17 de setembro de 2014


LIÇÃO 12 – 21 DE SETEMBRO DE 2014 - EDITORA BETEL
        O MAIOR LEGADO DE UM LÍDER

TEXTO ÁUREO                                             
“Chamou Moisés a Josué e lhe disse na presença de todo o Is­rael: Sê forte e corajoso; porque, com este povo, entrarás na terra que o Senhor, sob juramento, prometeu dar a teus pais; e tu os farás herdá-la”. Dt 31.7

VERDADE APLICADA                                                      
Não deixar um legado é como roubar o futuro da próxima ge­ração. Líderes sem legado são líderes sem história.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Mostrar a necessidade de desenvolver uma liderança que vise preparar novos líderes;
 Apresentar algumas qualida­des de um líder catalisador;
  Expor pontos importantes na preparação de um sucessor.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Nm 27.15 - Então, disse Moisés ao Senhor:
Nm 27.16 - Ó Senhor, autor e con­servador de toda vida, ponha um homem sobre esta congregação
Nm 27.17 - que saia adiante deles, e que entre adiante deles, e que os faça sair, e que os faça entrar, para que a congregação do Senhor não seja como ovelhas que não têm pastor.
Nm 27.18 - Disse o Senhor a Moisés: Toma Josué, filho de Num, homem em quem há o Espírito, e impõe-lhe as mãos;
Nm 27.19 - apresenta-o perante Eleazar, o sacerdote, e perante toda a congregação; e dá-lhe, à vista deles, as tuas ordens.
Nm 27.20 - Põe sobre ele da tua au­toridade, para que lhe obedeça toda a congregação dos filhos de Israel.

INTRODUÇÃO
Um pai responsável sempre age pensando em deixar uma herança para seus filhos. Em relação à organização Igreja, um líder deve ver a si mesmo como um pai que busca deixar tesouros para seus filhos (2Co 12.14). Nós seres humanos fomos criados para reprodução (Gn 1.28). Nossa história não termina em nós, daí a necessidade de compreendermos o que significa deixarmos um legado para a posteridade.

Existe uma herança de grande valor que todo líder deve deixar aos seus liderados é sem dúvida o seu legado. Isto foi o que Moisés um homem temente a Deus fez, homem capacitado por Deus para liderar o povo de Israel, era um grande líder, umas das importantes características de Moisés era a capacidade de transformar seus liderados em pessoas ativas, dinâmicas e com habilidades de transmitir suas ideias e compreender seu legado.

1. COMPREENDENDO UM LEGADO
Um líder sábio trabalhará pela sua igreja, departamento ou organização secular para que elas se mantenham depois dele, não se acabe quando ele sair ou venha a falecer. Todo líder cristão que tem Jesus como modelo procura deixar um legado. É claro que para que isso aconteça eficientemente não dependerá apenas do líder, mas de sua equipe, diretoria, e do próprio sucessor.

1.1. O que é um legado
Liderança é algo absolutamente pessoal. Ou se exercita ou se renuncia. Todavia, existe uma terceira coisa que pode ser feita, passá-la a um sucessor. Esse é realmente um dos maiores desafios de nossos tempos. O legado é uma herança que se deixa para alguém quando morre. Legado nada mais é do que deixar alguém pronto para dar seguimento ao que já estava sendo feito, para que tal coisa não seja desprezada e desapareça com o tempo. Todo líder de uma grande organização dirige com o hoje e o amanhã em sua mente. Jesus preparou seus discípulos não apenas para caminhar a seu lado, mas para dar seguimento ao que fazia quando partisse. Jesus não deixou templos nem riquezas para seus discípulos administrarem, mas deixou um pensamento e uma cultura que deveria ser compartilhada através deles e daqueles que a recebessem (Jo 17.20).

Um grande líder pensará numa maneira de manter sua igreja ou organização quando não estiver por perto. Assim, será ousado em inovar buscando adequar-se aos novos tempos e desafios. Poderá também usar de sua influência para preparar o caminho de seu sucessor e até indicá-lo em acordo com sua diretoria ou equipe. Lembremos que, sob a direção de Deus: Moisés, Elias, Jesus e Paulo se utilizaram de suas influências para deixar um sucessor. E os sucessores desses homens se esforçaram para honrar a confiança a eles outorgada cumprindo o seu papel.

A palavra legado vem do latim “legatu” e juridicamente significa: “dádiva deixada em testamento”. Em outras palavras seria: “aquilo que se herda por disposição testamentária ou por via de sucessão”. Já no sentido figurado significa: “aquilo que alguém transmite à sua posteridade”, isto é, aquilo que se passa de geração para gerações, tais como valores, princípios, tradições e etc. Há mais de dois mil anos Jesus demonstrou como liderar, conviveu junto com os apóstolos ensinando a cada um através de seu exemplo de vida, acreditou e valorizou seus discípulos, assim, todos foram transformados para levar seu legado adiante. Jesus é o maior líder de todos os tempos.

