Pessoas que acompanham nosso site

A oferta de manjares (Pr. Osmar)

A OFERTA DE MANJARES
(Lição 03 – 21 de Janeiro de 2018)

TEXTO ÁUREO
Nenhuma oferta de manjares, que oferecerdes ao Senhor, se fará com fermento; porque de nenhum fermento, nem de mel algum, oferecereis oferta queimada ao Senhor.” (Lv 2.11).

VERDADE APLICADA
Cristo é o perfeito alimento que Deus enviou a este mundo e só Ele pode satisfazer todas as necessidades do homem.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
IDENTIFICAR os ingredientes da oferta de manjares;
MOSTRAR o valor de ofertar para Deus;
ENSINAR que o sofrimento nos edifica.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Lv 2.1 – E quando alguma pessoa oferecer oferta de manjares ao Senhor, a sua oferta será de flor de farinha; nela, deitará azeite e porá o incenso sobre ela.
Lv 2.2 – E a trará aos filhos de Arão, os sacerdotes, um dos quais tomará dela um punhado da flor de farinha e do seu azeite com todo o seu incenso; e o sacerdote queimará este memorial sobre o altar; oferta queimada é, de cheiro suave ao Senhor.
Lv 2.3 – E o que sobejar da oferta de manjares, será de Arão e de seus filhos; coisa santíssima é, de ofertas queimadas ao Senhor.

INTRODUÇÃO
A oferta de manjares consistia no oferecimento de alimentos preparados (oferta de cereais – Lv 2.4-11), bem como de amostras de produtos tirados da terra (oferta das primícias Lv 2.12-14), cuja finalidade principal era honrar e reconhecer que Deus era o sustentador da vida. O ofertante ao apresentar sua oferta de manjares estava rendendo ações de graça a Deus pela vida e pela provisão diária. Em regra, sua tipologia representa simbolicamente Jesus e o seu ministério terreno, bem como nossa consagração, dedicação e dependência de Deus. Os primeiros a apresentarem este tipo de oferta a Deus foram Caim e Abel (Gn 4.3-4). Em Levítico Deus apenas regula a prática desse tipo de oferta e instrui sobre as formas de como se deve oferecer (Lv 2.1-16; 23.15-22).

1. Os ingredientes da oferta
O capítulo 2 do Livro de Levítico menciona os vários ingredientes para apresentação da oferta de cereais, quais sejam: flor de farinha (Lv 2.1), azeite (Lv 2.1), incenso (Lv 2.1) e sal (Lv 2.13). O mesmo capítulo também apresenta quatro formas diferentes de se oferecer: a) o cereal propriamente dito (Lv 2.1-3) – este tipo de oferta é composto apenas da flor de farinha com o azeite derramado sobre ele (ao que parece o incenso é misturado só com a parte que se queimava sobre o altar); b) bolos ou coscorões assados no forno (Lv 2.4) – este tipo de oferta deveria ser preparado com flor de farinha misturado com azeite. Os coscorões depois de pronto deveriam também serem untados com azeite; c) bolo assado numa forma sobre uma chapa de ferro quente (Lv 2.5-6) – no preparo a farinha era misturado com azeite e, quando assados, partidos em pedaços, derramando-se ainda o azeite sobre eles; d) bolos cozidos numa frigideira de barro (Lv 2.7) – também era misturado com azeite antes de cozidos. Todas estas ofertas de cereais representavam métodos comuns de se preparar bolos em Israel. Da mesma forma que cada um oferecia aquilo que praticamente comiam diariamente em suas casas. Assim, estas oferendas representam de forma simbólica a nossa vida cotidiana que também deve ser consagrada e dedicada diariamente a Deus (Rm 12.1; 1 Pe 1.16).

1.1. Flor de Farinha
A expressão “flor de farinha” significa que a farinha deveria ser “bem fina e de primeira qualidade”. Nós vimos na lição passada que nas ofertas de animais, estes deveriam serem apresentados limpos e sem manchas, isto é, sem defeito algum. Deus não se agrada de coisas imundas e/ou defeituosas. Semelhantemente na oferta de alimentos, a flor de farinha, não se podia apresentar “qualquer farinha”, mas uma farinha fina e pura. Na época ninguém era obrigado a levar ofertas para o ritual de adoração, mas quem assim se dispusesse, precisava levar algo “aceitável”. Na simbologia, a farinha aqui representa o estado do coração. Representa o testemunho de uma vida associada a Deus na plenitude de todas as suas potencialidades espirituais. Ninguém é obrigado ou forçado a servir a Deus, mas quem se disponha a servir, que seja dedicado e fiel a Ele.

