentado a Eleazar, o sacerdote e perante toda a congregação. Ao receber a imposição de mãos e as orientações diante de todos, Josué estava sendo legitimado como sucessor de Moisés (Nm 27.21-23). Todos a partir dali deveriam respeitá-lo de um modo diferente depois daquela legitimação. Não se sabe quanto tempo Moisés ainda viveu a partir dali, porém, tudo estava encaminhado agora. O exemplo de Moisés fala por si só e ensina qual é o procedimento correto nessa questão. Não precisamos ter que morrer para que se busquem, às pressas, alguém para substituir-nos, devemos também ter em mente a hora de passar o bastão.

Moisés não queria deixar seu trabalho sem a garantia de que um novo líder estaria pronto a substituí-lo. Quando Deus selecionou Josué, Moisés deu-lhe várias tarefas, a fim de facilitar a transição da liderança. Moisés também falou de forma clara para as pessoas que Josué tinha autoridade e habilidade para comandar a nação. A demonstração da confiança de Moisés em Josué foi benéfica tanto para Josué como para os israelitas. Para evitar problemas todo líder deve treinar pessoas para assumir o comando em sua eventual saída. Enquanto tivermos autoridade, devemos seguir o exemplo de Moisés. Orar, selecionar alguém, desenvolver habilidades e delegar trabalhos para a continuidade da missão.

3.3. Toda sucessão tem um tempo determinado
Todo líder que pensa no avanço e na progressão do Reino de Deus deve identificar a fase que está vivendo. Precisamos saber quando o tempo acabou, quando é a hora de parar, o momento de eleger alguém e o que Deus nos permite fazer ou não. Existe labores que a fase não nos permitirá fazer, porque não é o tempo, ou porque não seremos nós que iremos executar. Um grande exemplo para nós é Davi. Ele foi guerreiro, organizou os exércitos de Israel, fundou Jerusalém. Mas não pôde construir o templo. Não era sua fase. Isso era para Salomão, seu filho, executar. Davi só pôde ofertar e não construir. Mas ele desanimou? Não. Ele fez o que faz um bom líder. Ele proveu de tudo para o que vinha depois dele. Um bom líder não deixa dívida para o próximo. Dá-lhe meios para que execute.

A geração de Josué foi muito diferente da geração liderada por Moisés. Josué era mesclado, possuía autoridade e sabedoria como Moisés e, sem perder suas características particulares. Mas o principal não era ser igual, mas seguir adiante com a nova fase do projeto divino. Existem períodos exatos para cada coisa acontecer (Ec 3.1). Temos que aprender a identificar esses períodos - estar sensíveis ao tempo de Deus.

CONCLUSÃO
Uma coisa deve ficar muito clara. O maior legado de um líder é trabalhar para que a igreja ou organização se mantenha depois dele, tendo a alegria e o zelo em preparar e deixar alguém que ame a Deus respeite o povo, e siga a visão deixada pelo seu legado.

Construir um legado é algo trabalhoso, leva tempo, porém, requer uma vida de integridade em todo tempo. O líder influencia de alguma forma o comportamento das pessoas que estão ao seu redor por seu exemplo de vida diária. Depois da ressurreição, Jesus apareceu para seus seguidores no mesmo cenáculo onde haviam ceado na noite da Páscoa, e disse-lhes o seguinte: “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” (Jo. 20.21). Esse é o objetivo de instruir os outros; fazer com que se tornem líderes que preparem outros que, por sua vez, também, se tornam líderes. Jesus começou o processo multiplicando sua capacidade física por doze. Ele os encheu do Espírito Santo após sua ressurreição para que levassem o seu legado a humanidade. Não seria isso uma boa meta para o nosso estilo de liderança?

QUESTIONÁRIO
1. O que é um legado?
R. Uma herança que se deixa após a morte.
2. Por que Moisés pôde partir em paz?
R. Porque sabia que Josué honraria seu legado.
3. Quando os líderes passam a compreender a importância de um legado?
R. Quando são sucedidos por outros que afundam ou destroem aquilo que construíram.
4. Existe coisas que a fase não nos permitirá fazer. E por quê? 
R. Porque não é o tempo, ou porque não seremos nós que iremos executar.
5. Cite um exemplo de líder catalisador?
R. Jesus Cristo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BÍBLIA. Português. Bíblia Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995.
Revista do professor: Jovens e Adultos. Liderança Cristã. Rio de Janeiro: Editora Betel - 3º Trimestre de 2014. Ano 24 n° 92. Lição 12 - O Maior legado de um líder.
YOUSSEF. Michael. O Estilo da Liderança de Jesus. Belo Horizonte: Editora Betânia.
Comentários adicionais: Dc. Ancelmo Barros