1.2. Líderes responsáveis pensam no futuro do povo
A única forma de desenvolver uma ampla liderança e fazer com que a formação de novos líderes faça parte da nossa cultura. Observe que a preocupação de Moisés não era ficar de fora da terra da promessa, sua preocupação era o que aconteceria ao povo, quem o sucederia, quem iria dar continuidade a partir dali (Nm 27.15-17). Líderes passam a visão para as gerações futuras. Por isso, é importante preparar alguém, porque a vida é breve, e a partida é sempre repentina. Qualquer líder que deseje ver sua organização progredir, deve estar disposto a pagar o preço para assegurar um êxito duradouro. Moisés pode partir em paz, porque sabia que Josué honraria seu legado. Mas será que o sacerdote Eli poderia dizer o mesmo? Fica aqui uma pergunta: líderes que não prepararam outros viveram para quê?

Uma importante qualidade do líder é que ele prepara outros para assumirem o seu cargo. Dessa forma, eles podem fazer tudo àquilo que ele próprio faz. Jesus trabalhou para esse fim com os discípulos que escolheu, ensinando-os, treinando-os, repreendendo-os, construindo, mostrando o caminho. É por este motivo que disse a eles esta declaração: “Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim, fará também as obras que eu faço, e outras maiores fará, porque eu vou para junto do Pai.” Jo 14.12. Esta é uma missão importante do princípio de preparação: ensinar os seguidores a fazer as obras do seu mestre.

1.3. Plante para o reino e o reino florescerá
Os líderes passam a compreender a importância de um legado quando são sucedidos por outros que afundam ou destroem aquilo que construíram com amor, suor e muitas lágrimas. Nessa hora a indignação toma conta da vida de um líder. Todavia, deveria pensar em uma coisa importante. Se realmente houvesse feito um bom trabalho naquela igreja ou organização, não importaria quem viesse liderar depois dele. Pois qualquer um que assumisse, estaria apto para levar adiante aquele propósito inicial. E aí que pecamos! Sabemos construir templos, sabemos reformá-los, dar-lhes dimensão e aparência. Mas, infelizmente, deixamos a desejar no tratamento de almas e morremos muitas vezes sem sucessão. Talvez essa reflexão nos faça compreender melhor o significado de um legado, e porque Moisés buscou a Deus pedindo um líder capaz (Nm 27.15-17).

Todo líder um dia deixará sua organização de uma maneira ou de outra. Por uma ascensão ministerial, para atender um chamado urgente, por ser jubilado, e, ainda que se negue a jubilar-se, um dia vai morrer. Por isso, um líder deve estar enfocado na próxima geração. Deve preparar sua organização para enfrentar um futuro inevitável.

2. O PROPÓSITO DE UM LEGADO
Somos capazes de descobrir quantas sementes existem em uma laranja, mas é impossível saber quantas laranjas existem em cada semente. Essa é uma descoberta de quem planta. O que seria das próximas gerações de árvores e de frutos se a semente não fosse plantada? Deixar um legado é exatamente isso, é plantar para que a próxima geração produza muito mais frutos que a anterior. É pensar na perpetuação da espécie. Para isso um líder precisa ser um catalisador. Vejamos:

A liderança de Jesus se destaca pelo fato da continuidade que teve o seu ministério mesmo após a sua morte. O verdadeiro líder precisa aprender que um bom líder é aquele que não somente exerce uma boa liderança em seus próprios dias, mas que estabelece um bom fundamento para que outros possam dar continuidade ao que ele começou.

2.1. Todo grande líder é um catalisador
Cientificamente, o catalisador é uma substância que afeta a velocidade de uma reação, mas emerge do processo, inalterada. O catalisador é um agente transformador que se mantém intocável no curso de sua função. É uma enzima que se reproduz sem nunca ser alterada. Ele é como a matriz de uma produção, que a partir dela tudo se reproduz. Ou seja, o catalisador utiliza o que já existe, precisando apenas do pouco para produzir bastante. Sem enzima catalista a reação biológica mais lenta levaria um trilhão de anos para entrar e um processo de transformação. O maior exemplo de líder catalisador é Jesus Cristo. Ele levou três anos e meio para formar doze pessoas. Nós levaríamos um milhão de anos para fazer o mesmo. E por quê? Por causa de nossa incapacidade de reproduzir. Os catalisadores formam sucessores e não seguidores. Eles não são influenciados, eles confrontam. Havendo catalisadores, ocorrerão mudanças e transformação.

Um líder catalisador não toma a visão para si, ele doa para o povo. Muitos líderes têm fracassado porque em vez de passar a visão querem que o povo sigam suas personalidades. Nossa imagem é passageira, enquanto que a visão é gerações. Nós somos temporários. A visão não. Ela é pessoal, não é nossa, é para os filhos que ainda não nasceram.

