Pessoas que acompanham nosso site

A Necessidade do Batismo com o Espírito Santo - Comentários Adicionais (Pr. Osmar)

A NECESSIDADE DO BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO
(Lição 12 – 17 de Dezembro de 2017)

TEXTO ÁUREO
E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder” (Lucas 24.49).

VERDADE APLICADA
O batismo com o Espírito Santo é a promessa do Senhor de revestimento de poder para cumprimento da missão.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
EXPLICAR acerca da necessidade e da importância de se receber o Espírito Santo;
APRESENTAR o Espírito Santo como fonte de vida, consolador e agente santificador da Igreja;
APONTAR três qualidades importantes que foram acrescentadas pelo Espírito Santo à Igreja.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Atos 1.4 – E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que, disse ele, de mim ouvistes.
Atos 1.5 – Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias.
Atos 1.8 – Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria, e até aos confins da terra.
Atos 2.1 – E, cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar.

INTRODUÇÃO
Ser batizado com o Espírito Santo é uma necessidade imperiosa na vida de todo aquele que deseja ser usado por Deus no Seu serviço. Sem a unção e poder do Espirito Santo teremos enormes dificuldades para testemunhar e revolucionar o mundo com o evangelho (At 1.8). Os discípulos e os cristãos primitivos jamais teriam sido instrumentos tão poderosos nas mãos de Deus para alcançar e abalar o mundo de sua época, se não houvessem recebido o batismo com o Espírito Santo (2.1-4). O batismo com o Espírito Santo não só nos introduz em uma nova dimensão espiritual como também nos capacita a cumprir integralmente nossa missão aqui na terra. Muitos, hoje, infelizmente não estão recebendo essa gloriosa, imensurável e rica bênção de Deus porque não buscam, não conhecem ou não compreendem o que ela representa para suas vidas.

1. CONHECENDO O SIGNIFICADO E PROPÓSITO
O batismo com o Espírito Santo, conforme o cumprimento integral e total da promessa de Deus, significa revestimento de poder (Lc 24.49) e tem como propósito principal nos capacitar a realizar com êxito o serviço cristão (At 1.8), e, nos credenciar a uma vida de poder, adoração e devoção diante de Deus e dos homens (Jo 7.38-39). O evangelista e teólogo Stanley Jones (1884 – 1973) é incisivo quando disse: “A vida do cristão começa no calvário, mas o trabalho eficiente, no Pentecoste”. Depois da salvação esta é a maior bênção que Deus concede aos seus filhos!

1.1. Significado do Batismo com o Espírito Santo
Há muitos que acreditam que já receberam o batismo com o Espírito no momento de sua conversão. No entanto, a Bíblia deixa claro que o batismo com o Espírito Santo não é uma experiência que se recebe automaticamente junto com a conversão. As Santas Escrituras fazem clara distinção entre a presença do Espírito Santo como habitação e como manifestação. Todo salvo, em Cristo, por exemplo, tem em si a habitação do Espírito Santo (Jo 14.16-17; 1 Jo 4.12-13; Rm 8.9-11). Mas, nem todos são ou foram revestidos com o poder do Espírito Santo (At 19.1-6). Ao aceitarmos Jesus como salvador e Senhor recebemos automaticamente o Espírito Santo como selo de Deus em nossa vida (Ef 1.13-14; 2 Co 1.21-22), que além de testificar com o nosso espírito que somos filhos de Deus (Rm 8.16), também, nos guia em toda a verdade (Jo 16.13; Gl 5.18). O apóstolo Paulo vai mais além quando escreve aos Romanos dizendo que se alguém não tem o Espírito de Deus ou de Cristo esse tal não é Dele (Rm 8.9). No entanto, nem todos os que têm o Espírito Santo significa dizer que estão cheios d'Ele (Ef 5.18; At 19.1-6). O batismo com o Espírito Santo significa um transbordamento ou derramamento de poder (Pv 1.23; Jl 2.28-29; At 2.33; 10.45), ou ainda, um revestimento de poder concedido por Jesus aos salvos no intuito de torná-los servos e testemunhas mais eficazes (Lc 24.49; At 1.5,8).

1.2. A diversidade das operações do Espírito
Vivemos hoje a imensurável e rica Dispensação da Graça, também conhecida como a “Dispensação do Espírito Santo”, por causa de suas multiformes funções e manifestações. Dentre as diversas ações e operações do Espirito Santo, nesta dispensação, podemos destacar Sua ação de convencer o homem do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8-11), manifestar virtude e unção indispensável aos crentes para testemunhar de Cristo e do seu evangelho (At 1.8), distribuir e administrar dons espirituais colocados por Deus à disposição de sua Igreja (1 Co 12.1-11), etc. São estas multiformes ações, operações e manifestações do Espírito que mantém a Igreja de Cristo viva, dinâmica e atuante na terra. Entretanto, nos últimos anos a ausência de ensino sobre o batismo com o Espírito Santo e a introdução de conceitos errôneos, distorcidos e alheios à autenticidade bíblica, pelos nossos próprios líderes e dirigentes, sob o pretexto de que havia muito “exagero”, “fanatismo”, “meninices” ou “coisas do tipo”, têm provocado receio, medo e desinteresse entre os crentes mais novos, privando-os de experimentarem as “manifestações” e “operações” do Espírito Santo, causando com isto, enormes prejuízos espirituais não só aos nossos adolescentes, jovens e novos convertidos, como também frieza espiritual nos mais antigos (1 Co 14.39). Não é à toa que a igreja dos dias atuais vive sua pior crise espiritual e de identidade!

1.3. Propósito do batismo com o Espírito Santo
Diferente do batismo nas águas, que é para o arrependimento (Mt 3.11), o batismo com o Espírito Santo é uma promessa de Deus segundo os seus soberanos propósitos para nossa vida. Isto significa que devemos compreendê-las sob a perspectiva do cumprimento desses propósitos e não para atender “prestígios pessoais” ou ser “mais espirituais” que outras pessoas. Assim, como Deus prometeu e enviou Jesus para ser o nosso salvador, também prometeu enviar e derramar do Seu Santo Espírito sobre os crentes, habilitando-nos a dar continuidade com mais eficácia, a obra do Senhor Jesus Cristo aqui na terra. Portanto, o soberano propósito de Deus no batismo com o Espírito Santo, vai mais além do que simplesmente nos capacitar a viver de forma santa e digna, visa também nos preparar para o serviço cristão (Lc 24.47-49; At 1.8; 8.1-40) e testemunhar de Jesus com poder e ousadia (At 4.7-31). Os discípulos de Cristo, antes do Pentecoste, eram tímidos e temerosos (Jo 18.15-18; 20.19-20), porém, após receberem o poder do Espírito Santo, passaram a pregar ousadamente a Palavra de Deus e realizar sinais, milagres e maravilhas (At 4.33; 3.4-10). Antes do pentecoste a Igreja estava em declínio (apenas 120 irmãos perseveraram em oração), depois do pentecoste, na primeira pregação, quase 3 mil almas se converteram (At 2.41), e, na segunda quase 5 mil (At 4.4). O sucesso ministerial deles, depois do Pentecoste, pode ser resumido assim: “Testificando Deus juntamente com eles, por sinais e prodígios, e por múltiplos milagres e dons do Espírito Santo, distribuídos segundo a sua vontade” (Hb 2.4).