1.2. Azeite
Na ofertas de manjares, como em todo o Antigo Testamento, o azeite, é símbolo do Espírito Santo e de unção (consagração). Da mesma forma que na oferta de manjares o azeite é aplicado de um modo duplo (durante a mistura da farinha e depois de pronto), também o Espírito Santo na encarnação do Filho de Deus foi apresentado num duplo aspecto: Primeiro na concepção de sua humanidade (Mt 1.18,23), e depois na unção para o exercício de seu ministério (Mt 3.16; Lc 4.16-19). Em todo o Antigo testamento, a típica consagração pelo óleo, era de uma vida posta ao serviço das coisas santas. Derramar óleo sobre a cabeça de um homem, por exemplo, ou sob alguns objetos, era o mesmo que indicar que estavam sendo separados para determinados oficios ou para uso de certos serviços. Nós também temos sidos consagrados ao serviço do Senhor não por atos externos, que tiveram o seu uso temporário, mas por atos do coração (flor farinha) em associação com o Espírito Santo (azeite) para realizar o trabalho do Senhor aqui na terra.

1.3. Incenso
O incenso desempenhava muitos e importantes papéis nos cerimoniais. Além apresentar a doce e suave fragrância na apresentação dos sacrifícios e ofertas, também produzia grande volume de fumaça durante a queima. Essa grande nuvem de fumaça que desprendia do altar, por exemplo, envolvia o sacerdote oficiante de tal forma que escondia-o da vista do ofertante. Na simbologia bíblica, essa fumaça que envolvia o sacerdote e elevava-se até o céu representa a vida e a oração do crente que “coberto” com a obra de Cristo chega em cheiro suave diante de Deus. Por isso, uma das figuras do incenso é também a oração (Sl 141.2). Nós, cristãos, não temos mais poder porque não oramos como devemos ou convém. Quanto mais oração mais poder!

2. Trazendo a oferta aos sacerdotes
O ritual de oferecimento e entrega das ofertas de cereais obedecia basicamente à seguinte ordem: a) preparação da oferta (Lv 2.1,4-7); b) trazimento da oferta ao santuário (Lv 2.2,8); c) separação da porção memorial (Lv 2.2,9,16); d) queima da porção memorial sobre o altar pelo sacerdote (Lv 2.2, e) utilização da porção que ficava com o ministério sacerdotal (Lv 2.3).

2.1. Entregue aos filhos de Arão
Analisando cuidadosamente o capítulo 2, percebe-se que há uma divisão clara de responsabilidade entre o ofertante, que preparava e trazia a oferta, e os sacerdotes (filhos de Arão), que recebia e queimava uma parte dela sobre o altar, e utilizava a outra restante. A parte que era queimada como dádiva a Deus representava o oferecimento da oferta na sua totalidade, embora, uma parte dela fosse destinada ao ministério sacerdotal. Foi do agrado de Deus reservar um grupo de pessoas provenientes da Tribo de Levi para se ocupar das coisas sagradas e recomendar aos outros que tomassem cuidado de os sustentar. Em cada tribo de Israel havia comunidades de levitas cuidando dos interesses sagrados. Esta gente não cultivava a terra, mas comia. Eles comiam da parte das ofertas que lhes tocava, tanto das ofertas de manjares como de outras ofertas. O Novo Testamento manteve este princípio, que o que vive do Ministério como do Ministério (1 Co 9.14).

2.2. Parte da oferta era queimada
A porção memorial de uma oferta de cereal era uma porção representativa queimada no altar em substituição à quantia total. O restante era um presente para os sacerdotes envolvidos no ritual. Assim, a divisão da oferta em duas partes mostra que apenas uma parte dela se queimava no altar. A parte da oferta queimada se chamava porção memorial.

2.3. Parte da oferta era dos sacerdotes
A parte que não era queimada se dava aos sacerdotes (Lv 2.3). Esta parte seria comido por eles, como uma espécie de paga pelos seus serviços. Ao oferecer sua oferta de cereais, o israelita estava cumprindo a sua responsabilidade para com a manutenção do ministério sacerdotal, através do qual a nação permaneceria em comunhão com Deus.