2.2. Todo líder catalisador é como um pai
Um pai não cria filhos para si mesmo. Entenda! Não casaremos com nossos filhos, eles não viverão para sempre em nossa casa; um dia deverão seguir seus próprios destinos. Essa é a visão de um catalisador. Ele sabe que deve preparar alguém para alguém. O que esperamos de nossos filhos? O pai não deseja que seus filhos sejam como eles. Os pais trabalham no intento de que seus filhos avancem, progridam e alcancem degraus sempre mais elevados. Para isso devem lhes dar mantimento, vestimenta, educação e prepará-los para enfrentar os desafios da sociedade. Agora a pergunta é: fazemos assim com os nossos filhos espirituais? Cuidamos deles ao ponto de que possam assumir nosso legado e ir em frente? Investimos em vidas? Ou somente pregamos a Palavra achando que isso é tudo?

2.3. Todo líder catalisador é capaz de influenciar
Todo líder catalisador é influente. Ele não busca nada em outro lugar, ele influencia com o que existe em suas propriedades sem deixar que sua propriedade seja alterada. Jesus influenciou o mundo sem jamais ser influenciado. Jesus jamais precisou copiar o modelo de alguém. Ele era o verbo, a ação (Jo 1.1). O fato de saber que Ele habita em nós, nos dá a garantia de que temos em nós a mesma unção que estava sobre Ele. Não precisamos ficar imitando modelos, eles dão certo dependendo da visão, do local, e da pessoa a quem o Senhor quis se revelar. A maior descoberta está no potencial que existe dentro de cada um de nós. Infelizmente nos apaixonamos pelos nossos próprios métodos e modelos de culto. Achamos que estamos fazendo a obra, mas, na verdade, só estamos tendo enfado e cansaço. É tempo de criar! O potencial para criação já nos foi dado, e está vivo dentro de cada um.

O líder catalisador é a pessoa que visa o crescimento de seus liderados. É importante existir líderes catalisadores na organização cristã, são líderes possuidores de visão e incentivadores para o bem da igreja. 

3. PREPARANDO UM SUCESSOR
Os filhos de Israel eram uma enorme congregação que já se contava aos milhões nos dias de Moisés. Sabendo Moisés que, por determinação divina, não duraria muito mais, tomou as providências no sentido de preparar um sucessor. Vejamos como agiu:

Seguindo o exemplo de Jesus que amou e capacitou os discípulos, também o líder deve amar e capacitar os seus liderados. Uma das qualidades essenciais de um líder é preparar sucessores com capacidade e confiança iguais a ele, iguais a Jesus. É isto que o apóstolo Paulo pede em pelo menos 4 vezes que os leitores o imitassem. Em 1 Coríntios 4.14 a 16 fala que "os havia gerado e que fossem seus imitadores". Também em 1 Coríntios 11. 1 e 2, pede que o imitassem como ele imitava a Cristo, e os louvava porque retinham as tradições (ensinamentos) exatamente como ele as havia transmitido.

3.1. Toda sucessão exige orientação divina
É claro que, ao saber que não entraria mais na terra prometida, Moisés se entristeceu muito, afinal tinha investido toda a sua vida naquilo. Ele orou para que Deus reconsiderasse a sua determinação, mas ao contrário, Ele permaneceu irredutível e passou a orientar-lhe no que fazer. Sabiamente Moisés ora ao Senhor, autor e conservador de toda vida, para que desse um líder ao seu povo, para que não ficassem como ovelhas dispersas. Então, o Senhor Deus ordenou a Moisés que tomasse a Josué, filho de Num, homem em que há o Espírito. Evidentemente, que era o Espírito Santo e também alguém que já tinha afinidade com o espírito de Moisés.

Moisés pediu orientação a Deus (Nm 27.15) para designar um líder para Israel que fosse capaz de ajudar a resolver tanto as questões internas como as externas da nação, uma pessoa que pudesse guiar o povo e cuidar das suas necessidades. Então o Senhor respondeu designando Josué como seu sucessor. Os melhores líderes possuem metas e sabem orientar seus liderados quanto à realização dos propósitos. Moisés repassou a Josué todas as orientações para o sucesso da missão.

3.2. Um sucessor deve ser fortalecido e legitimado
Uma das atitudes mais importantes para que Josué viesse a aceitar e a permanecer na liderança foi o seu fortalecimento. Deus diretamente ordenou que Moisés fizesse todo um trabalho para o estímulo de Josué. Ele deveria ser apresentado a Eleazar, o sacerdote e perante toda a congregação. Ao receber a imposição de mãos e as orientações diante de todos, Josué estava sendo legitimado como sucessor de Moisés (Nm 27.21-23). Todos a partir dali deveriam respeitá-lo de um modo diferente depois daquela legitimação. Não se sabe quanto tempo Moisés ainda viveu a partir dali, porém, tudo estava encaminhado agora. O exemplo de Moisés fala por si só e ensina qual é o procedimento correto nessa questão. Não precisamos ter que morrer para que se busquem, às pressas, alguém para substituir-nos, devemos também ter em mente a hora de passar o bastão.