2. ATUALIDADE DA PROMESSA E RECEBIMENTO
Embora o Batismo com o Espírito Santo seja um manancial de bênção para a nossa vida e uma chama pentecostal imprescindível às atividades, crescimento e desenvolvimento da Igreja. Muitos hoje, não recebem mais o batismo com o Espírito Santo. O que será que está acontecendo? Será o batismo com o Espírito Santo é coisa do passado? Não! Muito pelo contrário! Muitos, hoje, não recebem o batismo com o Espírito Santo porque não buscam mais, outros porque não compreendem devidamente o que ele representa para suas vidas, e outros, não pasme! É porque nem sabe o que é batismo com o Espírito Santo! Lamentavelmente, esse genuíno movimento vem sendo substituído por inovações, modismos e práticas descabidas e antibíblicas, e, por isso, é atualmente pouco buscado e pouco pregado. A estratégia de Satanás nestes últimos tempos não é mais afastar as pessoas das igrejas, mas mantê-las nos templos espiritualmente frias, com corações distantes e acostumados com uma vida de pecado e sem frutos. Precisamos deixar a frieza espiritual, a carnalidade e o secularismo, voltar ao primeiro amor, e buscar urgentemente um avivamento espiritual.

2.1. Atualidade da promessa
Cremos na atualidade do batismo no Espírito Santo e dos dons espirituais, conforme prometeu o próprio Cristo e ensinam as Escrituras Sagradas (Lc 24.49; 1 Co 12.1-11; 14.1). Ao contrário do que alguns pregam, o batismo com o Espírito Santo não se limitou ao Dia de Pentecoste. Não encontramos nada nas Escrituras que prove que o falar em línguas seja uma experiência restrita àquele tempo. Ao contrário, a Bíblia diz que o derramar do Espírito Santo é universal e alcançável não só em nossos dias (At Jl 2.28-29), como será também no futuro, no milênio, quando ele continuará a ser amplamente derramado (Zc 12.10; Ez 39.29). O apóstolo Pedro foi claro e incisivo ao dizer que todos os crentes podem e devem buscar esta plenitude do Espírito, quando disse: “Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quanto Deus nosso Senhor chamar” (At 2.39). Além do mais, a Bíblia e a própria história da Igreja mostra que, do Pentecoste em Jerusalém até os dias de hoje, houve continuidade dessa tão inefável promessa (At 8.14-17; 10.44-48; 9.1-18; 19.1-7). Centenas, milhares e milhões de pentecostais, espalhados pelo mundo afora, têm experimentado o batismo com o Espírito Santo. O escritor aos Hebreus disse: “Não vos façais negligentes, mas sejais imitadores dos que pela fé e paciência herdaram a promessa” (Hb 6.12).

2.2. Importância do batismo com o Espírito Santo
A importância do batismo com o Espírito Santo se evidencia a partir da promessa feita pelo próprio Deus (Pv 1.23; Jl 2.28-29; Is 44.3) e ratificada pelo próprio Senhor Jesus Cristo (Jo 7.37-39; At 1.5; Lc 24.49), como um evento que marcaria os últimos dias (At 2.17-18). A expressão “últimos dias”, conforme preceitua a Bíblia, abrange o tempo desde a primeira vinda de Cristo ao mundo até o fim dos tempos (Hb 1.2). A promessa de salvação é a maior dádiva de Deus para o mundo (Mt Gn 3.15; Mt 1.21;Jo 19.16-30), assim, como o Espírito Santo é a maior dádiva de Deus para a Igreja (Jl 2.28-29; Is 44.3; Lc 24.49; At 1.4-5; 2.1-4). Muitos desperdícios de energia e muitos trabalhos infrutíferos seriam evitados se a igreja estivesse empenhada em buscar a presença, direção e o batismo com o Espírito Santo.

2.3. Como receber o batismo com o Espírito Santo
Deus em sua infinita sabedoria não deixou nenhuma regra ou fórmula definida de como receber o batismo com o Espírito Santo. Em alguns textos as Escrituras diz que os crentes estavam reunidos quando “de repente” foram cheios do Espírito Santo (At 2.1-4; 10.44) Em outros, diz que foi necessário alguém “orar” e “impor as mãos” (At 8.15-18; 9.17-18). Cremos que a experiência do batismo com o Espírito Santo pode ocorrer de várias formas e situações, dependendo apenas da vontade do Senhor e do Espírito Santo que são os agentes batizadores. No entanto, se faz necessário da parte do crente: arrepender (Pv 1.23; At 2.37-38); crer (Jo 7.37-39); desejar ardentemente (Jo 7.37; Sl 143.6; Is 41.17-18; 44.3; Ap 21.6); Pedir, buscar e bater insistentemente (Lc 11.9-13; Mt 7.7; Tg 1.6). Quando buscamos com fé o batismo com o Espírito Santo, Deus atende os desejos dos justos (Jr 29.13: At 1.14; Lc 18.1).

3. OUTRAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A PROMESSA
Há várias outras considerações sobre a promessa e o batismo com o Espírito Santo, que ainda poderiam ser exploradas, tais como: A essência, natureza e cumprimento da promessa do batismo com o Espírito Santo; evidência, capacitações e realidades operadas pelo batismo com o Espírito Santo; distorções, equívocos e ofensas em relação ao batismo com o Espírito Santo; relações entre o fruto, dom e batismo com o Espírito Santo; o viver cheio do Espírito é condição indispensável a todo crente que deseja crescer, prosperar e viver de forma frutífera (At 8.5,35); como manter nossa vida cheia do Espírito Santo; o símbolo do fogo significa que o Espírito Santo seria nos corações semelhantes ao fogo, para purificar ou destruir os sentimentos incompatíveis com sua natureza santa (Mt 3.11-12); o recebimento do batismo com o Espírito Santo não está vinculado a mérito, pois é dom de Deus (At 10.45); etc. No entanto, vamos nos ater apenas ao que foi proposto na lição.

3.1. O falar em línguas
O Espírito Santo manifestou-se de diferentes formas no Antigo Testamento. Todavia, não há nenhum indício de que alguém tenha “falado em línguas”. A manifestação do falar em línguas, seja como sinal do batismo, seja como o dom espiritual, é uma operação divina encontrada somente a partir do Novo Testamento: O falar em línguas como sinal do batismo com o Espírito Santo teve seu início no dia de pentecoste e atua como sinal ou evidência a todos que são batizados: “E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem” (At 2.4 - veja também 10.46 e 19.6). Segundo o Pastor Antônio Gilberto, essa manifestação é uma imersão do crente no espiritual e sobrenatural de Deus. Já o falar em línguas, como dom de variedade de línguas, segundo ele “é um milagre linguístico sobrenatural” e nem todos os crentes batizados com o Espírito Santo tem este dom, pois são distribuídos segundo a vontade e o propósito de Deus (1 Co 12.30). Não depende do querer do homem, mas da soberania divina (1 Co 12.11). Cabendo a cada um buscar com zelo os melhores dons (1 Co 12.31).