3. Preparando a oferta
Nas ofertas das primícias, mel e fermento poderiam ser utilizados(Lv 23.15-22). Já na preparação das ofertas de cereais havia duas recomendações, imprescindíveis, que obrigatoriamente deveriam ser observadas: Nenhum fermento e mel era permitido no preparo das ofertas (Lv 2.11), nem se poderia apresentar qualquer oferta sem sal (Lv 2.13). O motivo disso era que o cereal tinha de estar intacto e a ação destes ingredientes estragaria isso. O que o ofertante deveria apresentar devia ser puro, sem corrupção e transmutação. O fermento tem a capacidade de contaminar e apodrecer, enquanto que o sal de purificar e conservar.
3.1. Uma oferta sem fermento
Em nenhuma das ofertas de cereais preparadas para o Senhor era permitido o fermento, pois tanto no Velho como no Novo Testamento ele é apresentado como símbolo de corrupção, estando diretamente ligado às atitudes humanas (1 Co 5.8). Como as ofertas de cereais são figuras do Senhor Jesus e de tudo que está relacionado a Ele, e Nele, nunca esteve presente o mal, essa recomendação se justifica, já que a levedura era tida como uma “influência” danosa, ainda que fosse necessário para fins de assadura. Nossa vida também é comparada a uma oferta contínua a Deus. Isto significa que a corrupção (fermento) e o mundanismo (Mel) não devem e nem podem entrar em nossas “ofertas” (Lv 2.11; Mt 13.33; 1 Co 5.7-8). O próprio Jesus adverte: “Acautelai-vos do fermento dos fariseus” (Lc 12.1).

3.2. Uma oferta cozida no forno ou na caçoula
A oferta de cereais poderia ser “cozida” de três maneiras: a) assada no forno, b) cozida na caçoula (caçarola), c) frita numa sertã (frigideira). Tendo em vista que os processos de cozimento sugerem a ideia de sofrimento, alguns estudiosos apontam para os sofrimentos que Jesus enfrentou em seu ministério terreno. Vale ressaltar, aqui, que não se trata dos sofrimentos na sua morte pelo pecado, mas daqueles sofrimentos por manter suas atitudes firmes diante das oposições do Diabo e dos homens a favor de Deus. Semelhantemente, nossas “ofertas” se tornam muito mais agradáveis a Deus quando estamos dispostos a sofrer por amor a Ele e à sua Obra. Oferecer “algo” a Deus que não nos “custe nada”, podem ser aos seus olhos sem nenhum valor.

3.3. Oferta com sal
Todas as ofertas de cereais deveriam ser oferecidas com sal. Assim como o fermento simbolizava o que era inaceitável a Deus, assim o sal simbolizava o que lhe tornava as ofertas aceitáveis. Isso lança luz sobre a descrição, feita por Jesus, de seus discípulos como o “sal da terra” (Mt 5.3). Como o sal tornava as ofertas agradáveis a Deus, assim os crentes no mundo devem torná-lo aceitáveis da Deus.

CONCLUSÃO
Todas as ofertas tinham uma aplicabilidade no presente e uma objetividade para o futuro. Todas as ofertas aqui apresentadas apontam para a vida terrena de Cristo e nossa também. Segundo o escritor aos Hebreus todas as particularidades do ritual mosaico são sombras do verdadeiro sacrifício e ofertas oferecidos na consumação dos tempos. Assim, também cremos.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
REVISTA BETEL DOMINICAL: Jovens e Adultos. Levítico – O ministério sacerdotal levítico e sua relevância para a Igreja. Rio de Janeiro: Editora Betel – 1º Trimestre de 2018. Ano 28 n° 106. Lição 03 – A oferta de majares.

MESQUITA, Antônio Neves de. Estudo no Livro de Levítico. 3º Edição. Rio de Janeiro. JUERP, 1980.

COMENTÁRIO BÍBLICO BROADMAN, Tradução de Arthur Anthony Boorne - Volume 2 – Levítico a Rute. Rio de Janeiro. JUERP, 1986.

BÍBLIA DE ESTUDO MATTHEW HENRY. Português. Tradução Elen Canto, Eliane Mariano e outros. Editora Central Gospel Ltda. 1ª Edição. Rio de Janeiro – RJ. 2014.

BÍBLIA DE ESTUDO NVI - Português. Tradução de Nota: Chown, Gordon. Editora Vida.

COMENTÁRIOS ADICIONAIS:
Pr. Osmar Emídio de Sousa


A Oferta de Manjares - Comentários Adicionais (Pr. Valdir)

A OFERTA DE MANJARES
(Lição 03 – 21 de Janeiro de 2018)

TEXTO ÁUREO
”Nenhuma oferta de manjares, que oferecerdes ao Senhor, se fará com fermento; porque de nenhum fermento, nem de mel algum, oferecereis oferta queimada ao Senhor.” (Lv 2.11).