Moisés não queria deixar seu trabalho sem a garantia de que um novo líder estaria pronto a substituí-lo. Quando Deus selecionou Josué, Moisés deu-lhe várias tarefas, a fim de facilitar a transição da liderança. Moisés também falou de forma clara para as pessoas que Josué tinha autoridade e habilidade para comandar a nação. A demonstração da confiança de Moisés em Josué foi benéfica tanto para Josué como para os israelitas. Para evitar problemas todo líder deve treinar pessoas para assumir o comando em sua eventual saída. Enquanto tivermos autoridade, devemos seguir o exemplo de Moisés. Orar, selecionar alguém, desenvolver habilidades e delegar trabalhos para a continuidade da missão.

3.3. Toda sucessão tem um tempo determinado
Todo líder que pensa no avanço e na progressão do Reino de Deus deve identificar a fase que está vivendo. Precisamos saber quando o tempo acabou, quando é a hora de parar, o momento de eleger alguém e o que Deus nos permite fazer ou não. Existe labores que a fase não nos permitirá fazer, porque não é o tempo, ou porque não seremos nós que iremos executar. Um grande exemplo para nós é Davi. Ele foi guerreiro, organizou os exércitos de Israel, fundou Jerusalém. Mas não pôde construir o templo. Não era sua fase. Isso era para Salomão, seu filho, executar. Davi só pôde ofertar e não construir. Mas ele desanimou? Não. Ele fez o que faz um bom líder. Ele proveu de tudo para o que vinha depois dele. Um bom líder não deixa dívida para o próximo. Dá-lhe meios para que execute.

A geração de Josué foi muito diferente da geração liderada por Moisés. Josué era mesclado, possuía autoridade e sabedoria como Moisés e, sem perder suas características particulares. Mas o principal não era ser igual, mas seguir adiante com a nova fase do projeto divino. Existem períodos exatos para cada coisa acontecer (Ec 3.1). Temos que aprender a identificar esses períodos - estar sensíveis ao tempo de Deus.

CONCLUSÃO
Uma coisa deve ficar muito clara. O maior legado de um líder é trabalhar para que a igreja ou organização se mantenha depois dele, tendo a alegria e o zelo em preparar e deixar alguém que ame a Deus respeite o povo, e siga a visão deixada pelo seu legado.

Construir um legado é algo trabalhoso, leva tempo, porém, requer uma vida de integridade em todo tempo. O líder influencia de alguma forma o comportamento das pessoas que estão ao seu redor por seu exemplo de vida diária. Depois da ressurreição, Jesus apareceu para seus seguidores no mesmo cenáculo onde haviam ceado na noite da Páscoa, e disse-lhes o seguinte: “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” (Jo. 20.21). Esse é o objetivo de instruir os outros; fazer com que se tornem líderes que preparem outros que, por sua vez, também, se tornam líderes. Jesus começou o processo multiplicando sua capacidade física por doze. Ele os encheu do Espírito Santo após sua ressurreição para que levassem o seu legado a humanidade. Não seria isso uma boa meta para o nosso estilo de liderança?

QUESTIONÁRIO
1. O que é um legado?
R. Uma herança que se deixa após a morte.
2. Por que Moisés pôde partir em paz?
R. Porque sabia que Josué honraria seu legado.
3. Quando os líderes passam a compreender a importância de um legado?
R. Quando são sucedidos por outros que afundam ou destroem aquilo que construíram.
4. Existe coisas que a fase não nos permitirá fazer. E por quê? 
R. Porque não é o tempo, ou porque não seremos nós que iremos executar.
5. Cite um exemplo de líder catalisador?
R. Jesus Cristo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BÍBLIA. Português. Bíblia Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995.
Revista do professor: Jovens e Adultos. Liderança Cristã. Rio de Janeiro: Editora Betel - 3º Trimestre de 2014. Ano 24 n° 92. Lição 12 - O Maior legado de um líder.
YOUSSEF. Michael. O Estilo da Liderança de Jesus. Belo Horizonte: Editora Betânia.
Comentários adicionais: Dc. Ancelmo Barros

10 de setembro de 2014

LIÇÃO 11 - PECADOS CAPITAIS DE UMA LIDERANÇA

LIÇÃO 11 – 14 DE SETEMBRO DE 2014 - EDITORA BETEL
PECADOS CAPITAIS DE UMA LIDERANÇA

TEXTO ÁUREO    
“Ai deles! Porque prosseguiram pelo caminho de Caim, e, movidos de ganância, se precipitaram no erro de Balaão, e pereceram na revolta de Corá”. Jd v.11
VERDADE APLICADA    
A vigilância e a prudência são ingredientes essenciais na vida de todo aquele que milita na obra do Senhor.                
OBJETIVOS DA LIÇÃO
Apontar alguns tipos de pecados principais ligados à liderança;
Descrever concisamente as consequências principais desses pecados;
► Oferecer uma chance para uma constante autoanálise.
                                                   