3.2. Cheios do Espírito Santo
Durante o período do Antigo Testamento o Espírito Santo era concedido por medida e de forma restritiva (Dt 34.9; Ex 28.3; 31.3; 35.31), conforme declara o próprio Jesus (Jo 3.34). O viver cheios do Espírito no Novo Testamento é condição indispensável a todo crente que deseja crescer e viver de forma frutífera e vitoriosa (At 8.5,35). Atualmente, temos duas classes de pessoas na igreja: uma, que apesar das dificuldades, ainda mantêm suas características pentecostais e procuram viver a plenitude do Espírito Santo. São os pentecostais de fato; e, outra, formada por aqueles que, de propósito ou por negligência, estão mantendo o Espírito Santo fora dos seus projetos de vida. Embora façam parte de uma igreja pentecostal e dizem ser pentecostais, parecem desconhecer por completo a origem e os propósitos do batismo com o Espírito Santo.

3.3. Outros esclarecimentos
É bem verdade que muitas dúvidas sobre o batismo com o Espírito Santo existem os quais precisariam serem esclarecidos: Quando se sabe que um cristão foi ou não batizado com o espírito Santo? O que sente uma pessoa no momento em que é batizada com o Espírito Santo? É bíblico criar “subterfúgios” ou “estratégias” para que as pessoas venham receber o batismo? O batismo com o Espírito Santo deve ser requisito para alguém ingressar no ministério? O batismo com o Espírito Santo é um pré-requisito para se receber os dons espirituais? Por que no momento de ser batizado surge dúvidas se devemos ou não falar em línguas? Como eliminar essas dúvidas? Por que atualmente quase não mais se ver pessoas sendo batizadas com o Espírito Santo? O que devo fazer para ser batizado com o Espírito Santo? ... No entanto, este pequeno espaço não permite esclarecer todas estas e outras dúvidas. No entanto, para fechar o comentário desse último subtópico, gostaria apenas de refletir a última pergunta acima citado: O que devo fazer para ser batizado com o Espírito Santo? Inicialmente, é importante compreender que o recebimento do batismo com o Espírito Santo não está vinculado a mérito, pois é dom de Deus (At 10.45). Como já falamos, não há um método nem formula precisa para se alcançar o batismo com o Espírito Santo. Na prática, tem alcançado esta bênção aqueles que têm demonstrado ardente desejo e buscam constantemente. Não importa qual seja a sua denominação, se está frio na fé, ou se está passando por alguma dificuldade na sua vida espiritual! Pela fé podemos e devemos buscar o batismo com o Espírito Santo! Jesus disse: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crê em mim como diz as Escrituras rios de águas viva correrão do seu ventre. E isso, disse Ele do Espírito Santo, que haviam de receber...” (Jo 7.37-39). Disse ainda Ele: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei e abrir–ser-vos-á ... Pois se vós sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai Celestial o Espírito Santo àqueles que Lho pedirem?” (Lc 11.9-13).

CONCLUSÃO
A igreja do Senhor necessita de um real e poderoso mover do Espírito Santo nos dias de hoje. Buscar a concretização dessa promessa nos dias atuais é uma necessidade àqueles que, embora salvos, ainda não alcançaram. Se estivermos dispostos a pagar o preço e dermos liberdade ao Espírito Santo, Ele certamente irá operar em nossas vidas da mesma maneira que operou no passado, ratificando de maneira extraordinária as promessas divinas e levando-nos a vivenciar um grande despertamento espiritual. A Bíblia diz: “Convertei-vos pela minha repreensão; eis que abundantemente derramarei sobre vós o meu Espírito Santo e vos farei saber as minhas palavras” (Pv 1.23).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
REVISTA BETEL DOMINICAL: Jovens e Adultos. Doutrinas Fundamentais da Igreja de Cristo. Rio de Janeiro: Editora Betel – 4º Trimestre de 2017. Ano 27 n° 105. Lição 05 – A necessidade do batismo com o Espírito Santo.

BÍBLIA DE ESTUDO MATTHEW HENRY. Português. Tradução Elen Canto, Eliane Mariano e outros. Editora Central Gospel Ltda. 1ª Edição. Rio de Janeiro – RJ. 2014.

BÍBLIA DE ESTUDO NVI - Português. Tradução de Nota: Chown, Gordon. Editora Vida.

REVISTA JOVENS E ADULTOS: Atos dos Apóstolos. Editora Betel – 1º Trimestre de 2011. Ano 21 n° 78. Rio de Janeiro.

LIÇÕES BÍBLICAS – Jovens e Adultos. CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus) – 3º Trimestre de 1988.

LIÇÕES BÍBLICAS – Jovens e Adultos. CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus) – 4º Trimestre de 1989.

LIÇÕES BÍBLICAS – Jovens e Adultos. CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus) – 1º Trimestre de 1998

LIÇÕES BÍBLICAS – Jovens e Adultos. CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus) – 1º Trimestre de 2004.

LIÇÕES BÍBLICAS – Jovens e Adultos. CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus) – 3º Trimestre de 2006.

LIÇÕES BÍBLICAS – Jovens e Adultos. CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus) – 4º Trimestre de 2007.

COMENTÁRIOS ADICIONAIS:
P r. Osmar Emídio de Sousa - Bacharel em Direito pela faculdade PROJEÇÃO; Bacharel em Missiologia pela antiga Escola Superior de Missões de Brasília; bacharel em Teologia Pastoral, pela FATAD (Faculdade de Teologia das Assembleias de Deus de Brasília); Pastor credenciado na CONAMAD e membro na AD316, Subsede da ADTAG.


A importância da Bíblia como única regra de fé - Comentários Adicionais (Ev. Samuel)

A IMPORTÂNCIA DA BÍBLIA COMO ÚNICA REGRA DE FÉ
(Lição 11 – 10 de Dezembro de 2017)

TEXTO ÁUREO
“Toda a Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça” (2 Tm 3.16).

VERDADE APLICADA
A Bíblia é a única fonte de tudo o que precisamos entender sobre Deus e Seu plano para a humanidade.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
ENFATIZAR a importância da Bíblia, sua exatidão e seu poder de influência;
MOSTRAR como a Bíblia pode nos moldar e nos tornar mais eficazes na vida;
APRESENTAR a Bíblia como fonte inesgotável e sua superioridade a todos os demais livros.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Sl 119.89 – Para sempre, ó Senhor, a tua palavra permanece no céu.
Sl 119.93 – Nunca me esquecerei dos teus preceitos, pois por eles me tens vivificado.
Sl 119.105 – Lâmpada para os meus pés é tua palavra e luz, para o meu caminho.
Hb 4.12 – Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.