VERDADE APLICADA
Cristo é o perfeito alimento que Deus enviou a este mundo e só Ele pode satisfazer todas as necessidades do homem.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
IDENTIFICAR os ingredientes da oferta de manjares;
MOSTRAR o valor de ofertar para Deus;
ENSINAR que o sofrimento nos edifica.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Lv 2.1 – E quando alguma pessoa oferecer oferta de manjares ao Senhor, a sua oferta será de flor de farinha; nela, deitará azeite e porá o incenso sobre ela.
Lv 2.2 – E a trará aos filhos de Arão, os sacerdotes, um dos quais tomará dela um punhado da flor de farinha e do seu azeite com todo o seu incenso; e o sacerdote queimará este memorial sobre o altar; oferta queimada é, de cheiro suave ao Senhor.
Lv 2.3 – E o que sobejar da oferta de manjares, será de Arão e de seus filhos; coisa santíssima é, de ofertas queimadas ao Senhor.

INTRODUÇÃO
A oferta de manjares acompanhava todos os holocaustos e era um presente de agradecimento a Deus. Ela lembrava ao povo que seu alimento procedia de Deus e que eles deviam, portanto, sua vida a Ele.

1. Os ingredientes da oferta
Eram três os tipos de ofertas de manjares oferecidos a Deus: 1) a flor de farinha com azeite e incenso; 2) bolos cozidos ou obreiras (bolos muito finos) untados com azeite; e 3) grãos de cereais tostados com azeite e incenso. A ausência de fermento simbolizava a ausência de pecado e o azeite representava a presença de Deus. Parte da oferta de manjares era queimada no altar como sacrifício a Deus e o restante se destinava à provisão dos sacerdotes. A oferta de manjares ou oferta de cereais tipifica Cristo em Seu viver humano. A fina flor de farinha, elemento principal da oferta de cereais, significa a humanidade de Cristo, que é fina, perfeita, tenra, equilibrada e adequada de toda a maneira, ou seja, sem qualquer excesso ou deficiência. A fina flor de farinha da oferta de manjares era produzida a partir do trigo que tinha passado por muitos processos, que significam os vários sofrimentos de Cristo que O fez “um homem de dores”; como bem registrou o profeta Isaías no capitulo 53, verso 3: “Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso”.

2. Trazendo a oferta aos sacerdotes
Grãos e espigas verdes esmagados e tostados com azeite constituíam o alimento típico da maioria das pessoas. Por isso esta oferta era um símbolo da alimentação diária do povo. Ao trazer a oferta (mesmo uma pessoa pobre poderia oferecê-la), o povo estava reconhecendo a Deus como o seu Provedor. Deus se agrada da motivação e dedicação com que as pessoas lhe ofertam. Todas as ofertas de manjares eram oferecidas e queimadas sobre o altar, significando que Cristo, em sua humanidade, também seria oferecido a Deus, como alimento, por meio do fogo testador. O fogo em Levítico 2 significa o Deus consumidor, não para julgamento, mas para aceitação. O consumir da oferta de manjares pelo fogo significa que Deus aceitou Cristo como Seu alimento de cheiro suave. Por meio das ofertas, o povo exercitava sua dependência de Deus, pois o povo entregava a Ele parte de sua colheita (sua subsistência); e diziam com isso: Deus nossa real provisão vem somente de Ti. Além disso, o povo demonstrava com ações concretas sua gratidão ao todo poderoso. Por outro lado, o sacerdote, que também era adorador, tinha o dever de também oferecer sua gratidão à Deus além de garantir que as ofertas dedicadas ao Senhor seriam empregadas seu sua obra e não em deleites pessoais.

3. Preparando a oferta
Por que o fermento não era permitido na oferta de manjares? Sendo um fungo bacteriano, o fermento constitui um símbolo apropriado. Da mesma forma que o fermento leveda a massa do pão, o pecado se prolifera e corrompe a vida. Um pouco de fermento é suficiente para afetar toda a massa, assim como o pecado pode destruir uma vida inteira. Jesus continuou esta analogia ao alertar sobre “o fermento dos fariseus e saduceus” (Mt 16.6 e Mc 8.15). As ofertas eram temperadas com sal, como lembrança do pacto realizado entre Deus e o povo. O sal é um símbolo da atividade de Deus na vida de uma pessoa porque penetra, preserva e auxilia no processo de cura. Permite que Deus se torne parte de você, penetrando em cada aspecto da sua vida, guardando-o de todo o mal ao redor e curando-o de seus pecados e falhas. Em Mateus 5.13, os crentes são chamados de “sal da terra”. Que o sal utilizado por você e por mim seja uma lembrança diária de que nós agora fazemos parte do povo de Deus e ajudamos a ativamente a preservar e purificar o mundo. Existe, contudo, uma consideração que devemos apreciar de forma fundamental, que é a doutrina da humanidade de Cristos. Sabe por quê? Porque Satanás tem procurado diligentemente, desde o princípio, introduzir as pessoas em erros a este respeito. Quase todos os erros principais que se têm introduzido na igreja, revelam o propósito satânico de minar a verdade quanto à Pessoa de Cristo. No princípio era o Verbo, o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus. O Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai (João 1.1,14). Na oferta de manjares, o azeite e a fina flor de farinha são mesclados e não podem ser separados. Consequentemente, comer a fina flor de farinha, significa também comer o azeite. A figura em Levítico 2 indica fortemente que a maneira de sermos nutridos com a humanidade de Cristo; nosso Messias, que padeceu e ressuscitou e Deus o criador de tudo e ressuscitador de homens. Por isso Cristo disse: “Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne.” (João 6.51).