TEXTOS DE REFERÊNCIA
Ne 5.14 – Também desde o dia em que fui nomeado seu governador na terra de Judá, desde o vigésimo ano até ao trigésimo segundo ano do rei Artexerxes, doze anos, nem eu nem meus irmãos comemos o pão devido ao governador.
Ne 5.15 – Mas os primeiros governadores, que foram antes de mim, oprimiram o povo e lhe tomaram o pão e vinho, além de quarenta ciclos de prata; até os seus moços dominavam sobre o povo, porém wu assim não fiz, por causa do temor de Deus.
Ne 5.16 – Antes, também na obra deste muro fiz reparação, e terra nenhuma compramos; e todos os meus moços se ajuntaram ali para a obra.
Ne 5.17 – Também cento e cinqüenta homens dos judeus e dos magistrados e os que vinham a nós, dentre as gentes que estavam ao nosso redor, eram meus hóspedes.

INTRODUÇÃO
A definição básica de pecado no grego é “hamartia”, e significa: “errar o alvo”. Pecar é desvincular-se do propósito original de Deus, que é alcançar determinado objetivo. Com o pecado não se brinca, e aquele que está ativo no exercício de liderança deve trabalhar preventivamente vigiando. Quem está sob a pressão da tentação deve se resguardar orando, resistindo ou até mesmo fugindo (1Co 6.18), dependendo da natureza da tentação. Portanto, é imprescindível conhecermos os principais pecados ligados à liderança e algumas de suas consequências.

Os pecados capitais são aqueles praticados pelo homem através de vícios de conduta. Desse modo, é preciso que os líderes adquiram algumas atitudes a fim de evitar comportamentos que podem ser vistos como vícios de conduta. E um deles é o temor a Deus. A Bíblia diz que "O temor do Senhor e o princípio da sabedoria". Uma das razões pelas quais tantas pessoas pensam que podem se sair bem e continuar fazendo o que não devem, esta atitude é porque não tem temor de Deus. O temor do Senhor é a chave para evitar as tentações da liderança. Isto se reflete nas palavras de Neemias 5.15: "por temer a Deus, não agi dessa maneira". 
1. PECADOS EMOCIONAIS
Assim como alguém definiu que há virtudes ligadas à emoção tais como o amor, a alegria e a paz interior, há logicamente seus contrapontos e contrastes em sentido pecaminoso. Nossa lista está longe de ser perfeita, e até sabemos que todos os pecados têm algum peso emocional, mas destacaremos aqueles que precisam ser considerados no estudo desta lição.

1.1. Soberba
De todos os pecados enumerados na Palavra de Deus, a soberba é provavelmente o mais sutil e o mais perigoso. Ela tem origem no próprio Satanás (1Tm 3.6), e é usado por ele como uma armadilha no coração humano para desfigurar a imagem daqueles que galgam posições elevadas. O que começa a ser uma obra para glória de Deus pode, de forma rápida e fácil, converter-se em glória para si mesmo. A soberba faz com que seu possuidor tenha um elevado conceito de si mesmo, colocando-se acima das demais (Pv 21.24). Geralmente, as pessoas que possuem tal sentimento costumam não ouvir os outros, acham que sabem tudo, elas dispensam bons conselhos porque acreditam que os outros não sabem de nada. A soberba é tida como a mãe de todos os outros pecados. Quem age assim cometerá sérios erros em sua liderança e trará sérios riscos e prejuízos a sua organização. A Bíblia é clara quando afirma que a soberba precede a Ruína (Pv 16.18).

Humildade vem da palavra “húmus” que significa terra fértil, solo sobre nós. É a qualidade das pessoas que si procuram manter com os “pés na terra”, no nível dos outros. Ninguém é pior, ou melhor; todos estamos no mesmo nível, porque somente Deus está acima. Por isso devemos manter dignidade, cordialidade, respeito, simplicidade e honestidade com todos, se quisermos alcançar a Deus. Humildade é assumir seus direitos e obrigações, erros e culpa sem resistir. Agir diferente disto é uma arrogância, e uma negação da origem.

A soberba está ligada ao orgulho. Trata-se daqueles que julgam ser melhor que os outros. A pessoa orgulhosa torna-se individualista, evita pedir ajuda, pois ele próprio se acha suficiente. É o centro do universo. Os grandes líderes percebem que são somente mordomos. Compreendem que o mundo não é deles, nem a igreja, nem o seu negocio; são apenas os gerentes, os mordomos, os encarregados das propriedades de Deus. As promoções vêm de Deus, e não das pessoas. Alguém disse: "Não precisamos conhecer os homens-chave, se conhecemos o homem que tem as chaves".