INTRODUÇÃO
A Bíblia é a palavra de Deus para os homens, e como tal, precisa ser encarada como inerrante, infalível, e regra única de fé para todo cristão.

1. A importância da Bíblia
Por milênios Deus se revelou ao homem através de suas obras, está é chamada revelação natural através da criação, que ainda é válida até os dias atuais (vide Romanos 1.19-20). Porém, segundo o seu propósito, chegou o tempo em que Ele determinou alcançar o homem com uma revelação maior, mais ampla e de forma mais clara, o que fez de duas maneiras: a) Através da Bíblia, a Palavra Escrita; b) Através de Jesus Cristo - a Palavra Viva. Esta dupla revelação é muito especial, e consolidou-se como necessária com à queda do homem. Deste modo, os estudos das Escrituras se impõem, como o principal meio do homem natural vir a conhecer a Deus e a sua vontade para com a nossas vidas.

1.1.    O livro que tem transformado o mundo
Nenhum outro livro tem sido tão largamente disseminado, nem exercido tão forte influência sobre o curso dos acontecimentos mundiais do que a Bíblia. As Escrituras Sagradas têm sido traduzidas em mais línguas, têm sido impressas em maior número de exemplares, têm influenciado mais o pensamento, inspirado mais as artes e motivado mais as descobertas do que qualquer outro livro. A Bíblia foi traduzida em mais de mil línguas, abrangendo mais de 90% da população do mundo. Suas tiragens somam alguns bilhões de exemplares. Os best-sellers que têm vindo em segundo lugar, ao longo dos séculos, nunca chegam perto do detentor perpétuo do primeiro lugar, a Bíblia. A influência da Bíblia e de seu ensino sobre o mundo ocidental está bem à mostra para todos quantos estudam a história. O papel de forte influência desempenhado pelo Ocidente sobre o desenrolar dos acontecimentos mundiais fica igualmente evidente. As Escrituras judeu-cristãs têm influenciado mais a civilização que qualquer outro livro ou combinação de livros do mundo. Na verdade, nenhuma outra obra religiosa ou de fundo moral no mundo excede a profundidade moral contida no princípio do amor cristão, e nenhuma apresenta conceito espiritual mais majestoso sobre Deus do que o conceito que a Bíblia oferece. A Bíblia apresenta ao homem os mais elevados ideais que já pautaram a civilização. A evidência da manifesta indestrutibilidade da Bíblia. A despeito (ou talvez por conta) de sua tremenda importância, a Bíblia tem sofrido muito mais ataques perversos do que seria de esperar, em se tratando de um livro. No entanto, a Bíblia tem resistido a todos os ataques e a todos os seus atacantes. Diocleciano tentou exterminá-la (c. 303 d.C.); no entanto, a Bíblia é hoje o livro mais impresso e mais divulgado do mundo. Críticos da Bíblia no passado taxavam-na de composta, na maior parte, por historietas mitológicas, mas a arqueologia lhes comprovou a historicidade. Seus antagonistas atacam seus ensinos, taxando-os de primitivos e obsoletos, mas os moralistas exigem que seus ensinos a respeito do amor sejam postos em prática na sociedade moderna. Os céticos têm lançado dúvidas sobre a confiabilidade da Bíblia; todavia, mais pessoas hoje se convencem de suas verdades do que em toda a história. Prosseguem os ataques da parte de alguns cientistas, de alguns psicólogos e de alguns líderes políticos, mas a Bíblia permanece ilesa, indestrutível. Ela se parece com uma muralha de um metro e meio de altura por um metro e meio de largura: é inútil tentar derrubá-la com assopros. A Bíblia continua mais forte que nunca, depois desses ataques. Assim se manifestara a seu respeito o Senhor Jesus: “Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão” (Mc 13.31). Uma contribuição inegável das escrituras vem da reforma protestante, onde um de seus lemas o Sola Scriptura, evidenciava a necessidade central de embasar todas afirmativas nas escrituras e não em apologias da igreja e seus costumes dissociado do conhecimento da palavra, esta dissociação permitiu que a ciência investigasse livremente fatos que antes eram tido como intocáveis e sagrados pela igreja romana, junto ao ideal da reforma protestante, soma-se a influência de Max Weber Sociólogo Alemão que anos mais tarde já no século 19, editou uma obra chamada “A ética protestante e o espírito do capitalismo que trouxe um novo viés, sobre o capitalismo e a maneira de exercer a política econômica dos países, a partir de então muitos conceitos de mutações sociais avanços financeiros mudanças de classe social, livre comercio foram aplicadas e isto possibilitou a evolução do sistema capitalista.

1.2. Um livro amado e odiado
Acima de todos os outros livros combinados, a Bíblia tem sido odiada, vilipendiado, ridicularizada, criticada, restrita, proibida, e destruída, mas tem sido em vão. Vejamos alguns ataques ao longo de sua existência:
Ano
Quem
O que?
Intenção
Resultado
Século II
Luciano, Escritor Grego
Escreveu os livros Dialogo dos Deuses e Dialogo dos Mortos
Tentar ridicularizar a Bíblia
Falhou
Ano 303 d.C.
Diocleciano, Imperador Romano
Publicou um decreto contra a Bíblia e os cristãos
Destruir a igreja e queimar todas as Bíblia do império
50 anos depois seu sucessor Constantino mandou publicar 50 Bíblias à custa do estado
Ano 304 d.C.
Porphyry, Escritor Grego
Escreveu 15 livros contra a Bíblia e o Cristianismo
Tentar provar que a Bíblia era uma fraude
Falhou, e seus livros são desconhecidos
Seculo XVIII
Voltaire, filósofo, escritor, líder do iluminismo
Afirmou: Dentro de 100 anos a Bíblia e o cristianismo serão varridos
Acabar com o cristianismo e instaurar o antropocentrismo
Depois de sua morte a Sociedade Bíblica de Genebra usou sua casa para imprimir e distribuir milhares de cópia da Bíblia
Seculo XIX
Robert Ingersoll. Líder ateísta e político americano
Declarou: Dentro de 15 anos terei a Bíblia em um necrotério
Descredibilizar a Bíblia
Morreu exatamente 15 anos depois e foi para o necrotério.