CONCLUSÃO
Não havia em Cristo um grão mal moído. Nada desigual. Nada desproporcional. Nada revelava aspereza. Assim, a flor de farinha, com sua uniformidade admirável, simbolizava Cristo em nós; o qual, de fato, possuía e possui a perfeição total e absoluta. Glória, pois, a Ele para sempre.

COMENTÁRIOS ADICIONAIS:

Pastor José Valmir Mendes de Oliveira, servo do Senhor Jesus.

Lição 03 - A Oferta de Manjares

A OFERTA DE MANJARES
(Lição 03 – 21 de Janeiro de 2018)

TEXTO ÁUREO
”Nenhuma oferta de manjares, que oferecerdes ao Senhor, se fará com fermento; porque de nenhum fermento, nem de mel algum, oferecereis oferta queimada ao Senhor.” (Lv 2.11).

VERDADE APLICADA
Cristo é o perfeito alimento que Deus enviou a este mundo e só Ele pode satisfazer todas as necessidades do homem.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
IDENTIFICAR os ingredientes da oferta de manjares;
MOSTRAR o valor de ofertar para Deus;
ENSINAR que o sofrimento nos edifica.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Lv 2.1 – E quando alguma pessoa oferecer oferta de manjares ao Senhor, a sua oferta será de flor de farinha; nela, deitará azeite e porá o incenso sobre ela.
Lv 2.2 – E a trará aos filhos de Arão, os sacerdotes, um dos quais tomará dela um punhado da flor de farinha e do seu azeite com todo o seu incenso; e o sacerdote queimará este memorial sobre o altar; oferta queimada é, de cheiro suave ao Senhor.
Lv 2.3 – E o que sobejar da oferta de manjares, será de Arão e de seus filhos; coisa santíssima é, de ofertas queimadas ao Senhor.

O Sacrifício da Expiação - Comentários Adicionais (Pb Ancelmo)

O SACRIFÍCIO DA EXPIAÇÃO
(Lição 02 - 14 de Janeiro de 2018)

TEXTO ÁUREO
E porá a sua mão sobre a cabeça do holocausto, para que seja aceito por ele, para sua expiação.”(Lv 1.4).

VERDADE APLICADA
O sacrifício de Cristo proporcionou a reconciliação entre Deus e o homem.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
INCENTIVAR o cristão a ter por princípio de vida a voluntariedade;
MOSTRAR que Cristo é a realidade do sacrifício da expiação;
ENSINAR que Deus sempre provê meios para que todos possam dEle se aproximar.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Lv 1.2 – Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando algum de vós oferecer oferta ao Senhor, ofereceis as vossas ofertas de gado, de vacas e de ovelhas.
Lv 1.3 – Se a sua oferta for holocausto de gado, oferecerá macho sem mancha; à porta da tenda da congregação a oferecerá, de sua própria vontade, perante o Senhor.
Lv 1.4 – E porá a sua mão sobre a cabeça do holocausto, para que seja aceito por ele, para sua expiação.
Lv 1.6 – Então esfolará o holocausto e o partirá nos seus pedaços.
Lv 1.7 – E os filhos de Arão, os sacerdotes, porão fogo sobre o altar, pondo em ordem a lenha sobre o fogo.

INTRODUÇÃO
Os sacrifícios de animais foi instituído por Deus, eram a única forma de se aplacar a ira divina contra o pecado e aproximar o homem do seu Criador. Apesar disso, tais sacrifícios demonstraram ser ineficazes porque apenas aplacavam temporariamente a ira de Deus, mas não removiam o pecado. Sendo assim, era necessário um sacrifício único e perfeito, que propiciasse aos homens a certeza da reconciliação com Deus.

1. UMA OFERTA VOLUNTÁRIA
A oferta que agrada a Deus é aquela de livre e espontânea vontade, ou seja, tem de ser uma oferta voluntária. Aquilo que se oferta sobre alguma imposição, já não é oferta e sim uma obrigação, sendo assim, não agrada nenhumas das partes porque contraria o princípio da voluntariedade. O sacrifício oferecido a Deus só agradaria se fosse feito com alegria e total entrega. O sentido mais profundo da palavra “sacrifício” é dádiva, ou seja, um presente oferecido por amor a Deus. O holocausto era um sacrifício voluntário. Observe: “Se sua oferta for holocausto...” (Lv 1.3). Deus não quer nada forçado de ninguém, pelo contrário, Ele deseja que lhe ofereçamos nossos sacrifícios livremente.