1.2. Mau humor
O relacionamento interpessoal, sem sombra de dúvida, um dos fatores que influenciam no dia a dia e no desempenho de um grupo, daí surge à necessidade de trocar informações sobre o trabalho e de cooperar com a equipe, o que, sem um bom relacionamento, fatalmente prejudicará a organização. É importante saber conviver com as pessoas, primeiro porque a Bíblia ordena e também, porque necessitamos de uma intensa interação devida às mudanças que ocorrem em todos os seguimentos da sociedade, da cultura ou até mesmo diante de troca de lideranças. O líder pode ser o motivo das pessoas entrarem e também de saírem das organizações. Disse Oscar Wilde: “algumas pessoas proporcionam felicidade aonde vão, outras proporcionam felicidade quando se vão”. Algumas fontes estimam que 65 por cento das pessoas abandonem as empresas por causa de seus gestores.

A boa comunicação é quase sinônima de uma boa liderança. Os líderes precisam ter equilíbrio e demonstrarem-se dispostos a manter um bom relacionamento com seus liderados tratando a todos com modéstia. Debater os assuntos com o grupo de forma clara e objetiva, saber ouvir as opiniões e adequar com equilibro às necessidades da organização cristã. Os subordinados não podem ler nossa mente e é nossa responsabilidade assegurar-nos de que eles entendam o que nós esperamos. A boa comunicação com os subordinados é essencial para a liderança e o fortalecimento da instituição.

1.3. Coração impiedoso
Só que nunca ofendeu alguém, é que nunca precisou de perdão. Todos os seres humanos de alguma maneira, ofenderam alguém, principalmente o próximo a quem se ama. Um líder deve antecipadamente ter o seu coração tratado e curado pela graça de Deus, a fim de que sua vida dentro de uma organização cristã seja a mais sadia possível (Mt 12.35). Quem não experimenta graça não pode dispensar graça, se não acusações, rancor e sentimento de vingança (Lc 6.45). É imprescindível que um líder tenha um coração misericordioso e perdoador, principalmente quando alguém diz compor uma organização cristã. Jesus não especificou um limite para o perdão, mas deixou claro que devemos perdoar quantas vezes se fizer necessário (Mt 18.21 e 22).

A vida é recíproca. Se nos relacionarmos bem com as pessoas, elas também se relacionarão bem conosco. Às vezes, não entendemos bem o significado da palavra “humildade”. A humildade que Jesus nos ensinou é ser como se não fossemos, e ter como se nada tivéssemos. Uma pessoa mansa e humilde de coração sabe conviver de forma amável com as demais. Embora esteja passando por momentos difíceis e de grande provação, não descarrega seu mau humor nas pessoas. Tal pessoa jamais se orgulha da posição que ocupa; do contrário, é capaz de perder para ver o Reino de Deus progredir.

2. PECADOS RELACIONAIS
Como já dissemos acima, a soberba é a mãe de todos os demais pecados. Os pecados a serem comentados a seguir não fogem a regra. Veremos como um líder pode pecar tão seriamente contra Cristo, contra si mesmo e a organização a qual pertence.

2.1. Centralização excessiva
A princípio não há de nada de errado em ser centralizador, o problema está em centralizar as coisas por orgulho. Existem lideres que são excessivamente centralizadores com o fim de impedir ou sonegar determinadas informações aos seus liderados. Esse é um tipo inseguro, que teme ser superado e perder sua posição. Na verdade, não podemos generalizar. Mas aqueles que agem assim não são democráticos quanto ao conhecimento, e quando se trata de Reino de Deus, podemos dizer que tais atitudes impedem a chegada de novos valores, desestimulam aqueles que sonham e almejam desenvolver uma visão dada por Deus, e impedem que outras idéias sejam colocadas, as quais poderiam até ser melhores e mais eficazes que a do atual líder.

Não raro se vê líderes omitindo títulos de livros que lêem, desestimulam o aprendizado em seminários teológicos, impedindo membros de participar de palestras, etc., por serem inseguros, tudo tem que se iniciar neles. É como se sempre estivessem maquinando passar-lhe a perna e derrubá-lo de sua liderança. A conseqüência dessa centralização excessiva é que, quando as coisas não vão indo bem, a culpa recai sobre ele. Na verdade esse tipo de postura faz com que os liderados fiquem desmotivados e até torçam para que as coisas dêem errado.