Os céticos liberais do século 19 tentaram destruir a autoridade da Bíblia, afirmando que ela é cheia de mitos e que é historicamente imprecisa. Eles alegaram que a escrita não existia nos dias de Moisés. Eles duvidaram da existência de Ur dos Caldeus, das avançadas antigas cidades-estado e torres religiosas mencionadas em Gênesis 10-11, dos complexos códigos legais naquela época, de camelos na Palestina nos dias de Abraão, da existência do rei Davi e do Rei Salomão, da existência dos hititas e dos filisteus, de Sargão e Nabucodonosor e Beltsasar, para citar alguns. Eles disseram que o livro de Atos estava cheio de imprecisões históricas. Em todos esses casos e centenas mais, os céticos foram provados que estavam errados e a Bíblia foi provado que estava certa, como temos documentado neste curso na seção de arqueologia. Através dos séculos, muitos ataques contra a Bíblia se tornaram amargas perseguições junto com fortes tentativas de destruí-la. Muitos ataques contra a Bíblia vieram de escarnecedores. Mas houve alguns que, depois de examinarem os fatos, mudaram suas opiniões e foram convertidos. Aqui estão alguns exemplos:
·         Gilbert West, um poeta inglês, que foi incluído em Lives of the Most Eminent English Poets, escrito por Samuel Johnson, enquanto era um estudante em Oxford resolveu desbancar o relato bíblico da ressurreição de Cristo. Em vez disso, ele provou para sua própria satisfação que Cristo ressuscitou dos mortos e publicou Observations on the History and Evidences of the Resurrection of Jesus Christ.
·         George Lyttelton, um estadista Inglês, escritor e poeta que foi educado em Oxford, determinou-se provar que Paulo não foi convertido como a Bíblia diz. Em vez disso, Lyttelton escreveu um livro fornecendo evidências de que a conversão de Paulo foi real e que é evidência de que Jesus realmente ressuscitou dos mortos. O livro foi intitulado Observations on the Conversion and Apostleship of St. Paul.
·         Frank Morison, um advogado, jornalista e romancista, começou a escrever um livro para disprovar a ressurreição de Cristo. Em vez disso, ele se converteu e escreveu um livro em defesa da ressurreição intitulado Who Moved the Stone?
·         Simon Greenleaf, Professor Royall de Direito na Universidade de Harvard e uma das mentes mais célebres entre os juristas da América, determinou-se expor o "mito" da ressurreição de Cristo, de uma vez por todas, mas a sua análise aprofundada obrigou-o a concluir que Jesus ressuscitou dentre os mortos. Em 1846, ele publicou An Examination of the Testimony of the Four Evangelists by the Rules of Evidence Administered in the Courts of Justice.
·         General Lew Wallace era um Governador Territorial nos dias que se seguiram à Guerra Civil Americana. Ele era um senador em Indiana com a idade de 29 anos e era considerado um homem muito estudioso. Ele não confiava no Cristianismo ou na Bíblia, assim ele se pôs a escrever um livro cético disprovando a ambos. Nos seus estudos ele descobriu que a Bíblia e Cristo são verdadeiros e se tornou um cristão devoto. O general Wallace nunca escreveu seu livro contra a Bíblia, ao invés ele escreveu a clássica novela cristã Ben Hur.
·         William Ramsey, um renomado arqueólogo e estudioso inglês, foi para a Ásia Menor com o propósito expresso de provar que a Bíblia é historicamente imprecisa. À medida que esmeradamente se debruçava sobre antigos artefatos e detalhes, para sua surpresa ele descobriu que a Bíblia era precisa no menor dos detalhes. Ele concluiu, que o livro de Atos foi escrito durante a vida dos apóstolos e que é historicamente absolutamente preciso. A evidência foi tão convincente que Sir Ramsey se tornou um cristão e um grande estudioso e erudito da Bíblia, particularmente do Novo Testamento.
·         Josh McDowell era um cético quando ele entrou na universidade para cursar direito, mas ele aceitou um desafio por alguns cristãos para examinar a alegação de que Jesus Cristo é o Filho de Deus. Ele diz: "Eu decidi escrever um livro que iria fazer do cristianismo uma piada intelectual." Ele viajou por todo os EUA e Europa para reunir provas para provar o seu caso, mas em vez disso ele se converteu a Cristo e escreveu um livro defendendo a Bíblia, intitulado Evidence That Demands a Verdict (publicado em português como Evidências que Exigem um Veredicto). McDowell concluiu: "Depois de tentar esmigalhar a historicidade e a validade das Escrituras, cheguei à conclusão de que é historicamente [absolutamente] confiável. Se alguém descarta a Bíblia alegando que ela não é [totalmente] confiável, então deve-se descartar quase toda a literatura da Antiguidade. ... Eu acredito que nós podemos manter as Escrituras em nossas mãos e dizer: "A Bíblia é merecedora de [toda nossa] confiança e é historicamente [absolutamente] confiável" (The New Evidence, p. 68).
·         Dr. Richard Lumsden, professor de Parasitologia e de Biologia Celular, foi reitor da escola de pós-graduação da Universidade de Tulane e treinou 30 doutores [seus orientandos]. Quando ele foi desafiado por um estudante a conseguir apresentar alguma evidência a favor da evolução, ele procurou refutar o aluno demonstrando a evidência científica da evolução. Em vez disso, ele se convenceu de que a evidência está faltando [não havia nenhuma evidência]. Isso o levou a um exame da Bíblia, o que levou à sua conversão a Jesus Cristo.
“Ao longo dos anos, a Bíblia tem sido uma poderosa bigorna que tem consumido os franzinos martelos dos escarnecedores.”
1.3.    O livro mais exato da humanidade
A Bíblia tem se mostrado infalível ao longo dos anos, mesmo quando não conseguimos respostas, e encontramos questões onde não podemos fechar a conta, o tempo tem ainda prevalecido e mostrado o quanto da sua eficácia, um dos últimos casos conciliados entre a história e a bíblia é a afirmação de um rei por nome de Belsazar no comando da Babilônia, esta informação divergiu dos registros históricos durante séculos, Belsazar era filho de Nabonido e Nitócris, filha de Nabucodonosor e viúva de Nergal-sharezer, Durante muito tempo, a ausência de registros arqueológicos do nome deste rei pôs em dúvida o texto do Livro de Daniel, porém em 1854 Sir Henry Rawlinson encontrou uma inscrição de Nabonido na qual ele se referia ao seu filho mais velho. No final do século XIX, foram encontrados documentos de recibos e contratos, com a data do terceiro ano de Marduk-sar-uzur, que corresponde a Belsazar.
Durante muitos anos ciência, história e Bíblia andaram em lados opostos, mas a presente era mostra mais uma vez que por mais que a ciência tente provar a inexistência de Deus, ela somente esclarece a sua grandeza, recentemente Steven Meyer doutor em filosofia da ciência pela Cambridge university afirmou: “Eu acho que há um grande sorriso nos lábios de Deus, pois nos últimos anos todos os tipos de evidência apontando para a confiabilidade da Bíblia e sua criação do universo e da vida vieram à luz”. O corpo humano fornece uma grande quantidade de provas. É uma criação maravilhosa do ápice da obra física de Deus. Um corpo adulto compreende cerca de 75 trilhões de células, qualquer uma das quais é tão complexa a ponto de ser quase além da compreensão. Cada célula do corpo humano contém mais informação do que em todos os trinta volumes da Enciclopédia Britânica. A complexidade da célula humana mudou o pensamento da filosofia britânica do professor Antony Flew, considerado por muito tempo o maior e mais conhecido ateu do mundo. Em um simpósio em Nova Iorque em maio de 2004, ele chocou a todos, afirmando que havia chegado à conclusão de que Deus existe. Ele escreveu: “Para a surpresa de todos os interessados, como havia anunciado no início que agora eu aceito a existência de um Deus” (Existe um Deus, 2007, pág. 74).
Não existe prova maior do que a história se escrevendo desde o sonho do rei Nabucodonosor e a interpretação de Daniel dada por Deus sobre os reinos do mundo antigo. Nabucodonosor era um dos grandes conquistadores da história antiga. Numa série de batalhas, ele venceu os assírios, o povo que dominara a Mesopotâmia durante os séculos anteriores. Defendeu-se contra os egípcios e estabeleceu as fronteiras de um império extenso e próspero. Conseguiu dominar a pequena, mas importante terra que conhecemos hoje como a Palestina, uma região por onde passavam as principais rotas comerciais entre a Ásia e a África. Passou por Jerusalém em 605 a.C. e levou os jovens mais inteligentes e nobres para a Babilônia, onde seriam educados na sabedoria babilônica e teriam oportunidades de até participar do governo do império. Daniel foi um desses jovens, certa noite este rei tem um sonho, o rei sonhou com uma grande estátua de quatro partes principais. A cabeça era de ouro, o peito e os braços, de prata e o ventre e os quadris, de bronze. As pernas de ferro se apoiaram em pés feitos de uma mistura de ferro e barro. De repente, uma grande pedra, cortada sem ninguém tocar nela, esmagou os pés da estátua, e então esmagou o resto da imagem. O que restou da estátua foi levado pelo vento, mas a pedra se tornou em uma montanha que encheu a terra toda. A grande estátua do sonho do rei foi composta de quatro partes principais. Daniel as identifica como quatro reinos, começando com a própria Babilônia (a cabeça de ouro). Depois da Babilônia, teria uma sucessão de mais três reinos humanos. O próximo reino seria inferior à Babilônia, e foi representado pelo peito e os braços de prata. O terceiro seria maior, exercendo domínio “sobre toda a terra”. O mais forte dos quatro reinos seria o quatro, feito de ferro. Mas a mistura de barro mostra um reino dividido, com um lado frágil. Este reino seria esmiuçado pela grande pedra.
A parte mais importante da interpretação começa no versículo 44. A pedra representa o reino eterno de Deus. Ela não surge da terra; é cortada de um monte e desce para esmagar os reinos humanos. Diferente dos reinos dos homens que levantam e caem, este reino seria eterno e superior a qualquer império humano. Um detalhe que devemos observar é a profecia sobre a época na qual o reino de Deus seria estabelecido. Deus permitiu que Daniel olhasse para o futuro para afirmar que Deus ia fundar os seu reino “nos dias destes reis”, ou seja, durante o quarto império. Numa profecia feita 600 anos antes do nascimento de Jesus, Deus falou para os homens o tempo aproximado do estabelecimento do reino messiânico. Os quatro reinos humanos do sonho: No momento da interpretação dada por Daniel, o rei não tinha como saber a identidade dos outros impérios envolvidos nesta profecia. Neste capítulo, Daniel identificou apenas o primeiro reino, o de Nabucodonosor. Nós, porém, temos três vantagens quando estudamos o texto hoje. Primeiro, temos o resto do livro de Daniel, em que mais dois dos reinos são identificados por nome. Segundo, temos a história mundial que confirma a identificação dos próximos impérios e mostra, também, o quarto reino. Terceiro, temos os relatos bíblicos, que mostram quando o Cristo veio para estabelecer o reino de Deus. Juntando essas informações, podemos identificar as quatro partes da estátua do sonho de Nabucodonosor. Inegavelmente a Bíblia se mostra infalível e exata ate mesmo onde não conseguimos compreende-la.