1.1. Uma oferta de animal limpo
A separação de animais em categorias limpos e impuros veio pelo desejo soberano de Deus. Isto denota que Ele quer que seu povo viva de forma diferente dos outros povos no mundo. Preocupa-nos corretamente o pecado e seu poder destruidor. Por isso, como Igreja do Senhor precisamos fazer distinções entre o santo e o iníquo, entre o limpo e o imundo. Nossas meditações feitas no coração, podem ser representadas pelo ruminar, através da digestão do nosso alimento espiritual. Assim como a unha fendida, que denota a firmeza do nosso caminhar diante de Deus e da sociedade que convivemos. Jesus disse que somos o sal da terra e luz do mundo, (Mt 5.13,14). O sal é essencial para a comida. Sem sal, a comida fica incompleta, sem gosto e sem graça. Uma pitada de sal pode dar sabor a muita comida! O sal é tão importante que todas as ofertas de comida dedicadas a Deus deveriam ser temperadas com sal (Lv 2.13).

1.2. Uma oferta sem mancha
O animal a ser ofertado deveria ser um macho, e sem mancha, e ainda, teria de ser o melhor que ele tivesse em seus pastos. Sendo inteiramente destinado à honra Daquele que é infinitamente perfeito, ele deveria ser o mais perfeito de sua espécie. Isso apontava o poder e a pureza perfeitos que existiam em Cristo, que se ofereceu para morrer como o sacrifício perfeito, e a sinceridade de coração e a inculpabilidade da vida que deveria existir nos cristãos, que são oferecidos a Deus como sacrifícios vivos. Como o sacrifício devia ser sem mancha, perfeito, assim Cristo foi o “Cordeiro imaculado e incontaminado”, que “nos amou, e Se entregou a Si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus em cheiro suave” (1 Pe 1.19; Ef 5.2).

1.3. A mão sobre a cabeça
O ofertante deve colocar a sua mão sobre a cabeça de sua oferta, (v. 4). “Ele deve colocar ambas as mãos”, dizem os estudiosos judeus, “com toda a sua força, entre os chifres do animal”. Esse ato, ao colocar a sua mão sobre a cabeça da oferta, representava o seu desejo e a sua esperança de que esta pudesse ser aceita para que lhe trouxesse a expiação de seus pecados. Embora os holocaustos não dissessem respeito a algum pecado específico como ocorria com a oferta pelo pecado, ainda assim eles deveriam representar a expiação do pecado em geral. E aquele que colocava a sua mão sobre a cabeça do holocausto deveria confessar que havia deixado de fazer o que deveria ter feito, e que havia feito algo que não deveria ter feito. Ele deveria orar para que, embora ele próprio merecesse morrer, a morte do animal que estava sendo oferecido em sacrifício pudesse ser aceita pela expiação de sua culpa.

2. UMA OFERTA PARTIDA
A Preparação da oferta de holocausto chama atenção pela sua característica, o animal ao ser partido, todas as suas partes ficavam visíveis no altar. “Então ele esfolará o holocausto, e cortará em seus pedaços” (Lv 1.6). Isto significa que o Senhor não quer o exterior, Ele não quer a pele, o que é visto, mas o oculto, o interior. Nos chama atenção mais uma característica: o Senhor olhava não somente o sacrifício, mas principalmente para a pessoa que trazia. As aparências podem nos enganar, mas diante de Deus não há como esconder algo, pois aquilo que está oculto é revelado, Ele sabe a intenção do coração de cada um nós.

2.1. Uma oferta para ser aceita
O sacrifício no Antigo Testamento eram uma parte secundária, mas vital, da religião de Israel. Por meio dos sacrifícios, o povo expressava a fé e aprendia a natureza de um Deus santo, de uma humanidade pecadora e da necessidade da expiação. Através de sua fé e obediência, o povo também recebia perdão (Lv 1.4;4.20, 26,31,35; 5.10), baseado no sacrifício definitivo de Cristo (Rm 3.25; Hb 9.9-10; 10.1-4). No entanto, Deus se compraz com a sinceridade, quando nos apresentamos diante de Sua presença, Ele observa a maneira com que nos aproximamos do santo altar; o que nos motiva a comparecer. Isto tem peso ante Deus. Deus não está interessado em sofisticadas oferendas, Ele atenta para o nosso gesto de gratidão (Pv 21.3). Esses sacrifícios de animais não podiam tirar os pecados, eles forneciam apenas um modo temporário para lidar com o pecado até que Jesus viesse resolver de modo definitivo a questão do pecado. As pessoas do Antigo Testamento que estavam seguindo os mandamentos de Deus em relação a oferecerem sacrifícios. Ele graciosamente os perdoava quando, pela fé, ofereciam tais sacrifícios. Mas esta prática antecipava o sacrifício perfeito de Cristo. A verdadeira cobertura do pecado é obra de Deus, mas isso era simbolizado pelo ato expiatório com os animais, o homem é aceito pela vontade de Deus, assim, seus pecados são cobertos, limpos e pagados.