2.2. A cobiça pelo reconhecimento
Ligado à soberba está a sede pelo reconhecimento. Também não há nada de errado em fazer as coisas pensando em ter reconhecimento alheio. O perigo reside quando uma pessoa está possuída desse desejo de reconhecimento como foi o caso de Caim, que, dando lugar à ira, matou seu próprio irmão (Gn 4.6-8). A cobiça é como uma bola de neve, ou seja, começa como algo muito pequeno e termina como uma grande avalanche, algo que pode causar grande destruição. Afinal de contas, não são as grandes raposas que destroem as vinhas, e sim as pequenas (Ct 2.15). Temos exímio cuidado com as grandes rochas, porém, são as pequenas pedras que sempre nos fazem tropeçar. Muitos caem nos laços da cobiça, simplesmente porque os ignoram. Sansão é um exemplo clássico daqueles que acham que sempre se livrarão de cordas frágeis. Ainda que algo pareça muito insignificante não devem ser ignoradas. A Bíblia nos adverte: “não deis lugar ao diabo” (Ef 4.26).

O desejo que alguém tem de querer ser reconhecido em tudo tem suas raízes no orgulho, o que o Senhor odeia.  Provérbios 6.17. As muitas pessoas estão focadas apenas a títulos retumbantes e a ofícios fantasiosos. O orgulho cobiça o reconhecimento público e busca exibir-se perante os olhos alheios. A sede de posição cega-nos os olhos para os sentimentos das pessoas ao nosso redor. A autoridade é, então, encarada como um título ou como a descrição de uma ocupação, ao invés de ser considerada como uma responsabilidade que somente Deus pode ajudar a pessoa a cumprir. O melhor líder é aquele dotado do coração de um servo, humilde que ama ao seu próximo e exercita a prática do perdão.  Ele não exibe parcialidade, mas aprende a ser "escravo de todos".

2.3. Agressividade
A agressividade é mais uma conseqüência de outros pecados sérios como a soberba, o ser cobiçoso de vanglórias e a inveja, como dissemos acima. A agressividade costuma ser na maioria das vezes de natureza verbal através de humilhações a alguém, o desprezo à idéia de outro, ofensas verbais, assédio moral, etc. seu mau humor bem como a sua agressividade faz com que este indivíduo não permaneça muito tempo na organização. Todo líder vive exposto a grande pressões, por isso deve exercitar a longanimidade e a paciência (2Tm 3.10, Hb 12.1)para evitar a agressividade. Observe o que nos ensina a Escrituras: “Assim como as moscas mortas fazem exalar mau cheiro e inutilizar o unguento do perfumador, assim é, para o famoso em sabedoria e em honra, um pouco de estultícia” (Ec 10.1).

Assim como uma mosca pode estragar todo o aroma de um bom perfume, uma atitude errada por parte de um líder pode colocar uma organização em sérias dificuldades.

Líderes agressivos encontram-se vivendo num mundo que já não existe; acredita que são melhores do que os outros não reconhecem seus erros, sacrifica a sua melhor fonte de aprendizagem. A agressividade é fatal para os líderes. Por outro lado, a humildade é uma grande virtude, pois se pode aprender muito a partir da análise de suas falhas e erros. Os verdadeiros líderes não abusam e nem impõem seu poder, ao contrário, liberam e potencializam o talento de sua equipe.

3. PECADOS LABORAIS
Agora trataremos de alguns pecados que se relacionam diretamente com o trabalho: a luxúria, a negligência e a preguiça.

3.1. Luxúria
Olhando rapidamente, parece que a luxúria não tem nada a ver com o trabalho. Ela é definida como “comportamento desregrado quanto aos prazeres do sexo”, seu sinônimo é lascívia, que, de igual modo, refere-se à incontinência, dissolução, corrupção. Todavia, aqueles que dão vazão a luxúria, sejam ocasionalmente ou como um estilo de vida acabam, por fim, afetando a sua vida em várias esferas, incluindo a profissional e como líder. Para sustentar a luxúria ou lascívia, o indivíduo se vê obrigado a tomar algumas atitudes, que certamente vão gerar conseqüências desastrosas. A maneira como alguns encontram para isso é laborando mais, o que talvez seja uma mínima minoria. O mais comum é a prática da exploração alheia em todos os sentidos, a prática da corrupção e improbidade administrativa. É também caracterizada por assédio a funcionário (a) ou membro de equipe, gerando o escândalo dentro da organização, seu enfraquecimento e até mesmo a sua dissolução.

Fomos alertados que, nos últimos dias, haveria homens amantes de si mesmos, blasfemos, enganadores, e que fariam do evangelho uma causa de ganho. O que Paulo disse a Timóteo como recomendação e uma verdade que, em nossos dias, deve ser confrontada pela veracidade da Escritura.

A Luxúria está relacionada com o apego aos prazeres sexuais, a paixão a sensualidade e a sedução. É conhecida como o desejo de adquirir bens materiais de elevado valor. O líder com o perfil de luxúria tem necessidade de se expor como uma pessoa que pode mais que os outros. O líder que pratica esses atos numa organização deixa o ambiente sem graça, pois intimida as pessoas com suas atitudes libertinas e pode até ser julgado por assédio moral. Essa é uma conduta que não deve fazer parte de um verdadeiro líder.