2. A Bíblia aplicada a vida cristã
A palavra Bíblia significa O Livro. Um livro que possa sustentar simplesmente o título de “O Livro” deve ser um livro muito importante. É melhor chamá-lo de As “Sagradas Escrituras”. De qualquer modo, todo mundo sabe que o conteúdo é Deus e religião. Portanto, queremos saber quem o escreveu. Ele foi escrito por alguém como Hitler e Stálin, nos quais ninguém deveria crer? Ele foi escrito por um autor competente e popular como Churchill?  Ele foi escrito por um pesquisador especializado, talvez o mais competente? Quem reivindica conhecer o suficiente sobre Deus e religião para escrever um volume de, digamos, 1.300 páginas em coluna dupla?  É preciso perguntar também, que método foi usado para agrupar todas essas informações em 1.300 páginas de colunas duplas? Nós podemos facilmente ver os nomes da maioria dos escritores: Moisés, Davi, Isaías, João, e Paulo. Mas o que, se é que, algo, os fez serem mais competentes que Faraó, Absalão, Sargão, Herodes e Nero? A resposta para esta última questão é encontrada com grande clareza em dois versículos, o primeiro dos quais afirma o princípio geral, enquanto o segundo dá um exemplo particular: 2 Pedro 1.21 afirma: “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo”. O segundo versículo é Atos 1.16: “Convinha que se cumprisse a escritura que o Espírito Santo predisse pela boca de Davi”. O primeiro destes dois versículos mostra que os profetas não iniciaram a escrita da Bíblia. Não foi como se eles estivessem procurando Deus e tentando fabricar uma religião, e então escreveram os resultados de suas buscas e ingenuidades. Pedro diz bastante claramente que suas profecias não vieram da própria vontade deles. O original grego é até mais forte que a tradução portuguesa. Ele diz: “Profecia nunca veio pela vontade do homem.” Há alguns teólogos que põe grande ênfase sobre a vontade do homem. Ora, indubitavelmente a vontade do homem opera em certa área; mas há algumas coisas que um homem não pode fazer voluntariamente. Uma destas é iniciar uma mensagem de Deus. O homem pode inventar uma mensagem e reivindicar que ela vem de Deus. Assim também, há algumas religiões das quais pode ser dito apropriadamente que são o resultado da busca do homem por Deus. Mas não o Cristianismo. Os profetas hebreus e os apóstolos do Novo Testamento falaram a medida que foram conduzidos pelo Espírito Santo. O segundo desses dois versículos citados mostra que embora em um sentido os profetas realmente tenham falado – se você estivesse nas ruas de Jerusalém, você poderia ouvir Jeremias – contudo isto é só meia verdade. A parte mais importante é que o Espírito Santo falou. Ele não só “conduziu” os profetas; ele falou pelas bocas deles. Claro, o versículo só menciona Davi, e não Moisés ou Jeremias. Mas outros versículos, que serão dados agora, irão mostrar que os outros profetas, assim como Davi, falaram as palavras de Deus. E isso, porque o autor da Bíblia é Deus. Portanto, considere e tente sumarizar os seguintes versículos:
·         Números 22:38: “Porventura poderei eu agora de alguma forma falar alguma coisa? A palavra que Deus puser na minha boca essa falarei”.
·         Números 23:5, 12, 16: “Então o Senhor pôs a palavra na boca de Balaão... Porventura não terei cuidado de falar o que o Senhor pôs na minha boca?... Encontrando-se o Senhor com Balaão, pôs uma palavra em sua boca”.
·         Deuteronômio 18:18: “Eis lhes suscitarei um profeta do meio de seus irmãos, como tu, e porei, as minhas palavras na sua boca; e ele lhes falará tudo o que eu lhe ordenar”.
·         2 Samuel 23:2: "O Espírito do Senhor falou por mim, e sua palavra esteve em minha língua”.
·         Isaías 1:20; 40:5; 55:14: “A boca do Senhor o disse”.
·         Isaías 59:21: “Quanto a mim, este é o meu conserto, diz o Senhor: o meu espírito está sobre ti, e as minhas palavras, que pus na tua boca, não se desviarão da tua boca nem da boca da tua posteridade, nem da boca da posteridade da tua posteridade, diz o Senhor, desde agora e para todo o sempre”.
·         Jeremias 1:9:  “E estendeu o Senhor a sua mão, e tocou-me na boca; e disse-me o Senhor: Eis que ponho as minhas palavras na tua boca”.
·         Jeremias 13:15:  “Escutai, e inclinai os ouvidos: não vos ensoberbeçais; porque o Senhor falou”.
·         Jeremias 30:4: “E estas são as palavras que disse o Senhor, acerca de Israel e de Judá”.
Fundamentados nisto a Bíblia procede de Deus para o homem, e deve ser a única fonte confiável para um cristianismo saudável, “Sola Scriptura”.