2.2. Uma oferta esfolada e partida
Conforme a ordem de Deus a Moisés, era necessário observar a risca a maneira como se oferecia sacrifícios. Havia uma regra como fazer o sacrifício, não podia ser de outra forma. O ofertante sacrificava o animal, esfolava e partia em pedaços, (v. 12). (Cf. Lv 8.20 e Ex 19.17). O sacerdote recebia o couro por seus serviços (Lv 7.8), mas o resto tinha de ser totalmente queimado, se fosse holocausto, para que fosse eficaz no perdão de pecados. Alguns estudiosos veem os grandes sofrimentos de Cristo simbolizados no ato de esfolação e de despedaçamento do animal. A verdadeira cobertura do pecado é obra de Deus (Jr 18. 23; Sl 78. 38), que era representado pelo ato expiatório com o animal. 0 homem é aceito pela vontade de Deus, e assim seus pecados são cobertos, limpos e apagados. Naturalmente, em Cristo, temos a realidade, verdade essa que era representada por aqueles atos simbólicos.

2.3. Uma oferta em Ordem
Várias porções do animal sacrificado eram postas sobre a lenha, a fim de serem queimadas, incluindo a gordura, sempre tão escolhida para propósitos de oferta. Os sacerdotes tinham de fazer esse trabalho, visto que estava diretamente ligado ao serviço do altar. Alguns estudiosos pensam que isso representa a crucificação de Jesus. O (v. 12) deste capítulo mostra que os pedaços do animal eram postos sobre o altar em determinada ordem. Os pedaços eram postos mais ou menos na mesma posição que tinham ocupado no animal vivo. O despedaçamento do animal servia para que a queima fosse mais fácil. Um animal inteiro precisava de muito mais tempo para ser consumido no fogo.

3. UMA OFERTA PARA APRECIAÇÃO DE DEUS
Por esse meio de ofertas, a pessoa também expressava completa submissão e dedicação ao Senhor. Outras passagens bíblicas mostram que esses sacrifícios eram realizados em diversas ocasiões. Os holocaustos representavam o sacrifício imaculado de Cristo a Deus. Sobre o altar do Calvário, o Cordeiro de Deus foi totalmente consumido pelo fogo da justiça do Senhor. A oferta era trazida para que ambos, oferta e ofertante, fossem apreciados e aceitos por Deus.

3.1. Fressura e pernas lavadas
As ofertas podem representar muitos sentidos de acordo com o texto estudado. A lavagem da fressura(entranhas)e pernas do sacrifício com água. (v. 9 e 13). A lavagem Ilustra a pureza de Cristo, a água fala da Palavra de Deus, a fressura do seu interior (motivos, desejos, vontade e coração) e as pernas da sua maneira de viver e andar. Jesus guardou sempre perfeitamente a Palavra de Deus no seu coração e no seu andar. Indica que só Jesus Cristo poderia ser o substituto pelo pecado aceitável ao Pai.

3.2. Uma oferta que todos podiam oferecer
As leis relativas aos holocaustos, se referiam aos rebanhos e às aves. E todas as pessoas podiam levar suas ofertas a Deus, as que não podiam se dar ao luxo e oferecer um boi, trariam uma ovelha ou uma cabra. Já os que não tinham condições de fazer isso seriam aceitos por Deus se trouxessem uma pomba ou um pombinho. Essa foi a oferta que Maria e José ofereceram quando apresentaram Jesus no templo. Pois Deus em sua Lei e em seu Evangelho, assim como em sua providência, contempla toda classe de pessoas, Ele não faz distinção entre o rico e pobre. Percebe-se que essas aves foram escolhidas para sacrifícios por serem brandas e pacificas, inocente e inofensivas, simbolizando a simplicidade e a humildade que havia em Cristo, também para ensinar a simplicidade e a humildade que deve haver na vida de cada cristão.