3.2. Negligência
Enquanto a diligência é fazer as coisas com zelo, dedicação e amor, a negligência é a negação de tudo isso. Enfim, podemos dizer que a negligência é a maneira relaxada, desleixada e preguiçosa de fazer as coisas. Em qualquer organização eclesiástica ou secular, isso é percebido pelo falta de comprometimento, pela falta de entusiasmo, pela falta de energia. Quem é negligente tende a desperdiçar oportunidades e o próprio crescimento ou outra organização a que pertença (Pv 18.9). Nunca planeje metas se não está disposto a tomar atitudes para realizá-las. Veja a parábola do servo que recebeu um único talento sem nada produzir. E por que não o fez? porque era negligente e mau. Note que seu fim não foi dos melhores (Mt 25.24-29).

Pelos conhecidos testes com o orvalho (Jz 6.36-40), Gideão procurou a certeza de Deus de que seu poder zeloso traria vitória sobre os midianitas. A liderança de excelência não comprometerá os homens e os recursos em projetos que não tenham alguma garantia de sucesso. Jesus alertou contra o crente zeloso que decide segui-lo sem primeiro calcular o custo (Lc 14.28-33). A negligência de alguns pode trazer sérios prejuízos a organização cristã e não aproveitar as oportunidades de crescimento. Também cobre com vergonha o candidato negligente do Reino de Deus. É bem melhor ser cauteloso e considerar o preço antes de mergulhar nas profundezas para nadar contra a corrente.

3.3. Falta de ética (no falar)
A principal falta de ética no falar se chama fofoca ou mexerico. É uma atitude de maldizer com base em inverdade sobre determinada coisa ou sobre alguém. Tal estilo prejudica a organização como um todo. Há pessoas que fazem isso procurando logicamente obter alguma vantagem, mas por ser um comportamento que cedo ou tarde será descoberto, acaba se voltando contra a própria pessoa. Em nossos dias, isso já se tornou um padrão de vida para muitos, até mesmo líderes, os quais se envolvem em fofocas, e causam intrigas ao levantar questões da vida alheia, as quais muitas vezes visam destituir alguém de sua posição, seja por inveja ou falta de afinidade. Líderes que agem assim apenas geram desrespeito, estresse e má vontade em seus liderados.

Mesmo que alguém possa encontrar alguma coisa de positivo em alguns desses comportamentos, isso não passa de engano pueril. Os prejuízos são muitos diante de si mesmo, da igreja, e diante de Deus. O pecado sempre deve ser visto de maneira séria, com efeito regressivo. Daí haver uma maneira própria de encarar tais pecados.

CONCLUSÃO
Enfim, existem algumas atitudes que são fundamentais para que o líder possa encarar tais pecados e evitá-los, a saber: prudência na conduta pessoal sempre, orar, vigiar e ter um momento devocional consistente para resistir as astutas ciladas do diabo (Ef 6.11).

O líder que se espelha em Cristo sempre será fortalecido contra as tentações, o padrão de sua conduta é a melhor possível, eles conquistam respeito pelo amor e interesses de seus liderados, sabem ganhar a confiança atendendo aos requisitos bíblicos sem desmerecer sua responsabilidade, sabendo aproveitar a capacidade dos outros e acima de tudo se entrega com amor ao seu ministério. O líder cristão não segue os padrões e estilos de liderança do mundo. São humildes e dependentes de Deus. Sua liderança está sempre sob a direção do Senhor.

QUESTIONÁRIO
1. Onde reside o perigo de ser um líder dado a centralização?
R. Em centralizar as coisas por orgulho
2. O que é a soberba em relação aos outros pecados?
R. É a mãe de todos os outros pecados.
3. Quando não existe um bom relacionamento, o que ocorre à organização?
R. Muito prejuízo.
4. Qual é a prática comum de quem costuma dá vazão à luxúria?
R. A prática da exploração alheia em todos os sentidos.
5. Como se chama a principal falta de ética no falar?
R. Fofoca ou mexerico.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Revista do professor: Jovens e Adultos. Liderança cristã. Rio de Janeiro: Editora Betel - 3º Trimestre de 2014. Ano 24 n° 92. Lição 11.
BÍBLIA. Português. Bíblia Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995.
BRIAN. J. Dodd. Liderança de Poder na Igreja. Rio de Janeiro: CPAD, 2005.
BARBER. Cyril.J. NEEMIAS e a dinâmica da liderança eficaz. São Paulo: editora Vida, 2005.
Revista do professor: Jovens e Adultos. Liderança cristã. Rio de Janeiro: Editora Betel - 3º Trimestre de 2014. Ano 24 n° 92. Lição 08.
WARREN. Rick . Liderança com Propósitos - Princípios eficazes para o líder no século XXI. São Paulo: editora Vida, 2008.

Comentários adicionais: Dc. Ancelmo Barros de Carvalho.  Email: ancelmobarros@gmail.com