2.1. A Bíblia deve ser o alimento da vida Diária
A igreja cristã e ortodoxa tem declarando que a revelação da palavra de Deus é absoluta e simplesmente necessária para a salvação da humanidade, visto que a palavra é a semente que causa o novo nascimento (1 Pedro 1:23), a lâmpada pela qual somos guiados (Salmos 119:105), o alimento pelo qual somos nutridos (Hebreus 5:13-14), e o fundamento sobre o qual estamos (Efésios 2:20).
Nas obras da criação e providência Deus manifesta a si mesmo claramente – de forma que “o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes [aos homens] manifestou” e sua natureza invisível tem sido claramente percebida desde a criação do mundo (Rm. 1:19-20) – essa revelação natural não pode ser suficiente para a salvação após o pecado, não apenas no sentido subjetivo, pois ela não tem, como um acompanhamento, o poder do Espírito, pelo qual a cegueira e rebelião humanas são corrigidas; mas também no sentido objetivo, pois não contém nada concernente aos mistérios da salvação, e a misericórdia de Deus em Cristo, sem quem não há salvação (Atos 4:12). O que pode ser conhecido sobre Deus é de fato apresentado, mas não o que deve ser crido.
Deus é conhecido a partir da criação como criador, mas não como redentor; seu poder e divindade, isto é, a existência do ser (numen) divino e seu poder (virtus) ilimitado são conhecidos, mas não sua graça e misericórdia salvadora. Sendo clara a revelação especial de Deus através das escrituras é fator de alimentação da alma para o homem se servir de sua palavra diariamente, pois somente ela tem o poder de transformar dia a dia a natureza pecadora de um homem, também como sustenta-lo no caminho da salvação.

2.2. A Bíblia e o Espirito Santo
“O Espírito é revelador de toda a divina verdade. Portanto, a autoria de toda a Bíblia deve ser atribuída ao Espírito”. Estas foram as palavras do grande teólogo americano Charles Hodge (1797-1878) que apresentou em sua Teologia Sistemática o real pensamento reformado acerca de inspiração das Escrituras. A doutrina que envolve o Espírito Santo em união com a Palavra talvez seja uma das doutrinas que mais tem sofrido ataques em nossos dias, visto que “fábulas bem engenhosas” tem adentrado no pensamento evangélico, em uma camuflagem de “intelecto” e “piedade”, isto é, o liberalismo racionalista. Esta é uma ideologia que tem arrebanhado a mente de muitos pastores, teólogos e cristãos em geral, e é nesse contexto de discussões e turbações que o cristão fiel volta à origem, retornando assim à antiguidade, à “velha” fé de nossos pais, às Sagradas Escrituras.
A Palavra de Deus, separada da ação poderosa do Espírito Santo, será apenas como mais um livro qualquer. “A palavra só, sem a iluminação do Espírito Santo, não nos serve nem se aproveita nada”.
A pessoa que não possui o Espírito Santo e por Ele não é iluminada não consegue, por mais esforço que essa pessoa faça, compreender a amplitude graciosa da Fonte de Vida que está registrada na Sacra Revelação Escrita dada por Deus. Por isso, “Se o Espírito de  Cristo  não vivificar a lei, ela não terá apenas proveito nenhum mas também será letal”.
A razão humana, por sua limitação, não compreende as profundezas da  revelação  da Palavra. “Ainda que as Escrituras levem consigo o crédito que se deve, para ser admitida sem objeção alguma, não está sujeita a provas nem argumentos, não obstante ela alcança a certeza que merece pelo testemunho do Espírito Santo. O homem, por sua própria natureza, é incapaz de enxergar a majestade divina em Sua revelação escriturística, pois “...o testemunho que o Espírito Santo dá, é muito mais excelente do que qualquer outra razão”. E nem mesmo os salvos, os filhos de Deus, possuem capacidade para se auto sustentarem na continuidade do entendimento bíblico. Isto mostra que o Espírito Santo ilumina o homem para a compreensão da Sua doutrina. “A Sua iluminação pode ser denominada a vista de nossas almas”.

2.3. A Bíblia forma o caráter humano
Em face das dúvidas relativas à eficiência pessoal numa época que questiona a validade da pregação precisamos de uma lembrança do desígnio de Deus para a transformação espiritual do ser humano. No final das contas, a pregação cumpre seus objetivos espirituais não por causa das habilidades do pregador, mas por causa do poder da Escritura proclamada. Os pregadores exercerão seu ministério com grande zelo, confiança e liberdade quando compreenderem que Deus retirou de suas costas as artimanhas da manipulação espiritual. Deus não está confiando em nossa destreza para a realização dos seus propósitos. Por certo, Deus pode usar a eloquência e deseja esforços adequados à importância do assunto em questão, porém sua própria Palavra cumpre o programa de salvação e santificação. Os esforços pessoais dos maiores pregadores são ainda demasiado fracos e manchados pelo pecado para serem responsáveis pelo destino eterno das pessoas. Por essa razão Deus infunde sua Palavra com poder espiritual. A eficácia da mensagem, mais que qualquer virtude do mensageiro, transforma corações. Somente a palavra de Deus tem a capacidade de moldar o caráter do homem mesmo que ele esteja perdido nas mais densas trevas, isto não provem de outra fonte senão do poder do Espírito de Deus atuando por meio da sua palavra.