3.3. Uma oferta totalmente queimada
O holocausto era uma queima total, excetuando o couro, que era dado aos sacerdotes, como uma espécie de salário por seus serviços (Lv 7.8). Assim acontecia porque havia o envolvimento de pecado nessa oferta, e o sacrifício precisava ser consumido totalmente. O ato simbolizava tanto expiação quanto santificação. O holocausto tornava-se uma espécie de incenso, e esperava-se que o cheiro de carne queimada fosse agradável a Deus, Alguns intérpretes, supõem que a fumaça/incenso só tivesse um significado simbólico, tal como o incenso é usado em alguns segmentos atuais da cristandade. De fato, ninguém deveria imaginar que Deus realmente viesse cheirar e gostar do cheiro de incenso. Mas sabe-se que o incenso é um emblema da oração. A declaração de que o aroma era agradável a Yahweh, seja como for, é uma forma de pensamento. O foco aqui é a ideia de aceitação do sacrifício terminado, por ter Deus ficado satisfeito em que o homem reconhecera sua culpa e pedira perdão. Assim também, em Cristo, o sacrifício é, ao mesmo tempo, completo e aceitável, e Nele temos vida, e não morte. No trecho de Efésios 5.2, lemos que o sacrifício de Cristo foi, para Deus, um “aroma suave”.

CONCLUSÃO
Os sacrifícios do Antigo Testamento demonstraram ser ineficazes porque apenas aplacavam temporariamente a ira de Deus, mas não removiam o pecado. Desta forma, havia a necessidade de um sacrifício único e perfeito, que propiciasse aos homens a certeza da reconciliação com Deus. O sacrifício de Cristo, oferecido uma só vez, garante-nos a certeza da eterna salvação. Agora já não precisamos continuar fazendo os sacrifícios levíticos. O que aqueles sacrifícios não podiam fazer, foi feito pelo sacrifício de Cristo sobre a cruz.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Revista do professor: Jovens e Adultos. Levítico. Rio de Janeiro: Editora Betel – 1º Trimestre de 2018. Ano 28 n° 106. Lição 2 – O sacrifício da expiação.

Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Edição Revista e Corrigida, tradução de João Ferreira de Almeida, CPAD, 2008.

Bíblia de Estudo MacArthur. Edição Revista e Atualizada, tradução de João Ferreira de Almeida. Barueri, SP: SBB, 2013.

CHAMPLIN, Russell Norman, Ph. D. O Antigo Testamento interpretado versículo por versículo, volume 2, São Paulo: Hagnos, 2001.

DAVID S. Dockery. Manual Bíblico Vida Nova. São Paulo: Editora Vida Nova, 2010.

Site. Estudos bíblicos para cristãos e as igrejas, Palavra Prudente.

HENRY’S, Mathew. Comentário Bíblico Novo Testamento. Levítico. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.

LAWRENCE, O Richards. Comentário Devocional da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2012.

Lições Bíblicas CPAD Jovens e Adultos. Lição 10: A eficácia do sacrifício de Cristo. 3º Trimestre de 2001.

MACDONALD, William. Comentário Bíblico Popular. Antigo Testamento. São Paulo, Mundo Cristão. 1995.

UNGER, Merrill Frederick. Manual Bíblico Unger. São Paulo: Vida Nova, 2006.

COMENTÁRIOS ADICIONAIS
Pb. Ancelmo Barros de Carvalho. Servo do Senhor Jesus.

Lição 02 - O Sacrifício da Expiação

O SACRIFICIO DA EXPIAÇÃO
(Lição 02 – 14 de Janeiro de 2018)

TEXTO ÁUREO
E porá a sua mão sobre a cabeça do holocausto, para que seja aceito por ele, para a sua expiação.” (Lv 1.4).

VERDADE APLICADA
O sacrifício de Cristo proporciona a reconciliação entre Deus e o homem.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
INCENTIVAR o cristão a ter por principio de vida a voluntariedade;
MOSTRAR que Cristo é a realidade do sacrifício da expiação;
ENSINAR que Deus sempre provê meios para que todos possam dEle se aproximar.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Lv 1.2 – Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando algum de vós oferecer oferta ao Senhor, oferecerá a sua oferta de gado, isto é, de vacas e de ovelhas.
Lv 1.3 – Se a sua oferta for holocausto de gado, oferecerá macho sem mancha; à porta da tenda da congregação a oferecerá, de sua própria vontade, perante o Senhor.
Lv 1.4 – E porá a sua mão sobre a cabeça do holocausto, para que seja aceito por ele, para a sua expiação.
Lv 1.6 – Então esfolará o holocausto, e o partirá nos seus pedaços.
Lv 1.7 – E os filhos de Arão, o sacerdote, porão fogo sobre o altar, pondo em ordem a lenha sobre o fogo.