2.    A Bíblia é o livro dos livros
A pesquisa do Ibope, encomendada pelo Instituto Pró-Livro, registrou que 50% das pessoas que não estão estudando e 31% dos estudantes entrevistados citaram a Bíblia Sagrada como o “gênero” de livro mais lido. A Bíblia Sagrada continua sendo o livro mais lido, em qualquer nível de escolaridade. Esse é o resultado da 4ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, que destaca o Livro Sagrado em primeiro lugar nas listas entre os “livros mais marcantes” e os “últimos livros mais lidos”. Este é o terceiro ano consecutivo em que a Bíblia aparece nesta colocação. No “gênero” de livro que mais costuma ser lida a Bíblia foi citada por 50% das pessoas que não estão estudando e por 31% das que estão estudando. Nesta pesquisa, foi registrado, ainda, que entre as “principais motivações para ler um livro” estão os motivos religiosos (11%). Já o “local preferido para comprar livros”, 44% dos entrevistados prefere a livraria física, 19% pelas bancas de jornal e revista, 15% pelas livrarias online e 9% preferem as igrejas e outros espaços religiosos. Desenvolvida pelo Ibope, sob encomenda do Instituto Pró-Livro (IPL), entidade mantida pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (Abrelivros), a pesquisa foi anunciada durante seminário, realizado em 18 de maio, em São Paulo. Foram entrevistadas 5.012 pessoas. No ano passado, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), distribuiu 7.622.674 Bíblias. O número representa um aumento de 0,13% em relação ao ano anterior. “A Bíblia Sagrada é o livro mais lido, traduzido e distribuído de todos os tempos. Essa pesquisa reforça a importância que a Palavra de Deus tem na vida das pessoas. Ela é fonte de orientação e conforto. Além disso, seus ensinamentos têm aplicação para todos os momentos da vida”, analisa o secretário de Comunicação, Ação Social e Arrecadação da SBB, Erní Seibert. Para incentivar o hábito da leitura e fazer com que cada vez mais pessoas tenham acesso à Palavra de Deus, a SBB realiza uma série de programas. Entre eles, destaca-se o movimento “A Bíblia em Cada Casa”, que tem o desafio de colocar, até 2050, a Bíblia nos cerca de 50 milhões de lares brasileiros. Outro importante programa é o “Clube Uma Bíblia por Mês”, que reúne pessoas que se dispõem a doar, mensalmente, o valor de um exemplar da Bíblia Sagrada. Os recursos arrecadados permitem levar a Bíblia para pessoas que ainda não possuem um exemplar.

3.1. A bíblia é uma fonte inesgotável
Por mais que se pregue, se estude, se analise a Bíblia sagrada, ela continuará sendo uma fonte inesgotável e atualizada de ensinamentos, a Bíblia tem esta capacidade de se renovar frente as situações da vida, não que a palavra do senhor seja mutável, o que muda e a perspectiva e a maneira com que o Espirito Santo fala ao nosso coração, assim como as suas misericórdia que são novas a cada manhã (Lm 3:22-23) todos os dias o espirito santo pode falar novamente ao nosso coração.

3.2. A Bíblia é superior a todos os demais livros
Vejamos uma comparação entre a Bíblia e outros livros que tentam relatar a história dos homens e da criação. Nos mitos politeístas o universo é eterno e os deuses nasceram depois, na Bíblia, Deus é Eterno e Criador do Universo.  (Até pouco tempo atrás imaginava-se que o universo fosse eterno, depois de E. Huble, a posição de que o Universo teve um começo passou a ter força.). O único livro antigo que fala que o Universo teve um começo são as escrituras do Deus de Israel. Nos mitos mesopotâmicos os deuses criaram um jardim para seu próprio gozo e os homens para serem seus empregados. na Bíblia o jardim foi criado para proveito do próprio homem. Nos mitos sumerianos a humanidade foi destruída por um dilúvio porque o barulho dos humanos trabalhando estava atrapalhando o sono dos deuses. Na Bíblia a humanidade foi destruída por um dilúvio porque se tornou corrupta. A Bíblia é a única capaz de transformar, nenhuma outra leitura religiosa (religiões antigas ou atuais) é capaz de tirar alguém da droga, da depressão, etc.

3.3. A Bíblia revela a pessoa de Cristo e a Salvação do Homem
Todo homem deveria ser grato a Deus pela sua palavra. Jonh Piper escreveu um excelente artigo relatando a sua gratidão, veja:
1) A Bíblia produz fé, a fonte de toda obediência. “De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Romanos 10:17);
2) A Bíblia liberta do pecado. “E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará” (João 8:32);
3) A Bíblia liberta de Satanás. “Ao servo do Senhor não convém brigar mas, sim, ser amável para com todos, apto para ensinar, paciente. Deve corrigir com mansidão os que se lhe opõem, na esperança de que Deus lhes conceda o arrependimento, levando-os ao conhecimento da verdade, para que assim voltem à sobriedade e escapem da armadilha do Diabo, que os aprisionou para fazerem a sua vontade”  (2 Timóteo 2:24-26);
4) A Bíblia santifica. “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade”. (João 17:17);
5) A Bíblia livra da corrupção e produz piedade. “Seu divino poder nos deu tudo de que necessitamos para a vida e para a piedade, por meio do pleno conhecimento daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude. Dessa maneira, ele nos deu as suas grandiosas e preciosas promessas, para que por elas vocês se tornassem participantes da natureza divina e fugissem da corrupção que há no mundo, causada pela cobiça” (2 Pedro 1:3-4);
6) A Bíblia opera o amor. “Esta é a minha oração: Que o amor de vocês aumente cada vez mais em conhecimento e em toda a percepção” (Filipenses 1:9). “O objetivo desta instrução é o amor que procede de um coração puro, de uma boa consciência e de uma fé sincera” (1 Timóteo 1:5);
7) A Bíblia salva. “Atente bem para a sua própria vida e para a doutrina, perseverando nesses deveres, pois, agindo assim, você salvará tanto a si mesmo quanto aos que o ouvem”. (1 Timóteo 4:16). “Portanto, eu lhes declaro hoje que estou inocente do sangue de todos. Pois não deixei de proclamar-lhes toda a vontade de Deus” (Atos 20:26). [Eles] estão perecendo, porquanto rejeitaram o amor à verdade que os poderia salvar (2 Tessalonicenses 2:10);
8) A Bíblia dá alegria. “Tenho-vos dito estas coisas para que o meu gozo esteja em vós, e o vosso gozo seja completo” (João 15:11);
9) A Bíblia revela o Senhor. “Todo o Israel, desde Dã até Berseba, reconhecia que Samuel estava confirmado como profeta do SENHOR” (1 Samuel 3:21). PORTANTO, a Bíblia é o fundamento da felicidade no lar, vida e ministério, bem como a esperança da eternidade com Deus.

Conclusão
A Bíblia é, e continuará sendo nossa única fonte de fé e bussola que nos direciona a uma vida piedosa na presença de Deus.

fontes bibliográficas:

COMENTÁRIOS ADICIONAIS

Ev. Samuel da Silva Souza